FOTOS by Daniel Jorge

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FOTOS by Daniel Jorge Página dedicada à publicação de fotografias de Daniel Jorge Espero que gostem e agradeço os vossos comentários. Obrigado

A fotografia é um hobby de a longa data, tendo já publicado na Net em vários sites (Olhares, Reflexos entre outros) alguns dos trabalhos. Nos últimos anos este hobby esteve um pouco esquecido fruto das circunstancias da vida, mas esta a ressurgir. Caso alguém pretenda para utilização profissional/comercial de alguma imagem, por favor entrem em contacto através do email [email protected].

Detalhes… No “Reino” mágico do Minho… Igreja Românica nas terras de Barcelos…“A felicidade é qualquer coisa que depende ...
24/10/2026

Detalhes… No “Reino” mágico do Minho… Igreja Românica nas terras de Barcelos…
“A felicidade é qualquer coisa que depende mais de nós mesmos, do que das circunstâncias e das eventualidades da vida.” - Júlio Dantas

Após as intervenções ao logo dos anos em particular durante o século XVIII, a igreja de S. Martinho de Balugães, da sua traça românica original resta-lhe a fachada e o Portal Românico do Séc. XII.
Um portal românico, de três arquivoltas, duas decoradas com temas característicos do românico da bacia do Cávado e de Braga, tais como folhas lanceoladas, motivos entrelaçados, rosetas, axadrezado com rolos, quadrifólios, dentes de serra e óvalos., e a terceira com uma inscrição em Latim
As arquivoltas apoiam-se em impostas decoradas com corações invertidos, que se prolongam pela fachada. Este tipo de decoração é semelhante ao usado no portal da igreja do Mosteiro de Santa Maria das Júnias.
A igreja de S. Martinho de Balugães foi sagrada em 1168, com sacristia incorporada num dos lados; de pequenas dimensões, com capela-mor e uma só nave. Na parte exterior, a porta principal está protegida por um alpendre. Não tem nenhuma torre, o campanário era exterior ao edifício, situava-se numa das extremidades do adro.
Em tempos idos os enterros eram feitos à volta desta igreja, precisamente no adro. Foi a sede paroquial até 1927, a igreja é dedicada a S. Martinho que é o orago da freguesia, tendo festa obrigatória em Novembro.
Consta que em tempos idos, esta igreja era ponto de abrigo para os romeiros de Santiago, o que se poderá ter como certo, visto este local estar referenciado como percurso do Caminho para Santiago.
(41°38'55.08"N 8°38'14.65"W) Balugães – Barcelos - Braga - Minho – Região Norte - Portugal

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Detalhes… Por terras do Barreiro… O moinho Gigante na praia da Alburrica…“Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a e...
23/10/2026

Detalhes… Por terras do Barreiro… O moinho Gigante na praia da Alburrica…
“Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a ensinar. Ninguém é tão sábio que não tenha algo a aprender.“ - Blaise Pascal

