Am-akhu

Am-akhu Projeto autoral que emerge do inconsciente e explora a mitologia, filosofia, o obscuro e o ocultismo através da fotografia conceitual.

As Origens de Akasha - Kemet, Antigo Egito.O "Akasha" enquanto essência é o princípio original, espaço cósmico, o éter d...
11/07/2020

As Origens de Akasha - Kemet, Antigo Egito.

O "Akasha" enquanto essência é o princípio original, espaço cósmico, o éter dos antigos, o quinto elemento cósmico (quintessência), a quinta ponta do pentagrama.
É representado no Hermetismo, segundo Franz Bardon, pelo Ovo Negro, sendo um dos cinco Tattwas constituintes do Universo.

A rainha Akasha e seu rei Enkil foram os primeiros vampiros da história da humanidade e governaram as terras de Kemet por volta dos anos 4000 ac. Como eram reis civilizadores, que existiram muito antes da linguagem escrita, buscavam o desenvolvimento de seu povo em diversas áreas, em função disso instituíram o culto ao Deus Osíris.

Akasha é descrita nos livros como uma mulher com uma beleza hipnótica e que “era quase bonita demais para ser realmente bela, pois sua beleza superava qualquer ar de majestade ou de mistério". Combinado com sua beleza indescritível, Akasha era uma pessoa obscura, niilista e que na maioria das vezes baseava suas ações com base em suas questões emocionais e sua ansia em preencher um vazio existêncial. Em função disso que Akasha é retratada sempre com feições vilânicas e crueis, e não é para pouco, pois ela realmente foi uma rainha bastante tirânica.

Tudo se inicia quando Akasha descobre a existência de duas bruxas que despertam prontamente sua curiosidade em conhecer seus poderes e rituais. Com isso, Akasha ordena que seu general Khayman capture as bruxas para que elas satisfaçam a curiosidade da rainha. Feitas como prisioneiras, elas realizam feitos de grande poder que impressionam a todos.

Em um momento de ira e busca por respostas, Akasha obriga as bruxas a invocarem poderosos espíritos para lhe responder sobre diversas questões – porém o teor das respostas obtidas não agradam a rainha e o rei –. Neste específico ritual surge um espírito chamado Amel e põe em cheque toda a linhagem dos deuses egípcios, revelando que todos os Deuses de Kemet na verdade são espíritos poderosos que, assim como ele, apenas encenam serem deuses para obterem culto e sacrifícios dos tementes e devotos de lá. Daí a gente já pode imaginar a confusão que essa informação causa na corte de Akasha, já que seu reinado e governo são pautados em governantes sendo filhos de deidades e não de espíritos.

Devido ao teor pesado do ritual, da informação recebida juntamente com o temperamento forte de Akasha o espírito Amel se perturba com a rainha e logo em seguida a ameaça desferingo um golpe e tomando assim algumas gotas de seu sangue e, logo depois desaparece.

Após esse acontecimento macabro, o espírito Amel começa a assombrar Akasha, Enkil e seus súditos por efeito de poltergeist e acaba infestando a mente da rainha e do rei com a loucura e ira. Com isso, os nobres foram se enfurecendo com Enkil e Akasha e planejaram seu assassinato. Porém, é durante uma tentativa de assassinato dos reis que o espírito de Amel se funde ao sangue, ao coração e ao cérebero de Akasha – possuindo-a com uma sede irrefreável de sangue e estranhos dons das trevas em seguida transmitidos para seu rei.

Agora dotados de estranhos poderes, eles nunca mais foram vistos a luz do sol e muitas mortes sem explicação passaram a acontecer no reino. Todos os conspiradores foram executados de maneiras misteriosas. E, assim, Akasha e Enkil tornaram-se os primeiros vampiros da história do universo ficcional de Anne Rice nos trazendo a ideia de que os vampiros desse universo nascem da fusão de um ser incorpóreo (espírito) e de um humano.

Am-akhu - A serpente do submundo no Antigo EgitoOs Egípcios acreditavam que durante a noite, apesar do deus-Sol se torna...
11/07/2020

Am-akhu - A serpente do submundo no Antigo Egito

Os Egípcios acreditavam que durante a noite, apesar do deus-Sol se tornar invisível, a divindade continuava a sua jornada. Ao pôr-do-sol o deus passava da barca do dia para a barca da noite e, junto com outras divindades, navegava nas águas subterrâneas através das regiões das horas noturnas, iluminando o mundo das sombras e vencendo criaturas hostis. Uma das obras que narra essa viagem é chamada modernamente de Livro de Him no Inferno e, entre outras coisas, ela descreve as serpentes que habitavam o além-túmulo. As paredes da tumba de Tutmósis III (c. 1479 a 1425 a.C.) imitam um enorme papiro com cenas desse livro.
A serpente imensa chamada Am-akhu é conhecida como Devoradora dos espíritos. É representada rastejando, mas com a cabeça erguida. Por sobre o ponto mais proeminente de cada uma das quatro ondulações de seu corpo surge uma cabeça humana barbada: são as cabeças dos quatro filhos de Hórus, as divindades guardiãs dos vasos canopos. Sua função era a de devorar as sombras e de engolir os espíritos dos inimigos de Rá, de onde advém o seu epíteto de devoradora dos espíritos, e destruir aqueles que fossem hostis ao deus-Sol no mundo subterrâneo.

