creativelook.pt

creativelook.pt Información de contacto, mapa y direcciones, formulario de contacto, horario de apertura, servicios, puntuaciones, fotos, videos y anuncios de creativelook.pt, Fotógrafo, Urbanizacion Binissafuller Sant Lluis, San Luis.

11/09/2023

Procura-me no Instagram e tiktok

29/08/2022

     🇪🇸    🇪🇸
28/08/2022

🇪🇸 🇪🇸

   🇪🇸        🇪🇸
27/08/2022

🇪🇸 🇪🇸

19/06/2022

O que é Depressão
"Sabeis porque, às vezes, uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar amarga a vida? É que o vosso Espírito, aspirando à felicidade e à liberdade, se esgota, jungido ao corpo que lhe serve de prisão, em vãos esforços para sair dele. Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e como o corpo lhe sofre a influência, toma-vos a lassidão, o abatimento, uma espécie de apatia e vos julgais infelizes. (Espírito François de Genève, no capítulo V, de "O Evangelho Segundo o Espiritismo")
Depressão é um transtorno do humor, com baixa da atividade geral, levando ao sofrimento íntimo profundo, desesperança, falta de fé em Deus, em si próprio e na vida.
A ciência médica ainda não tem, claramente, o conhecimento da origem da depressão. Fala-se em distúrbios dos neurotransmissores ao nível do sistema nervoso central, de herança genética de pressão social, frustrações, perdas precoces importantes e outras mais; porém, embora todas as possibilidades acima sejam verdadeiras como desencadeadoras, não explicam porque alguns indivíduos, sofrendo as mesmas contingências, não desenvolvem um quadro depressivo. Todas as possibilidades acima são efeitos e não causas.
A causa da depressão vige na alma e não somente no corpo físico. O conflito do deprimido remonta a causas pretéritas, provavelmente longínquas, com repercussão no presente. O cerne da questão liga-se a não identificação do amor Divino e da paternidade do Criador. Por isso a rebeldia tão comum no deprimido.
Revolta-se contra as leis desdenha a própria vida, não concordando em ter sido criado, vai com facilidade ao suicídio (10 a 15% dos deprimidos se suicidará). Num ato de rebeldia extrema tentam devolver a própria vida ao Criador.
O deprimido apresenta duas características: - egoísmo e agressividade. Egoísmo por crer que sua dor é a maior do mundo e agressividade voltada principalmente contra si próprio. Não pensam que seus atos irão fazer sofrer os que vão ficar.
A essência da existência é o elo Criador-criatura, Pai-filho. A ruptura deste elo pelo deprimido suicida é extremamente sofrida, pois, talvez, repete o desligamento havido outrora, quando da separação Pai e filho.
O tratamento deverá ser abrangente, holístico. Para efeito didático, diremos: - médico, psicológico, social e principalmente espiritual. O tratamento médico é imprescindível na fase crítica. O uso de antidepressivos é decisivo para restabelecer a fase aguda.
O uso dos antidepressivos estabelece a harmonia químico cerebral, melhorando o humor do paciente . Cuidam simplesmente do efeito, pois os medicamentos não curam a depressão; provavelmente restabelecem o trânsito das mensagens neuroniais, melhorando o funcionamento neuroquímico do SNC (sistema nervoso central).
A parte orgânica também tem que ser cuidada, em especial quando muito acometida. De maneira geral, melhorando o humor, todo o organismo tende a melhorar. Há que ter muito cuidado com os processos depressivos, porque várias afecções mórbidas costumam ganhar expressão no organismo após ou concomitantemente a uma depressão, pois o sistema imunológico é profundamente afetado por ela. O tratamento psicológico ganha importância pelo fato de auxiliar no auto-conhecimento, nas resoluções de conflitos e tomada de posição diante dos problemas.
A orientação social é necessária em especial naquela porcentagem de deprimidos (20%) que apresentam sequelas profissionais após várias crises. Perdem empregos , família e consideração social, entrando num círculo vicioso agravante de seu problema. O tratamento espiritual é importantíssimo porque o " espírito é o fundamento da vida". Quando não valorizamos o tratamento espiritual, os resultados costumam ser precários, as recidivas constantes, com uma tendência ao envelhecimento precoce.
"Como dissemos anteriormente, a falta de fé levou a insegurança, esta despertou o egoísmo (como defesa), esta suas excrescências: orgulho inveja, vaidade, revolta, movido por um destes sentimentos o espírito em evolução na terra optou criando o carma em sua existência. Esta primeira opção criou um clichê mental que passou a influenciar suas futuras decisões. No deprimido encontramos uma revolta contra o seu Criador.
Como não pode destruí-lo, tenta destruir-se, destruindo-o em si. Sua crença é voltada para o negativo, é muito voltado para si e seus males (muito egoísta). Seduz o mundo com sua dor. É pouco responsável em seus atos (embora pareça o contrario). E tem dificuldade no auto e eterno perdão. É perfeccionista por orgulho e vaidade. Tem convicção no fracasso. Apresenta extrema agressividade voltada para si. Vinga-se de Deus e dos que amam-no. (70% pensam no suicídio e de 10 a 15% cometem-no). Vive criando culpa por recapitularem o erro primeiro. É cheio de remorso por bagatelas - muitas doenças são originadas nele ou tem nele seu desenvolvimento acelerado.
O deprimido nega-se a viver, dissipa suas energias vitais em ruminações negativas. Os órgãos mais afetados são os pulmões e intestinos. No passado era comum os deprimidos românticos morrerem de tuberculose. Os pulmões captam os fluidos vitais solares e os intestinos absorvem os alimentos e excretam as escorias. O centro de força mais afetado é o umbilical por ser o centro das emoções.
A depressão é a tristeza deteriorada. O duplo etérico é gravemente acometido apresentando dificuldades em fazer circular as energias necessárias à vida.
A aura é acinzentada demonstrando uma existência sem vida. No tratamento temos que orientar para a respiração a longos haustos (exercícios respiratórios), melhorando a captação da vitalidade e dissolvendo as energias negativas.
Alimentação que estimule o bom funcionamento dos intestinos, tais como frutas, verduras, banhos de sol em horários convenientes, evitar alcoólicos, fumos e excessos de carne. Passes fluídicos nos centros de forças genésico, esplênico e gástrico. Fazer exercícios físicos como caminhadas, natação e outros salutares.
Exercitar a mente de maneira consciente para olhar o lado bom das pessoas e das coisas. Fazer meditação, relaxamento e pequenas tarefas em favor dos semelhantes (sair de si). Buscar melhor convivência familiar e no trabalho, desenvolvendo o sentimento de gratidão com as pessoas, com a vida, com o Criador. Cultivar a oração regularmente restabelecendo a comunhão com Deus, o hábito de leituras nobres, melhorando o padrão vibratório e estimulando o sentimento de esperança.
Não podemos esquecer das obsessões espirituais que têm nos deprimidos fértil terreno para o seu assentamento.
Finalizamos com o Senhor Jesus, o médico de nossas almas, quando nos convidou ao caminho de retorno ao seio do Pai com o: "Vinde a mim, todos que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei de Mim, que Sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o Meu jugo é suave e o Meu fardo é leve". (Mateus , 11:28 A 30)
Por Dr. Jaider Rodrigues de Paula - Psiquiatra/ AMEMG em Núcleo Espírita Nosso Lar