O Moinho Gigante, como é chamado, difere dos outros dois moinhos existentes na praia, no só pelo seu tamanho, mas principalmente pela sua arquitectura e tipologia ser tipicamente holandesa.
Em frente a cidade do Barreiro na convergência do “Rio Coina” com o Rio Tejo formou-se uma pequena península que deu origem à praia fluvial de Alburrica, e aqui podemos descobrir os Moinhos de Alburrica, símbolos da cidade do Barreiro, e refletem os conhecimentos do Sec. XVIII, génese da tecnologia de ponta da atualidade.
Segundo alguns estudiosos estes moinhos de vento, que foram construídos em 1852, e tiveram um papel de destaque no que diz respeito à actividade comercial do Concelho, mas não foram os únicos! Desde o século XV que se sabe da existência de outros moinhos de maré nesta zona de Portugal, cuja produção de farinha era muito importante para os habitantes locais.
Alem deste que responde pelo nome de moinho de vento Gigante, talvez pela sua dimensão em altura e tipologia holandesa (tendo sido desactivado em 1919), encontramos outros dois, o moinho de vento Nascente e o moinho de vento Poente, estes de arquitetura típica dos vários moinhos de vento encontrados ao longo de território nacional, possuem torre cilíndrica de dois pisos, cobertura móvel e duas mós. Tendo sido desativados em 1950.
Pela sua importância histórica para o barreiro e também pelo seu simbolismo, a CM do Barreiro adquiri-os, executado um brilhante trabalho de restauro e requalif**ação dos mesmos e das áreas envolventes, tendo construído em 2015 um percurso em passadiço sobre o rio, permitindo desta forma ligar a malha da cidade aos moinhos de maré e de vento. Foram feitos 3 passadiços que que ligam directamente a Rua Miguel Pais e os três moinhos de vento de Alburrica.
Este projeto recebeu uma Menção Honrosa do IHRU (Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, IP) em 2015.
(38°39'19.31"N 09° 5'1.00"W) Praia Fluvial de Alburrica - Barreiro – Setúbal – Portugal

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Detalhes… O reino encantado do P.N. da Peneda-Gerês… na mata de Albergaria a caminho da Portela do Homem...A caminho da ...
22/10/2026

Detalhes… O reino encantado do P.N. da Peneda-Gerês… na mata de Albergaria a caminho da Portela do Homem...
A caminho da Portela do Homem pela fantástica estrada nacional N308-1, passamos pela fantástica Mata da Albergaria.
A Mata de Albergaria é um dos mais importantes bosques do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), constituída predominantemente por um carvalhal secular que inclui espécies características da fauna e da flora geresianas. Guarda também um troço da Via Romana XVIII - Geira - com as ruínas das suas pontes e um signif**ativo conjunto de marcos miliários.
A baixa presença humana nesta mata não rompeu, até há poucos anos, o frágil equilíbrio do seu ecossistema, cuja riqueza e variedade contribuíram para a sua classif**ação pelo Conselho da Europa, como uma das Reservas Biogenéticas do Continente Europeu. É também, nos termos do Plano de Ordenamento do Parque, classif**ada como Zona de Proteção Parcial da Área de Ambiente Natural.
(41°47'59.36"N 08° 7'55.96"W)N308-1 - Mata da Albergaria – Terras do Bouro - Gerês – Portugal

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Detalhes... Na grande Lisboa…Palácio Nacional de Mafra (Séc. XVIII)''Momentos BONS e MAUS fazem parte da vida. A diferen...
21/10/2026

Detalhes... Na grande Lisboa…Palácio Nacional de Mafra (Séc. XVIII)
''Momentos BONS e MAUS fazem parte da vida. A diferença é que um marca e o outro ensina.'' - Jeri Daking

