Daniel Camacho Photography

26/08/2026

Uma viagem única de 28 novembro a 6 dezembro 2026. As datas para 2027 serão divulgadas muito em breve mas terei uma em Fevereiro e outra no final de novembro. As datas são escolhidas tendo em consideração a “caça” às auroras boreais:) anda daí! Para esta viagem de 2026, estamos nas últimas vagas.

Olhar, enquadrar e clicar! Hoje, Dia Mundial da Fotografia, estive na Biblioteca Municipal de Monção a dinamizar uma Ofi...
19/08/2026

Olhar, enquadrar e clicar!

Hoje, Dia Mundial da Fotografia, estive na Biblioteca Municipal de Monção a dinamizar uma Oficina de Fotografia dedicada à composição e à criatividade, dirigida a jovens dos 10 aos 16 anos.

O desafio foi pôr estes jovens a treinar o olhar, experimentar diferentes enquadramentos e descobrir novas perspetivas sobre Monção. E foi muito bom vê-los explorar, experimentar e dar o seu próprio olhar às imagens. Esta oficina foi promovida a convite do Município de Monção, a quem agradeço a confiança no meu trabalho e a oportunidade de assinalar este dia tão especial para quem, como eu, vive a fotografia. F**a a sensação de que há muita curiosidade, criatividade e vontade de continuar a fotografar. Espero que esta seja apenas a primeira de mais oficinas de fotografia:) Agora diz-me: qual destas duas perspetivas é a tua favorita?

municípiodemoncao

O último capítulo foi escrito com o cheiro a salitre e o motor a compasso com o Atlântico. Deixar Vilagarcía de Arousa f...
17/08/2026

O último capítulo foi escrito com o cheiro a salitre e o motor a compasso com o Atlântico. Deixar Vilagarcía de Arousa foi iniciar uma despedida lenta da Galiza, desenhada curva a curva. O Grove e a pacatez da Ilha da Toxa abriram caminho para o vento largo da Lanzada. Passei por Combarro, cruzei Marín e fui procurar o fim do mundo ao Morrazo, onde o Cabo Home e o misticismo do Facho de Donón vigiam as Cíes. Depois de Cangas, a estrada colou-se ao oceano. Baiona trouxe a imponência das muralhas e A Guarda o último olhar sobre solo galego. Cruzar o Minho foi abraçar o regresso a casa. Viana do Castelo viu a Vespa passar firme, apontada à Maia antes do descanso final em Braga. Uma roadtrip que termina onde começou, mas com a alma cheia de horizontes e a chapa marcada com novas histórias.
Dia 07 . 07 agosto - Vilagarcía de Arousa - O Grove - Ilha da Toxa - Praia da Lanzada - Combarro - Marín - Cabo Home - O Facho de Donón - Cangas - Baiona - A Guarda - Viana do Castelo - Maia - Braga | 385km

A viagem já estava no fim e o sexto dia foi para entrar nas Rías Baixas. Arranquei de Ourense em direção a Ponte Caldela...
15/08/2026

A viagem já estava no fim e o sexto dia foi para entrar nas Rías Baixas. Arranquei de Ourense em direção a Ponte Caldelas e parei em Pontevedra para caminhar um pouco pelo centro histórico. Dali segui para norte até Vilagarcía de Arousa para montar a tenda no campismo e descarregar a Vespa. Mais leve, continuei a rolar pela ria. Passei pela Pobra do Caramiñal e depois desci até Cambados. O dia fechou da melhor maneira na Illa de Arousa, subi ao miradouro e fiquei a ver o pôr do sol junto ao Farol de Punta Cabalo, antes de voltar para o campismo em Vilagarcía para descansar.
Dia 06 . 06 agosto - Ourense - Ponte Caldelas - Pontevedra - Vilagarcía de Arousa - A Pobra do Caramiñal - Cambados - Illa de Arousa | 299km

Roupa seca, tralhas arrumadas e novamente estrada. Saí de Lugo para sul, sem saber ainda que este acabaria por ser um do...
14/08/2026

Roupa seca, tralhas arrumadas e novamente estrada. Saí de Lugo para sul, sem saber ainda que este acabaria por ser um dos dias que mais me f**ariam na memória. Em Portomarín, o Miño estava tão baixo que a água deixou aparecer aquilo que normalmente esconde. As ruínas da antiga vila, o velho caminho, as marcas de uma vida que ficou para trás. Há qualquer coisa de inquietante em ver o passado voltar à superfície.

Depois veio a Ribeira Sacra. A estrada foi-se apertando entre a montanha e o rio, as curvas sucedendo-se umas às outras, e a Vespa levou-me cada vez mais para dentro daquele silêncio. E então o Sil apareceu. Lá em baixo, muito mais pequeno do que parece quando estamos junto dele, a desenhar curvas impossíveis no meio da montanha. Fiquei parado algumas vezes sem saber muito bem o que fotografar. Há paisagens que não cabem numa fotografia.

Quando cheguei a Ourense, o dia ainda não tinha acabado. Deixei a Vespa e fui andar pela cidade sozinho, já com outra luz, outro ritmo. Talvez seja isso que mais gosto nestes dias, chegar cansado e ainda ter vontade de sair outra vez para descobrir o que há do outro lado da esquina!

