01/07/2020
Eles estão mais interligados do q a gente imagina. Tem um post no meu feed tbm ( ) resumindo e amarrando alguns pontos principais p/ a gente refletir!
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Você sabia que “cultura do cancelamento” foi eleito o termo do ano (2019) pelo dicionário McQuaire?
Para falar um pouco sobre os impactos do discurso de ódio e da cultura do cancelamento, eu trouxe a advogada Bárbara Tigre , pesquisadora do tema - Possui especialização em História: Política, Cultura e Sociedade (UESB) e em Relações Sociais e Novos Direitos (UESB) - em andamento. A proposta do vídeo foi de trazer o máximo de informação acerca do assunto e, ao mesmo tempo, não se tornar denso. Espero que gere reflexões em vocês, como aconteceu comigo.
Apesar do cancelamento ter suas funções pedagógicas, ele surge, em muitos casos, atrelado ao discurso de ódio. Juntos, impedem o acesso à informação e paralisam o “sujeito cancelado”, causando um estanque social.
Em outros casos, o cancelamento aparece como única alternativa que viabilize a punição pelo erro. Se torna necessário quando há a negação e a persistência em atitudes problemáticas, como é o caso do cantor Victor que, além de agredir sua esposa, debochou da situação.
Entretanto, sendo as redes sociais ferramentas que fomentam a corrida pelo narcisismo, o ato de “cancelar” é feito, em muitos casos, visando a demonstração de superioridade intelectual. A fim de surfar na onda consciente, muitas pessoas cancelam apenas para ganhar o famoso “biscoito”.
A grande questão é: até que ponto a cultura do cancelamento é producente no que diz respeito a problemas sociais?
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