28/06/2026
.o ano era 2004. levei a Halina Vision I comigo, que por ser o único equipamento disponível, era o melhor que esistja. rolo Fujifilm 200, não escolhi, nem sabia na altura a diferença entre a personalidade de cada filme. imprimi em papel, também Fujifilm mal cheguei, porque estávamos tão pretos e tão deslumbrados com a liberdade que queríamos vê-las. e sabeis que é verdade porque se nota ~—————> (continua)
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Joana Durães
Www.jduraesphotography.com
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📷 Fujifilm X-T1
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hoje, 22 anos depois, com a X-T1, fotografei o papel, na esperança que as cores frias características do filme e do papel daquele verão, do sumol de ananás, da cara molhada e quente, das costas a picar, de tanto salto para a água entre risos, e trincas numa maçã que demorava a tarde toda a ser ratada, não se desvirtuassem na desilusão do digital ~
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Joana Durães
Www.jduraesphotography.com
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📷 Fujifilm X-T1
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e é assim, como vos mostro, sem truques, sem edição, sem inteligências, só com a exposição barata do meu sofá à sombra, e o obturador eletrónico (ideia que o me deu para não usar as cortinas 😂🫶), continua a deixar em mim um sentimento de expansão e pertença no agora , que hoje se diz mindfulness, mas nós já fazíamos muito, e a dar-me de novo vontade de ir buscar um epá ~
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Joana Durães
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📷 Fujifilm X-T1
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