O Palácio Nacional de Mafra é um conjunto arquitectónico barroco na vertente alemã., formado por um Paço Real, uma Basílica e um Convento. Possui importantes colecções de escultura italiana, de pintura italiana e portuguesa, uma biblioteca única, bem como dois carrilhões, seis órgãos históricos e um hospital do século XVIII.
Mandado construir por D. João V para cumprir uma promessa que fizera no caso de se a rainha dona Maria Ana de Áustria lhe desse descendência.
O trabalho começou a 17 de Novembro de 1717 com um modesto projecto para abrigar a menos de uma centena de frades franciscanos, mas o ouro do Brasil começou a entrar nos cofres portugueses; Dom João V e o seu arquitecto, Johann Friedrich Ludwig (Ludovice) (que estudara na Itália), iniciaram planos mais ambiciosos, e não se pouparam a despesas, tornando o Palácio Nacional de Mafra é o mais importante monumento do barroco em Portugal.
A construção empregou 52 mil trabalhadores e o projecto final acabou por abrigar 330 frades, um palácio real e uma das mais belas bibliotecas da Europa.
A construção em pedra lioz da região, empregou 52 mil trabalhadores e o projecto final acabou por ocupar 38.000 m2, com 1.200 divisões, 4.700 portas e janelas e 156 escadas.
Para a Real Obra encomendou o Rei esculturas e pinturas a Mestres Italianos e Portugueses e, na Flandres, dois carrilhões com 92 sinos – os maiores do tempo. Integra ainda um conjunto de seis órgãos históricos na Basílica, uma importante e das mais belas bibliotecas da Europa, decorada com mármores preciosos, madeiras exóticas e incontáveis obras de arte e com 38.000 volumes e um Núcleo Conventual, com um hospital da época. A basílica foi consagrada no 41º aniversário do rei, em 22 de Outubro de 1730, calhado a um domingo, com festividades de nove dias.
Não sendo residência habitual da Família Real, o Paço de Mafra foi sempre muito visitado pelos reis, para assistirem a festas religiosas ou caçar na Tapada.
Informação obtida na página "Património Cultural - Direção-Geral do Património Cultural"
(38°56'12.68"N 09°19'37.14"W) Terreiro D Joao V - Mafra – Lisboa – Portugal

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Detalhes… num passeio noturno pela Invicta… a Igreja de Santo Ildefonso…“Para conhecer os homens, torna-se indispensável...
20/10/2026

Detalhes… num passeio noturno pela Invicta… a Igreja de Santo Ildefonso…
“Para conhecer os homens, torna-se indispensável vê-los agir.” - Jean Jacques Rousseau

A Igreja de Santo Ildefonso que é por muitos considerada uma das igrejas com fachadas mais bonitas da cidade do Porto. Situada numa das extremidades da Praça da Batalha, a igreja de Santo Ildefonso insere-se num enquadramento urbano muito particular.
Não são conhecidas as edif**ações anteriores à actual igreja de Santo Ildefonso. Sabe-se apenas que existia, no século XII, uma ermida que terá sido sagrada pelo bispo D. Pedro Pifões. Desta ermida nasceu, então, a igreja de Santo Ildefonso, nos anos 30 do século XVIII. Antecedida por uma escadaria de dimensões consideráveis, a fachada denuncia uma tipologia barroca de grande austeridade. O corpo central surge um pouco avançado em relação aos laterais, rematados por torres sineiras. Sobre a porta principal, o frontão triangular exibe tímpano com a inscrição "Ildefonse per te vivit domina mea 1730". Sobre o entablamento denticulado, o nicho acolhe a figura do orago da igreja. O revestimento azulejar, da autoria de Jorge Colaço data já do século XX, nomeadamente de 1932, e apresenta painéis figurativos onde se representam cenas da vida de Santo Ildefonso e alegorias à Eucaristia.
No interior, perde-se a noção longitudinal que o exterior aparentava. A nave octogonal configura um espaço centralizado, animado por pilastras que conferem ritmo ao conjunto. A capela-mor, ampliada no decorrer da campanha de obras de meados do século XIX, apresenta retábulo em talha executado por Miguel Francisco da Silva em 1745, mas sob risco de Nicolau Nasoni. Aquele entalhador lisboeta seria, mais tarde, responsável pelo grande retábulo da igreja de São Francisco do Porto. Em Santo Ildefonso o desenho atribuído a Nasoni valoriza motivos decorativos - flores, grinaldas, festões, anjos - em detrimento dos motivos arquitectónicos, antecedendo, de alguma forma, a exuberância da talha e das igrejas forradas a ouro que caracterizaram a cidade no decorrer do século XVIII. (Informação retirada do Web-Site da Direção-Geral do Património Cultural)
(41° 8'45.91"N 08°36'24.15"W) Praça da Batalha - Porto – Região Norte – Portugal

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Detalhes... no reino encantado de Trás-os-Montes... o fantástico castelo visto desde a “Rua Direita”…"Todos nós podemos ...
19/10/2026