O MITO DE ÍSIS - A DEUSA PRIMORDIAL Em um de seus vários mitos, Ísis teve o intuito de descobrir o nome verdadeiro do de...
11/07/2020

O MITO DE ÍSIS - A DEUSA PRIMORDIAL

Em um de seus vários mitos, Ísis teve o intuito de descobrir o nome verdadeiro do deus Rá, e assim desejava obter domínio sobre seu poder. Para isso, teria feito com que uma serpente envenenasse esse deus e, em troca de sua cura, Rá teria que lhe dizer seu verdadeiro nome. Depois, com o poder adquirido por Ísis a partir desse conhecimento, essa divindade restabeleceu as forças do deus. Esse mito é muitas vezes associado a um importante aspecto da figura de Ísis, que consiste em sua relação com a magia. Ísis é representada como uma mulher com um trono sobre sua cabeça e, como personificação desse objeto, a deusa foi uma representação importante do poder faraônico, da mesma forma que a própria figura do faraó foi associada a seu filho, o deus Hórus. Um amuleto egípcio chamado “Tyet”, comumente conhecido como “Nó de Ísis” também é relacionado a essa divindade. Esse item teria formato similar ao “Ankh”, amuleto que, para os antigos egípcios, representava a vida. No entanto, o “Tyet” teria as extremidades laterais curvadas para baixo. Segundo a crença dos antigos egípcios, esse amuleto garantiria a proteção daqueles que o utilizassem.

NÍNFEIA - O NARCÓTICO SECRETO DO NILOEscondida entre as folhas de outras espécies, porém o que ninguém sabe é quão BADAS...
11/07/2020

NÍNFEIA - O NARCÓTICO SECRETO DO NILO

Escondida entre as folhas de outras espécies, porém o que ninguém sabe é quão BADASS ela era no Antigo Egito, principalmente na grande era faraônica.
Essa doce criatura chamada Ninféia Azul era um dos elementos indispensáveis nos rituais egípcios (principalmente o de mumificação) e pelas viagens mentais mais apocalípticas pelos confins do Sagrado, não é atoa que ela é popularmente conhecida como Sacred Narcotic Lily of The Nile hahaha, pensaaaa!

A Ninféia Azul é nativa do Nilo e, segundo relatos ela era a planta consagrada a uma divindade muito antiga, conhecida como Nefertem ou Nefertum. Segundo alguns mitos, essa divindade utilizou essa flor como oferenda ao deus do sol Rá, para que as dores do seu corpo envelhecido o deixassem. Uma das justificativas do fato de a Ninféia só abrir sua flor quando o sol está batendo sobre ela.
Outro mito relata que Ísis, deusa da fertilidade e também associada aos mortos foi quem transmitiu ao povo os poderes dessa planta. Foram encontrados vestígios de grandes buquês de Ninféia ofertados no túmulo e no palácio de Amenófis IV pois suas flores serviam como adorno nos rituais e também como oferenda aos deuses e aos mortos.

O MITO DA SERPENTE A serpente é um dos arquétipos simbólicos mais antigos da humanidade. Está presente em praticamente t...
11/07/2020

O MITO DA SERPENTE

A serpente é um dos arquétipos simbólicos mais antigos da humanidade. Está presente em praticamente todas as culturas antigas como animal astucioso e misterioso.
Ora sua imagem é negativa ora positiva, ora está relacionada ao um ser masculino ora a
um ser feminino, ora um ser mítico criado por Tupana ora um ser diabólico e sedutor.
A imagem da cobra está sempre vinculada a um ser encantado que tem relação direta com o feminino. Ela aparece como sedutora, enigmática e aquela que deixa sempre seus rastros num filho gerado de uma relação híbrida entre uma mulher e um animal.
São muitas as iconografias que a humanidade depositou sobre a serpente no bojo das mais diversas culturas espalhadas pelo planeta. A nós não cabe julgá-la ou colocá-la dentro de uma caixinha para conceituá-la. O caminho mais adequado para encontrá-la é subir no seu dorso e deixar que ela mesma nos conduza no jogo da lembrança e do esquecimento.

A chave dos grandes mistérios  @ Ostara Festival
11/07/2020

A chave dos grandes mistérios
@ Ostara Festival

Tarô Egípcio
11/07/2020

Tarô Egípcio

O Heliocentrismo de Copérnico Painel presente no Museu de Astrônomia e Ciências Afins do Rio de Janeiro.
11/07/2020

O Heliocentrismo de Copérnico
Painel presente no Museu de Astrônomia e Ciências Afins do Rio de Janeiro.

11/07/2020

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