Instituto Casa da Photographia

Instituto Casa da Photographia O Instituto Casa da Photographia é uma ESCOLA DE FOTOGRAFIA para iniciantes e profissionais ou arti

Criada em 1997, por Marcelo Reis, o Instituto Casa da Photographia atua com Curso Livre técnicos e conceituais de fotografia para o público em geral.

26/05/2026
“Eu fui capaz de realizar uma imagem como desejava: não a forma como aparecia na realidade, mas como eu a senti e deveri...
18/05/2026

“Eu fui capaz de realizar uma imagem como desejava: não a forma como aparecia na realidade, mas como eu a senti e deveria aparecer na impressão final”, Ansel Adams.

Entre o Óbvio e o obtuso*, Oficina para fotografia preto e branco

A partir do estudo, por livre associação, das obras de fotógrafos, faremos um percurso sobre a estrutura físico-visual da fotografia em preto e branco enquanto linguagem.

Desde Ansel Adams, o criador da medição por zona, passando por Henri Cartier-Bresson, o criador do momento decisivo, Robert Franck, o criador do ensaio fotográfico, até fotógrafos contemporâneos que levaram a fotografia em preto e branco para além da imagem, para muito mais do que se ver.

Questões destacada na estrutura do curso, como a luz, a ação na fotografia, o fator ficcional da narrativa e a sentido do autor, são abordados de maneira à oferecer ao aluno a compreensão sobre o ato fotográfico a partir da linguagem do preto e branco, como diria o poeta, Ver sem está a pensar.

Distribuídos em 16 horas, entre teoria e avaliação de produção individual, o aluno será instigado a olhar com novos olhos, a organizar uma narrativa visual, potencializando a dramaticidade existentes na fotografia em preto e branco.

Conteúdo programático

A natureza das fotografias – Gêneros e subgêneros da fotografia;
Por uma gramática visual - entre Ansel Adams e Robert Frank, características da fotografia que determinam a aparência de uma imagem;
O imaginário segundo a natureza – conteúdo da mensagem fotográfica;
Entre o Óbvio e o obtuso - De que se trata uma fotografia em preto e branco.

Período: 07 até 30 de julho de 2026
Terças e quintas-feiras, das 19 às 21h . 16 horas
Investimento: R$ 250,00 a vista
Orientação: Marcelo Reis

Bibliografia entregue no dia da aula

Mais informações: WhatsApp: 71.99929.9727- Marcelo Reis
[email protected]

Encerrando a apresentação dos artistas participantes da exposição que tem contou com a curadoria de Bené Fonteles e pesq...
03/04/2026

Encerrando a apresentação dos artistas participantes da exposição que tem contou com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre a artistas participante do projeto Olhar negro, negro oLhar e sua antologia da Fotografia Negra da Bahia. *Até 05 de abril de 2026,* no Centro Cultural Fiesp, Av Paulista, 1313.

Zélia Gattai nasceu em 1916 na cidade de São Paulo e faleceu em 2008 em Salvador. Foi uma escritora, fotógrafa e memorialista brasileira, além de ter sido casada com o escritor baiano Jorge Amado, até o momento do falecimento desse. Zélia começou a fotografar durante o exílio do casal na Europa, entre 1948 a 1952, registrando o crescimento do filho Jorge com o intuito de mostrar para a família, e, posteriormente, a vida com Jorge Amado e o seu círculo social com amigos. Zélia, que se via mais como memorialista do que como fotógrafa profissional, publicou o seu primeiro livro, Anarquistas, Graças a Deus, em 1979, com fotos de sua autoria, recebendo por ele o Prêmio Revelação Literária.

Zélia publicou livros de memória, romances e literatura infantil, desde os seus 63 anos aos seus 89 anos de idade. Recebeu prêmios, titulações e diplomas, tendo sido eleita ainda, em 2001, para a cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, que antes era ocupada por Jorge Amado. As obras de Zélia compõem o acervo permanente na Fundação Casa de Jorge Amado, em Salvador, com seus livros, traduções e adaptações desses, e com uma coleção fotográfica com cerca de 12.000 negativos retratando a vida do casal e o seu meio cultural, tendo sido alguns desses compilados no livro Jorge Amado-Fotobiografia.

Com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre os artistas participantes ...
02/04/2026

Com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre os artistas participantes do projeto Olhar negro, negro oLhar e sua antologia da Fotografia Negra da Bahia. *Até 05 de abril de 2026,* no Centro Cultural Fiesp, Av Paulista, 1313.