17/06/2022

Considerações sobre a dor

A compreensão do sofrimento está associada à evolução espiritual da própria humanidade assim como da concepção que a mesma tem sobre Deus.

Na época de Moisés e mesmo naquelas que o precederam, o sofrimento era considerado como um castigo dos deuses, para os pagãos e, para os hebreus, que concebiam e cultivavam a crença no Deus único, o sofrimento também era considerado como uma punição, mesmo porque, para eles, Deus, embora protetor e criador, era um juiz implacável. O sofrimento era a maneira pela qual Ele se expressava para dizer às suas criaturas que elas estavam vivendo em desobediência às suas leis e a dor viria como um meio de castigo, até que retornassem à obediência. Deus era mais temido do que amado. Durante esse período, a humanidade ainda se encontrava numa fase de infância espiritual em relação às profundas questões de natureza espiritual, incluindo a concepção sobre o próprio Criador.

Séculos e séculos depois, mais amadurecida espiritualmente, vem Jesus nos trazer os ensinamentos divinos com uma nova visão. Mostrou à humanidade de então, que Deus era justo mas igualmente e infinitamente misericordioso e o tratava por “Pai”. Jesus também ensinou que o sofrimento, quando aceito e suportado com resignação, coragem e submissão a Deus, seria a garantia da felicidade futura. Ensinou e exemplificou a necessidade de suportarmos, com paciência, as decepções e as vicissitudes da vida, pois esse é o caminho que nos concederá o direito da vida eterna.