Detalhes... no reino encantado de Trás-os-Montes... o fantástico castelo visto desde a “Rua Direita”…
"Todos nós podemos errar, mas a perseverança no erro é que é loucura.” - Zenão de Cítio

Qua se todas as cidades ou vilas tem uma “rua Direita” normalmente é uma das principais artérias de um passado histórico, Bragança não é exceção, e a Rua C. da Grande Guerra, mais conhecida como Rua Direita, sai da “praça da Sé” centro histórico da cidade e se dirige a base da colina onde f**a o fantástico Castelo altaneiro de Bragança.
Praticamente desde a “Praça da Sé” e ao longo de toda a rua podemos vislumbrar as muralhas e a torre de menagem do velho castelo, um grande contraste com as construções contemporâneas da cidade.
O castelo de Bragança foi contruído numa elevação junto à margem do rio Fervença, e é um dos mais importantes e bem preservados castelos portugueses.
Alguns historiadores, referem que, pela importância de sua posição estratégica sobre a raia com a Galiza, em 1187, Bragança sempre foi um burgo cuidados pelos nosso Nobres e Reis, recebeu Carta de Foral de D. Sancho I, tendo este soberano dotado, à época, a povoação com a primeira cerca amuralhada (1188). Já sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), determinou-se erguer um segundo perímetro amuralhado (1293), o que indica a prosperidade do povoado. Sob o reinado de D. Fernando (1367-1383), recebeu obras de beneficiação. Nesta fase, tendo este soberano se envolvido na disputa sucessória de Castela, Bragança foi cercada e conquistada pelas tropas castelhanas, retornando à posse portuguesa apenas mediante a assinatura do Tratado de Alcoutim (1371).
D. João procedeu-lhe, a partir de 1409, à modernização e reforço das defesas, obras inscritas na tarefa maior que se impôs, de reforço daquela fronteira. O casamento de D. Afonso (1° Conde de Bragança), filho bastardo de D. João I, com D. Beatriz, filha de D. Nuno Álvares Pereira, inaugurou a Casa de Bragança. Data desse período a construção da imponente torre de menagem, estando as obras concluídas por volta de 1439, no reinado de seu sucessor, D. Duarte. D. Afonso V elevou a vila Bde Bragança à condição de cidade em 1466. Sob o reinado de D. Manuel I, a povoação e seu castelo encontram-se figurados por Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).
(41°48’11.86"N 06°44'57.30"W) Rua C. da Grande Guerra, mais conhecida como Rua Direita - Bragança – Nordeste - Trás-Os-Montes – Região Norte - Portugal

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Detalhes... no reino encantado de Trás-os-Montes... Pormenores no Portal Renascentista da Sé Velha de Bragança…“O que é ...
18/10/2026

Detalhes... no reino encantado de Trás-os-Montes... Pormenores no Portal Renascentista da Sé Velha de Bragança…
“O que é pena é que neste areal da vida, onde cada um segue o seu caminho, não haja nem tolerância nem humildade para respeitar o norte que o vizinho escolheu.” - Miguel Torga