Dia 5 · 05 agosto · Lugo - Ribeira Sacra - Monforte de Lemos - Parada de Sil - Ourense - 235km

Setembro traz o cenário perfeito para a astrofotografia: o fim de semana de Lua Nova. Sem o brilho da lua, o céu do Gerê...
13/08/2026

Setembro traz o cenário perfeito para a astrofotografia: o fim de semana de Lua Nova.
Sem o brilho da lua, o céu do Gerês f**a totalmente escuro, criando as condições ideais para captar o coração da Via Láctea em todo o seu esplendor. Neste workshop prático, vais aprender o planeamento e a técnica necessários para criar imagens impressionantes do cosmos.
Workshop de Astrofotografia
11 a 14 de setembro (Fim de semana de Lua Nova)
Grupo pequeno e exclusivo
As vagas são limitadas. Garante o teu lugar no site!

Um final de tarde que Braga nunca vai esquecer. O Santuário do Sameiro transformou-se num anfiteatro gigante para ver a ...
12/08/2026

Um final de tarde que Braga nunca vai esquecer. O Santuário do Sameiro transformou-se num anfiteatro gigante para ver a Lua tocar o Sol. A luz deu lugar a uma penumbra mágica e a partilha tomou conta da multidão nestes 99% de ocultação. Curiosamente, a minha câmara não apontou para o céu. Não fotografei o eclipse propriamente dito, mas sim as manifestações dele: as reações, os contrastes e a forma como o fenómeno transformou tudo o que estava ao nosso redor.

Arrumei as tralhas e saí do camping da Corunha com o tempo a fechar. O plano era rolar pelo norte profunda, passando por...
11/08/2026

Arrumei as tralhas e saí do camping da Corunha com o tempo a fechar. O plano era rolar pelo norte profunda, passando por Vilalba até chegar à imensidão esculpida da Praia das Catedrais e a Ribadeo. Mas a Galiza decidiu testar-me! Apanhei muita chuva em cima da Vespa, daquela que se entranha no corpo e obriga a agarrar o guiador com outra força. Viajar sozinho tem isto, não há cá queixas, é continuar a rolar. Depois de ver o mar bravo na costa, apontei ao interior em busca de abrigo e história. Conduzir à chuva pelo vale de Lourenzá, com paragem no Mosteiro de San Salvador e passar pela imponente Catedral de Mondoñedo deu uma mística diferente a esta tirada. As estradas secundárias montanhosas, cheias de pastos verdes e vacas indiferentes ao temporal, foram o cenário até conseguir avistar o meu destino. Cheguei a Lugo a precisar mesmo de um teto quente. Instalei-me num hostal para recuperar as forças e secar a roupa, mas a estrada ainda me chamava. Ao final da tarde, subi ao Mirador Parque Marcos Cela para ver a cidade do alto. A noite foi passada a caminhar nas ruelas medievais, a ver a miudagem a jogar à bola na Praça de Santa María diante das galerias da Afundación e a contemplar a muralha romana à luz dos candeeiros. Um dia duro, molhado, mas com a alma cheia.

O dia despertou nas curvas do Monte San Pedro, passou pela Ventana al Atlántico e seguiu a linha da costa sob o olhar da...
10/08/2026

O dia despertou nas curvas do Monte San Pedro, passou pela Ventana al Atlántico e seguiu a linha da costa sob o olhar da Torre de Hércules. Por estradas secundárias, cruzei Bañobre e mergulhei na quietude das Fragas do Eume, subindo ao Miradoiro de Iris para ver o rio abraçar o mar em Pontedeume, antes de rumar a As Pontes.Depois, a rota desafiou as alturas na Serra da Faladoira e no Alto do Cando. O prémio chegou no Cabo Ortegal, onde a terra esbarra no oceano, e no miradouro da Virxe do Porto, com Cedeira no horizonte.Antes do fim, ainda houve tempo para ver a Ria de Ferrol do alto de Fene, sentir a paz fluvial de Pontevea e ver o dia recolher em Punta Mera e no seu farol. Mais um dia de estrada, muitos quilómetros e uma Galiza que continua a surpreender a cada paragem. 🛵

Saí de Santiago em direção a Noia, seguindo depois pela costa até Carnota e à enorme Praia de Carnota. A partir daí, a i...
09/08/2026

Saí de Santiago em direção a Noia, seguindo depois pela costa até Carnota e à enorme Praia de Carnota. A partir daí, a ideia era continuar sempre junto ao mar e aproveitar as estradas pelo caminho. Subi até ao miradouro sobre Ézaro, com uma vista brutal sobre a costa, e desci depois até à Cascata de Ézaro. Daí foi seguir para Finisterra, com a passagem pelo ponto onde durante séculos se acreditou que acabava o mundo.

Continuei depois para Muxía, sempre por estradas secundárias, entre mar, montanha e pequenas aldeias. Sem grandes planos, apenas ir seguindo e parar quando aparecia alguma coisa que valesse a pena. Foram 280 km de Vespa neste segundo dia, quase sempre com a costa como companhia. Já ao fim do dia, passei pelo Forte de Santa Cruz antes de procurar o camping para mais uma noite. Mais um dia feito. 🛵

Dia 2 · 02 agosto · Santiago - Noia - Carnota - Ézaro - Finisterra - Muxía - Corunha · 280 km

Endereço

Rua Marcelino Sá Pires
Braga
4700-924

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