08/06/2026
Amar alguém é ter o privilégio de observá-lo existindo.
E talvez a maternidade seja feita disso.
De observar.
Observar as descobertas.
As gargalhadas.
O jeito como eles param tudo porque encontraram uma joaninha.
O encanto diante de coisas que os adultos já nem percebem mais.
Uma bolha de sabão.
Um abraço apertado.
Uma joaninha caminhando pela ponta dos dedos.
Nada extraordinário.
E, ao mesmo tempo, tudo.
Porque são esses instantes aparentemente comuns que, sem que a gente perceba, se transformam nas memórias mais preciosas da nossa vida.
Talvez seja por isso que eu fotografo.
Para guardar a beleza do que acontece enquanto eles estão apenas sendo quem são. 🤎