Voltaire Fraga nasceu em 1911 no município de Nazaré, na Bahia, mudando-se para Salvador ainda na juventude, onde faleceu em 2006. Trabalhou como publicitário vendendo anúncios para o jornal Diário de Notícias, momento em que, em 1927, adquiriu uma câmera fotográfica, mais especificamente, uma VAG 9x12cm, fotografando a sua família e as paisagens que via em Salvador. A sua primeira fotografia data dos anos finais da década de 1920: uma velha cabana de pescadores na Rua Fonte do Boi, no Rio Vermelho. Em 1930, encaminhou fotos das obras urbanas da Colina do Senhor do Bonfim, de praias e ruas da capital baiana para o Rio de Janeiro, resultando em publicação na revista O Cruzeiro.

Voltaire destacou-se por capturar a vida cotidiana e as mudanças urbanas na cidade de Salvador, contando, em vida, com a realização individual de uma exposição em 1999, com 30 fotografias, na Fundação Pierre Verger. Posteriormente, seus registros compuseram as exposições “Abundante Cidade – Dessemelhante Bahia” (2008-2009), na Pinacoteca do Estado de São Paulo e na quinta edição do A Gosto da Fotografia, em Salvador, “Voltaire Fraga, Hoje (entre o ontem e o amanhã)” (2019) e “Voltaire Fraga - Uma Bahia em Movimento” (2023), tendo sido essas duas últimas realizadas na capital baiana també

Com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre os artistas participantes ...
01/04/2026

Com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre os artistas participantes do projeto Olhar negro, negro oLhar e sua antologia da Fotografia Negra da Bahia. *Até 05 de abril de 2026,* no Centro Cultural Fiesp, Av Paulista, 1313.

Vinicius Xavier nasceu em 1979 em Salvador, na Bahia. Ogan de Xangô do Terreiro Ilê Axé Icimimó, localizado em Cachoeira, Xavier é graduado em Comunicação Social e pós-graduado em Antropologia e atua como diretor de arte desde 2002. Pai de Caymmi e Elza, admirador da arte popular, colecionador de vinil da música popular brasileira, e fotógrafo autoral desde 2003, registra em seus trabalhos sobretudo a cultura popular afro-brasileira, documentando-a de forma a provocar encantamento em quem a vê.

Dentre os seus trabalhos, destacam-se o ensaio “Nego Fugido”, finalista do Prêmio Portfólio FotoDoc 2024, em que documenta a tradicional manifestação do Recôncavo da Bahia, e “Ìmalê - O Islã na Bahia”, que retrata o legado dos Malês, tendo sido apresentado em 2023 no Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco e no Festival Art Souterrain - 15th edition, em Montreal. O fotógrafo, finalista do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger 2016/2017, assina o ensaio fotográfico do livro “Nós, Os Tincoãs (2017) e integra o Memorial Pierre Verger da Fotografia Baiana, localizado em Salvador.

Com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre os artistas participantes ...
31/03/2026

Com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre os artistas participantes do projeto Olhar negro, negro oLhar e sua antologia da Fotografia Negra da Bahia. *Até 05 de abril de 2026,* no Centro Cultural Fiesp, Av Paulista, 1313.

Tacun Lecy nasceu em 1977 em Salvador, na Bahia, é Filho de Erinlè e de Oxum. Fotógrafo
profissional desde 2009, começou registrando comunidades de artesãos da Bahia em trabalho
para o Instituto de Artesanato Visconde de Mauá. Desenvolve pesquisas e documentações
fotográficas sobre as culturas africanas e afro-brasileiras, com o eixo centrado nos
Candomblés Jeje-Nagô do Recôncavo Baiano e nas Comunidades Remanescentes de
Quilombos. Fotógrafo premiado no Concurso Cultural Fotografe o Brasil, é autor dos livros
ÌYÈÈFUN: Farinha dos Humanos, Alimento dos Deuses (2015) – fruto da exposição
individual homônima – e Olhares sob a Pandemia (2020).
O fotógrafo, finalista do 19º Concurso Latino-Americano de Fotografia Documental Los
Trabajos Y Los Días, teve ensaios fotográficos exibidos no projeto “Olhos da Rua” e
fotografias publicadas na revista Fotografe Melhor e no site da National Geographic Brasil.
Participou das exposições “Corpo-Imagem dos Terreiros” (2014), na CAIXA Cultural
Brasília, “Axé Bahia: The Power of Art in an Afro-Brazilian Metropolis” (2017), em Los
Angeles, “Festa de Yemanjá 100 Anos” (2023), na Bahia. Recebeu o título Doutor Honoris
Causa, concedido pela Ordem dos Capelães do Brasil (OCB) e pela Faculdade Febraica, como
reconhecimento à importância das pesquisas e documentações realizadas ao longo da sua
trajetória. Compõe ainda o acervo permanente do Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana.

