Mário Borralho Photography

Mário Borralho Photography Garça cinzenta de peixe na boca, rio Vouga

Quero esclarecer que não fui eu quem fez 80 anos, foi o Carlos Ivo, eu limitei-me a registar esses momentos de alegria e...
19/01/2026

Quero esclarecer que não fui eu quem fez 80 anos, foi o Carlos Ivo, eu limitei-me a registar esses momentos de alegria e confraternização em fotos. Quanto a mim, ainda estou fresco como uma alface, conforme foto que o confirma.🤣🤣

Terceira e última publicação 80 anos
18/01/2026

Terceira e última publicação 80 anos

Segunda publicação 80 anos
18/01/2026

Segunda publicação 80 anos

Meus queridos amigos,Ontem foi dia de festa e que festa! Oitenta anos não é brincadeira nenhuma!Faz tão bem estar com os...
18/01/2026

Meus queridos amigos,
Ontem foi dia de festa e que festa! Oitenta anos não é brincadeira nenhuma!
Faz tão bem estar com os amigos! Viveu-se um ambiente de grande alegria e descontração, que nos fez esquecer por umas horas as desgraças deste mundo em ebulição, cada vez mais à beira do precipício.
Ontem ficou bem patente a sinergia entre todos, conhecidos e desconhecidos, e disso, tentei contar a estória por intermédio de fotografias.
Como alguns de vós sabeis, o meu gozo pessoal é o retrato, pelo que não estranhem que quase todas as fotos sejam sobre esse tema. Considero cativante retratar o rosto, a expressão, o olhar.
Deixo-vos aqui esta pequena partilha de fotografias que, querendo, podem copiar, partilhar, utilizar como vos aprouver.
Beijos e abraços.

São 3 publicações

12/02/2023
PARTE DOISJantar dos Lobitangas realizado a 11 de Fevereiro de 2023 no Restaurante Zeno – Casino do EstorilOs senhores d...
12/02/2023

PARTE DOIS
Jantar dos Lobitangas realizado a 11 de Fevereiro de 2023 no Restaurante Zeno – Casino do Estoril
Os senhores do Facebook, atento ao negócio que eu não faço girar, limitaram-me o número de fotos a 80 por publicação.
Envio aqui as restantes.

Até uma próxima oportunidade.

PARTE UMJantar dos Lobitangas realizado a 11 de Fevereiro de 2023 no Restaurante Zeno – Casino do EstorilGente que há qu...
12/02/2023

PARTE UM
Jantar dos Lobitangas realizado a 11 de Fevereiro de 2023 no Restaurante Zeno – Casino do Estoril
Gente que há que não se via há mais de 2/3 anos, mercê desta coisa a que chamam Covid e que agora, finalmente, se puderam envolver em abraços e beijos.
Junto as fotos que escolhi de entre as mais de 400 que tirei durante o jantar. As condições de luz são bastante más nesse sítio razão pela qual muitas não têm condição para ser apresentadas, no entanto como fiz, em média três fotografias de cada situação, não é nada grave.
Três fotos estão desfocadas, mas mesmo assim decidi publicá-las pois eram a última opção.
Como sempre as fotos estão à vossa disposição pelo que podem partilhar, copiar livremente.
Até uma próxima oportunidade.

Jantar de Lobitangas em 9 de Outubro de 2021Antes de continuar, quero pedir desculpa aos que irão ver, e ver-se, nas fot...
11/10/2021

Jantar de Lobitangas em 9 de Outubro de 2021
Antes de continuar, quero pedir desculpa aos que irão ver, e ver-se, nas fotos, uma vez que as mesmas não têm a qualidade que deviam, tudo fruto de uma desatenção minha, desde início. F**a aqui o meu sincero pedido de desculpas e o comprometimento de que, para a próxima, tentarei ser mais rigoroso.
Seguidamente, quero aqui deixar a minha muito sentida homenagem, à persistência e sentido de organização demonstrado pela São Pernadas, Tina Leite Velho e Zé Cunha. Correu tudo pelo melhor, sendo de realçar que nós, os utentes, não tivemos qualquer preocupação senão, sentar, palrar e comer. Muitos parabéns aos três.
Depois dos tempos negros por que todos passámos, primeiro em prisão domiciliária, depois açaimados na rua e locais públicos, como se de delinquentes se tratasse, este encontro foi altamente revigorante e bem mais prenhe de entusiasmo que os anteriores.
Sentimo-nos, de novo, normais!
Esta gente que foi uma diáspora – ou será agora que o é? – sempre soube confraternizar, como aprenderam na juventude vivida em pleno, num espírito de liberdade, essa que não voltarão a ter, sempre foi muito efusiva, muito quente no carinho, naquele que se sente como verdadeiro, excluindo, claro algumas pessoas que não sabem que vivem no planeta Terra…mas também já não vão a tempo. Ser distinto, elevado, não é ser snob, têm de se olhar, com os olhos da alma, para o espelho que, por certo terão. O chá é para se tomar devagarinho, mas desde a nascença!
Eu, na minha qualidade de “lobitanga em fase de teste”, aceite pela maioria dos ali presentes, por vezes tenho o fígado muito inflamado e, para ser minimamente polido com algumas pessoas, esboço um sorriso meio amarelo e digo: Pois!
Perdoar-me-ão estes desabafos, mas estavam aqui atravessados na garganta, e como podia se Covid, achei melhor expeli-los de imediato.
A alegria de todos foi muito prazerosa de se observar. Sentir um ambiente de genuína felicidade do reencontro, alguns por não se verem desde o início da pandemia, outros há muito mais tempo. O hiato compreendido entre a juventude o os dias de hoje é enorme, mas todos recordam com saudade os longínquos anos duma juventude vivida a todo o gás, agora revividos como se de há meia dúzia de meses se tratasse.
Vim de coração cheio da alegria de ver alguns amigos do coração, cuja amizade, graças à Zezinha ou Mizé, me apresentou e, com os quais pretendo manter uma relação de amizade forte e profícua.
Atrevo-me por isso, a regozijar-me por ter podido assistir, de camarote, à satisfação generalizada deste grupo de amigos de longa data.
Em cada lobitanga flameja uma alma sequiosa de reviver outros tempos, ainda que de forma fugaz, e em simultâneo sentem-se pairar os flamingos da memória colectiva daquela grande, ainda hoje, cidade.
“Deu-nos música” o Carlão que animou, como só ele o sabe fazer, estas horas de bem-estar.
Fico muito grato por a maior parte de vós, me aceitar como se vosso conterrâneo fosse, é para mim uma honra.
F**a aqui a muita homenagem a todos aqueles que aceitaram ser fotografados e, os que o não quiseram o meu agradecimento por terem tido a força de dizer que não o queriam ser.
As fotos são vossas, comentem, digam mal do fotógrafo, partilhar, façam aquilo que vos apetecer, solicitando eu unicamente que mantenha, cada um de vós a integridade de cada frame.
Até já
Mário Borralho