O Portal da Sé velha de bragança, está cheio de pormenores num um trabalho fantástico de cantaria de duro granito, que revela a mestria dos seus construtores.
O Portal principal renascentista com elementos barrocos, implantado numa das fachadas laterais. O portal, de volta perfeita, encontra-se inserido em alfiz assente sobre duas pilastras compósitas. O arco é ladeado por dois tondi, e o frontão do portal, ladeado por dois pináculos, possui ao centro um nicho com a imagem da Virgem do Leite com o Menino.
Em 1535 a Câmara de Bragança decidiu fundar na cidade um convento de Clarissas, em terrenos pertencentes ao mosteiro beneditino de Castro de Avelãs.
Para a execução da obra e direcção dos trabalhos, iniciados em 1539, foram contratados como mestres de obra Pêro de la Faia e Fernão Pires. Patrocinado por D. Teodósio I, 5º duque de Bragança, o complexo conventual foi concluído em 1550.
Há relatos que indicam que embora o convento estivesse terminado, não tinha religiosas suficientes para o seu funcionamento, pelo que o edifício foi entregue à Companhia de Jesus em 1561, que o transformou em colégio. Com a expulsão da Companhia de Jesus do território nacional em 1759, o edifício passou para a posse da Coroa.
Em 1764 o templo foi elevado a Sé, quando a sede de diocese foi transferida de Miranda do Douro para Bragança
Com a inauguração da nova catedral em 2001, o templo passou a ser uma igreja paroquial.
A igreja de São João Baptista pode ser classif**ada como um templo de tipologia híbrida, edif**ado na sua origem segundo um modelo de gosto classicista que foi posteriormente adaptado aos módulos contrarreformistas da arquitectura jesuíta. O programa decorativo do espaço interior, já plenamente barroco, é considerado um dos melhores da região.
(41°48'20.91"N 06°45'24.02"W) Praça da Sé - Bragança –Nordeste - Trás-Os-Montes – Norte - Portugal

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Detalhes... no reino encantado de Trás-os-Montes... A Basílica Menor de Santo Cristo de Outeiro…“A honra é como a mocida...
17/10/2026

Detalhes... no reino encantado de Trás-os-Montes... A Basílica Menor de Santo Cristo de Outeiro…
“A honra é como a mocidade; uma vez perdida, não se recupera.” - Cesare Cantú

Percorrendo as aldeias e vilas do interior de Trás-Os-Montes deparamo-nos com monumentos fantásticos, em locais que em tempos idos foram centros importantes e de relevo nacional, como é a aldeia de Outeiro que foi a primeira aldeia de Portugal a ter uma Basílica.
A construção da Basílica Menor de Santo Cristo foi Iniciada em 1698 em resultado de um milagre ocorrido numa pequena capela que se encontra ao lado, no qual a imagem do Santo Cristo, na precedente capela do Santo Cristo, suou sangue. Apesar de o templo estar aberto ao culto desde o dia 3 de maio de 1713, só foi efetivamente concluído em 1739.
A arquitetura do templo distingue-se pela simetria e equilíbrio de proporções. Segue propositadamente um modelo barroco inspirado na arquitetura manuelina, tendo como fonte principal a igreja do Mosteiro de Santa Maria de Belém, numa tentativa de reviver o período áureo dos descobrimentos antes do domínio filipino
A grandiosa fachada principal inspira-se na igreja do Mosteiro de São Vicente de Fora. É rasgada por um magnífico portal geminado, encimado por uma grande rosácea e flanqueada por duas torres sineiras com remate piramidal
No interior, de gosto barroco que é típico das igrejas-salão, sobressaem os altares de preciosa talha barroca policromada e dourada.
Na sacristia destacam-se as pinturas de caixotões pelo pintor valisoletano Damião Bustamante, realizadas em 1768 e seguindo também uma tendência revivalista seiscentista
(41°41'1.14"N 06°36'2.88"W) Outeiro – Bragança – Trás-Os-Montes – Região Norte - Portugal

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Detalhes... no reino encantado de Trás-os-Montes... Janelas na terra dos caretos…“Uma vida sem desafios não vale a pena ...
16/10/2026

Detalhes... no reino encantado de Trás-os-Montes... Janelas na terra dos caretos…
“Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida.” - Sócrates

