Diana Moonchant

Diana Moonchant Diana Moonchant Portefolio

Há qualquer coisa de intemporal no vermelho.Uma mulher, uma escadaria esquecida e aquela fronteira entre o poder e a vul...
14/08/2026

Há qualquer coisa de intemporal no vermelho.
Uma mulher, uma escadaria esquecida e aquela fronteira entre o poder e a vulnerabilidade que existe quando deixamos de representar aquilo que esperam de nós.
O vermelho não é apenas cor — é presença.
É desejo, força, perigo.
É a parte de nós que não pede licença para ocupar espaço.
Nesta sessão quis brincar precisamente com esse contraste: a delicadeza de um corpo feminino perante a dureza da pedra, a sensualidade perante o abandono, a intensidade perante o silêncio.
Porque, para mim, fotografar nunca foi apenas criar uma imagem bonita.
É criar uma sensação que permanece depois de fecharmos os olhos.
E tu… quando vês estas imagens, o que sentes primeiro: força, sedução ou perigo? 🩸

Photographer Diana Moonchant
Model Seny
Photo assistant Miguel Campos

̇neartphotography

"Todos temos algo que abraçamos com tanta força... que deixamos de perceber se o estamos a proteger ou a aprisionar."O q...
24/07/2026

"Todos temos algo que abraçamos com tanta força... que deixamos de perceber se o estamos a proteger ou a aprisionar."
O que vês nesta fotografia? 🖤 Amor? ❤️ Medo? 🩸 Culpa? 🕸️ Apego?
Ou outra coisa?

Model li.moreira
Photo assistant Miguel Campos

"Há quem fuja da floresta. Eu vim devolver-lhe aquilo que ela nunca deixou de me pedir.""Se pudesses escolher apenas uma...
17/07/2026

"Há quem fuja da floresta. Eu vim devolver-lhe aquilo que ela nunca deixou de me pedir."

"Se pudesses escolher apenas uma..."
❤️ Guardar o coração.
🖤 Cortar os fios.
🌲 Deixá-lo na floresta.

Qual escolhias e porquê?

"The Heart That Refused to Stay Buried"She thought the forest would keep her secrets.So she carried her heart away from ...
02/07/2026

"The Heart That Refused to Stay Buried"

She thought the forest would keep her secrets.
So she carried her heart away from the world, wrapped in crimson threads, believing distance could silence what still pulsed inside her.
But hearts do not disappear. They grow roots.

What do you think the red heart symbolizes?
🖤 Love? 🩸 Pain? 🕸️ Attachment? 🌑 Something else?
Tell me your interpretation. 👇

Photographer and concept Diana Moonchant
Model li.moreira
Photo assistant Miguel Campos
Heart (Inspired by Vogue Portugal) Made by Diana Moonchant and Miguel Campos

Para mim, chega.Hoje tomo uma decisão que já vinha a amadurecer há algum tempo: deixo de fotografar nv e lingerie para p...
03/06/2026

Para mim, chega.
Hoje tomo uma decisão que já vinha a amadurecer há algum tempo: deixo de fotografar nv e lingerie para publicação nesta plataforma.
Não porque tenha deixado de acreditar na beleza destes trabalhos. Muito pelo contrário. Continuo a vê-los como uma forma legítima de expressão artística, de liberdade, de identidade e de afirmação feminina.
Mas cada vez existe menos espaço para essa visão. Cada vez existem mais limitações, mais censura e menos liberdade para mostrar o corpo feminino de uma forma artística, sensível e consciente.
A fotografia sempre foi, para mim, uma linguagem. Nunca procurei o choque fácil nem a provocação gratuita. Procurei contar histórias, transmitir emoções e criar imagens que falam sobre vulnerabilidade, força, beleza e humanidade.
Por isso, a partir de hoje, os trabalhos de nv ou lingerie f**arão reservados para projetos pagos e para plataformas onde a expressão artística continua a ter lugar, como o P@tr3on e o Behance.
A quem acompanhou este percurso e compreendeu a intenção por trás de cada imagem, o meu sincero obrigado.
A arte continua. Apenas muda de casa.

Entretanto tenho mais 3 sets com a para sair, aqui apenas podem sair os retratos, querem ver esses posts nem que seja só esse bocadinho? Comentem aqui em baixo 👇

Desculpem o desabafo

Fotografa
Modelo
Assistente de fotografia

Entre ruínas que ainda respiram histórias,ela surge — não como memória, mas como presença.O cimento gasto guarda ecos de...
17/04/2026

Entre ruínas que ainda respiram histórias,
ela surge — não como memória, mas como presença.
O cimento gasto guarda ecos de outros tempos,
mas é o corpo que reescreve o espaço,
linha a linha, gesto a gesto.
A luz toca-lhe como quem descobre um segredo,
desliza pela pele, encontra sombras,
e f**a — como se soubesse que ali há algo indizível.

Qual a vossa preferida? Deixem o comentário aqui em baixo 😊 👇

Modelo
Assistente de fotografia

Endereço

Porto
4000

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