Por esse motivo, o Sermão do Monte é um convite ao encorajamento diante da dor. Jesus expõe as consolações reservadas aos que sofrem, mas suas promessas se dirigem ao tempo futuro. Se considerarmos que viveremos “para sempre”, que nunca deixaremos de existir, que a vida é eterna, compreenderemos melhor as promessas de Jesus, garantindo novas existências com menos sofrimento, se confiarmos nEle e em Seus ensinamentos. Jesus mostrou que o sofrimento faz parte da vida como um meio de atingirmos a felicidade e a glória espiritual. Jesus falou ao nosso coração.

No entanto, nem nos tempos de Moisés e nem nos tempos de Jesus ficou claro o porquê do sofrimento, isto é, por que sofremos, por que a dor é necessária, por que ela faz parte da vida? Era preciso que a humanidade amadurecesse mais ainda e, somente 1800 anos depois da vinda de Jesus é que ela estava preparada para receber novas lições. Com o advento da Doutrina Espírita, marcada pelo lançamento de “O Livro dos Espíritos”, em 1857 por Allan Kardec, chegava à humanidade o Consolador prometido por Jesus, falando diretamente à nossa razão, respondendo aos “por quês” da vida, sobretudo quando sofremos.

O Espiritismo nos esclarece que o sofrimento representa a forma pela qual nos reequilibramos perante a harmonia divina, baseada totalmente na lei do amor. Toda vez que cometemos uma infração à essa lei, encontraremos, como consequência inevitável, a necessidade de nos equilibrarmos e isso se dá através da dor, único instrumento, por enquanto, capaz de nos reajustar às leis divinas, que insistimos em subestimar.

O Espiritismo nos ensina que existe uma causa justa e um objetivo útil para todas as dores. Ou seja, a causa é justa porque Deus é justo, e o objetivo é útil pois auxilia nosso progresso espiritual. Segundo o Benfeitor Emmanuel, “a dor é aviso santificante”, informando-nos de que algo está errado conosco, seja essa dor de natureza física ou moral.

No capítulo V de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, Allan Kardec dedicou muitas orientações sobre a questão do sofrimento, suas causas – atuais e anteriores – como também disponibilizou várias instruções dos Espíritos sobre o assunto. Toda vez que estivermos enfrentando momentos difíceis, façamos uma releitura desse Capítulo, pois certamente encontraremos muitas respostas, acalmando nossa razão e consolando nosso coração. Destacamos a lição: “Bem sofrer e mal sofrer”, do Espírito Lacordaire. Diz o Benfeitor Espiritual: “O desânimo é uma falta. Deus vos nega consolações se não tiverdes coragem. A prece é um sustentáculo da alma, mas não é suficiente por si só: é necessário que se apoie numa fé ardente na bondade de Deus. Tendes ouvido frequentemente que Ele não põe um fardo pesado em ombros frágeis. O fardo é proporcional às forças, como a recompensa será proporcional à resignação e à coragem”.

Em nosso atual estágio evolutivo, infelizmente, ainda temos necessidade do sofrimento e da dor para progredirmos espiritualmente. Não há outro recurso educativo para nossa alma.

Lentamente, no entanto, tomamos consciência de um ensinamento que Jesus nos deixou e que a Doutrina Espírita tomou como bandeira: “Fora da caridade não há salvação”, ou seja, Jesus nos ensinou que se quiséssemos alcançar a vida eterna, era preciso amar a Deus e ao próximo, fazendo a ele tudo o que gostaríamos que ele nos fizesse. Essa é prática da caridade que encontramos nos ensinamentos espíritas, como sendo uma forma de amenizarmos nossas dívidas perante a vida e acelerarmos, ao mesmo tempo, nosso progresso espiritual.

Nosso sofrimento diminui quando diminuímos o sofrimento do nosso irmão. Conquistamos momentos de alegria em nossa vida quando promovemos a alegria para os que sofrem. Foi o que Jesus nos ensinou, mas ao longo de tantos séculos, esquecemos e por isso, ainda hoje, sofremos...

06/06/2022


Dirección

Urbanizacion Binissafuller Sant Lluis
San Luis

Página web

Notificaciones

Sé el primero en enterarse y déjanos enviarle un correo electrónico cuando creativelook.pt publique noticias y promociones. Su dirección de correo electrónico no se utilizará para ningún otro fin, y puede darse de baja en cualquier momento.

Compartir

Categoría