No largo do quartel, local por excelência onde se reúnem os caretos na festa dos rapazes, encontramos umas velhas janelas de madeira numa casa centenária de arquitetura típica rural em alvenaria de Xisto na aldeia de Varge, que se falasse muitas histórias seguramente teria por contar.
A aldeia de Varge situa-se no coração do Parque Natural de Montesinho, no concelho de Bragança, e é uma das aldeias mais tradicionais de Trás-os-Montes e de Portugal, onde os habitantes vivem da agricultura de subsistência, da caça e da pesca.
A sua localização em Montesinho permite-lhe estar situada num belo cenário natural, no qual as antigas casas em pedra se parecem encaixar naturalmente, e até as edif**ações mais recentes se parecem adequar. Atravessada por um ribeiro de água cristalina, a aldeia é ainda repleta de árvores e belos jardins que brotam da paisagem rochosa transmontana.
Varge é conhecida pela sua tradicional festa dos rapazes, palco de uma das formas de Caretos mais notáveis da região transmontana. Por toda a aldeia pode respirar-se esta tradição por todo o ano. Logo na ponte rústica e simpática que atravessa o ribeiro, encontra-se uma imponente máscara de Careto, pendurada num poste alto, lembrando um guardião que impõe e relembra a alma da aldeia.
A aldeia é dotada de uma fantástica atmosfera transmontana, oferecendo um espírito de paz que se imagina rompido apenas pelos Caretos durante a festa dos rapazes na altura do Natal. Passeando por ela, encontram-se pequenos pormenores que avivam a personalidade sua personalidade própria, cantos e becos proporcionados por casas de xisto, rebanhos de ovelhas que se passeiam e fazem parte da subsistência, ou fontes adornadas com figuras antropomórf**as em pedra.
É um local mágico no qual se encontra ainda viva a alma mais tradicional de Portugal.
(41°52'17.49"N 6°40'52.57"W) Largo do Quartel – Varge – Bragança - Trás-os-Montes - Portugal

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Detalhes... no reino encantado das Aldeias Históricas... Sé Catedral de Idanha-a-Velha (séc. V)...“Não poucas vezes esba...
15/10/2026

Detalhes... no reino encantado das Aldeias Históricas... Sé Catedral de Idanha-a-Velha (séc. V)...
“Não poucas vezes esbarramos com o nosso destino pelos caminhos que escolhemos para fugir dele.” - Jean de La Fontaine

A Igreja de Santa Maria também conhecida como Sé Catedral de Idanha-a-Velha, actualmente designada por "Catedral", a sua estrutura assenta sobre um primitivo templo paleocristão erigido ao tempo do reino dos Suevos, integrado no reino dos Visigodos a partir do ano de 585, sobre este edifício ergueu-se depois o templo da época medieval do qual se conservam vestígios bem visíveis, nomeadamente a porta gótica, datada de finais do s. XIV, onde sobressai um arco ogival sem ornamentos.
Muitos séculos antes de existir Portugal foi por estas terras que tinham sido conquistadas aos Romanos, foi criado o Bispado da Egitânia, por Teodemiro, rei dos Suevos no seculo IV, tendo esta basílica começado a ser construída por volta do ano 585.
Durante o domínio suevo e visigótico foi sede episcopal, cunhou moeda de ouro para quase todos os reis visigodos, de Recaredo a Rodrigo; e segundo algumas teorias, terá sido aqui que, em 305, terá nascido o Papa Dâmaso I.
No Séc. VIII foi ocupada pelos muçulmanos tendo sido o templo transformado em mesquita, e só após a reconquistada pelos cristãos no século XII, voltou a ser templo cristão´, quando estas terras foram doadas à Ordem do Templo no século XIII.
A Igreja visigótica original ao longo do tempo foi sofrendo constantes alterações, desde as Muçulmanas quando a transformaram em mesquita, as alterações pelos católicos depois da reconquista, onde se podem observar elementos românico-gótica e manuelinos.
Deixou as funções de templo religioso no seculo XIX, e hoje em dia está transformada em museu.
(39°59'46.70"N 7° 8'41.35"W) Idanha-a-Velha - Idanha-a-Nova - Castelo Branco - Beira Interior Sul - Portugal

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Endereço

Cabanas
Quinta Do Anjo

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