07/01/2026
Pedra antiga ao sol alentejano,
muralhas guardam séculos de vida,
ruas brancas contam histórias lentas,
Évora ergue-se, firme e tranquila.
Passos ecoam no centro antigo,
arcos, praças, sombras no chão,
o tempo abranda em cada esquina,
vive-se a história com o coração.
Ao cair da tarde dourada,
os sinos marcam o fim do dia,
entre silêncio, luz e calma,
Évora f**a, eterna poesia.