Em Manchas de Tinta, LX Factory, Livraria “Ler devagar” Finalmente saímos da casca e fomos a um evento, ansiosos do praz...
03/10/2021

Em Manchas de Tinta, LX Factory, Livraria “Ler devagar”
Finalmente saímos da casca e fomos a um evento, ansiosos do prazeroso contacto físico com gente amiga.
O abraço, aquele abraço que se dá e reciprocamente se sente, sinal de afecto e co***lo d’alma, por tanto tempo proibido, finalmente consumou-se, ainda com poucos, mas, em todos, com muito amor e carinho de parte a parte.
Nas palavras da psicoterapeuta norte-americana Virgínia Satir “Precisamos de 4 abraços por dia para sobreviver. Precisamos de 8 abraços por dia para nos manter. Precisamos de 12 abraços por dia para crescer”. “Quando damos um abraço e somos abraçados em troca, temos uma sensação de bem-estar e satisfação imediata, mas poucos sabem que, além deste sentimento de felicidade repentina, os abraços oferecem vários outros benefícios para a saúde física e mental.”
Ontem comecei a viver, de novo.
A ocasião foi uma exposição colectiva, iniciativa do meu amigo e confidente Fernando Lopes Neto, possuidor de tantos dons e talentos, com uma capacidade infinita para ser amigo (ou não), pois não deixa as suas opiniões ao correr da água para agradar a quem quer que seja. Assim homem à antiga, de palavra, de sentimento e com opinião firme.
Mas este texto de hoje não foi escrito para enaltecer as qualidades do Fernando, ou para lhe agradecer a “ousadia” de retomar a actividade das Manchas de Tinta que a todos tem deixado memórias inolvidáveis.
A ocasião, foi a de podermos apreciar a exposição de obras de nove artistas, sendo que este dia 2 de Outubro, era e foi, o dia da Paula Fuso, de apreciarmos o que ela nos trouxe como obra a que chamou “Guerra ao Corona”, técnica mista, tudo isto engrandecido pela sua presença, que nos cativa pela simplicidade, tolerância e distinção.
Expuseram ainda:
Fernando Lopes Neto “COVID19”, técnica de óleo sobre tela;
João Mota “A protecção”, técnica mista;
Galvão-Lucas “Em recolhimento”, técnica mista;
Graciete Ramos “Natureza morta”, técnica de óleo sobre tela;
Ana Silva “Para além da máscara”, técnica aguarela;
Naná Ribeiro “QR”, técnica mista;
Sónia Queimado Lima “Quarto menina”, técnica mista
Zé Luis “Vade rectrum Corona”, técnica mista.
A arte é de quem traz à luz o que nos estava escondido da nossa visão.
Saber ver não depende de cultura geral, muito saber, mestrados ou doutorados, depende da alma do observador que se deixa embalar naquele sonho que lhe é proposto. Não há manuais para saber ver com a alma.
Aos que forem visitar, espero que apreciem, eu gostei na generalidade da exposição, evidente é que alguns me entraram de supetão “porta adentro” e com sinceridade o digo, um deles foi o da Paulinha.
O pivot de tudo isto que acontece nas Manchas de Tinta tem a envolvência, a energia, a imaginação e o discernimento do Fernando Lopes Neto por isso uma vez mais lhe agradeço tanto esforço da sua parte, tudo em nome da arte.
Sem desprimor para todos os artistas ali presentes, tenho de agradecer à Paula Fuso a amizade e carinho com que me distingue, bem como a excelência da obra exposta.
Meus amigos, voltei!

Endereço

Peniche
2520-644PENICHE

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