Com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre os artistas participantes ...
25/03/2026

Com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre os artistas participantes do projeto Olhar negro, negro oLhar e sua antologia da Fotografia Negra da Bahia. *Até 05 de abril de 2026,* no Centro Cultural Fiesp, Av Paulista, 1313.

Pierre Verger nasceu em 1902 em Paris, na França, e faleceu em 1996, em Salvador, na
Bahia. Autodidata, foi fotógrafo, etnólogo, antropólogo, pesquisador e escritor. Começou a
fotografar em 1932, percorrendo ao redor do mundo e registrando imagens de diferentes
culturas. Destacou-se pelo seu trabalho com a cultura afro-brasileira, nas relações entre Brasil
e África, mais especificamente, entre Bahia e Benin, a exemplo do Candomblé, e ficou
conhecido como Fatumbi, nome que significa “nascido de novo pela graça de Ifá”, em 1953,
após ser iniciado como babalaô, na cidade de Ketu.
Verger é autor de livros como “Fluxo e refluxo: Do tráfico de escravos entre o golfo do Benim
e a Bahia de Todos-os-Santos, do século XVII ao XIX”, publicado pela primeira em 1968 na
França e em 1987 no Brasil, e “Orixás: deuses iorubás na África e no Novo Mundo” (1981),
pela Editora Corrupio.Verger tornou-se integrante do corpo docente da UFBA e colaborou
com a criação do Museu Afro-Brasileiro, inaugurado em 1982 em Salvador. Suas fotografias,
referências imagéticas da cultura afro-brasileira, compõem o acervo permanente de
instituições como a Fundação Pierre Verger e o Museu de Arte Moderna da Bahia
(MAM-BA), ambos localizados na capital baiana.

Que tal fotografar o maior Candomblé de rua do mundo? O Instituto Casa da Photographia te leva para uma Photo Expedição ...
24/03/2026

Que tal fotografar o maior Candomblé de rua do mundo? O Instituto Casa da Photographia te leva para uma Photo Expedição em Santo Amaro, para registrar a força e a beleza do Bembé do Mercado, no dia 17 de maio (domingo). A saída está prevista para 7h30, em frente à Biblioteca dos Barris, com retorno estimado às 18h.

O Bembé no Mercado é uma grande celebração cultural e religiosa que acontece em Santo Amaro, no Recôncavo Baiano. Ele é considerado o maior candomblé de rua do mundo, reunindo diversos terreiros e comunidades para celebrar a liberdade e a ancestralidade negra.

O Bembé marca a comemoração do fim da escravidão no Brasil, ligado à Abolição da Escravatura no Brasil. A tradição começou logo após a abolição, quando pessoas negras libertas foram às ruas celebrar com música, dança e rituais do Candomblé.

O deslocamento será realizado em van executiva, e a atividade contará com 15 vagas disponíveis, o investimento por pessoa é R$150,00, pagos via PIX 46.398.809/0001-14.

Para mais informações e inscrições, entre em contato pelo WhatsApp (71) 99929-9727 ou pelo Instagram .

Com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre os artistas participantes ...
18/03/2026

Com a curadoria de Bené Fonteles e pesquisa e organização de Marcelo Reis, conheça mais sobre os artistas participantes do projeto Olhar negro, negro oLhar e sua antologia da Fotografia Negra da Bahia. Até 05 de abril de 2026, no Centro Cultural Fiesp, Av Paulista, 1313.

Miguel Rio Branco nasceu em 1946 em Las Palmas, na Espanha, é um artista multidisciplinar, que reúne fotografias, pintura/desenho, instalações e direções de filme em sua trajetória. Como seu pai era diplomata, passou a infância vivendo em diferentes países: Portugal, Suíça, Brasil e Estados Unidos. Em 1996, estudou no Instituto de Fotografia de Nova Iorque e, em 1968, na Escola de Desenho Industrial, no Rio de Janeiro. Iniciou suas experimentações artísticas em Nova Iorque, na década de 1970, com imagens em preto e branco. Suas mais de 200 obras dialogam com temas como sexualidade, violência, dor e solidão.
O fotógrafo conquistou o Prêmio da I Trienal de Fotografia do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) em 1980, e o Prêmio Kodak de la Critique Photographique, em Paris, 1982. Suas fotografias foram expostas ao redor do mundo, como na França, na Holanda, nos Estados Unidos e no Brasil. O artista possui obras no acervo de coleções públicas e particulares européias e americanas, como no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), no Museu de Arte de São Paulo (MASP), no Centre George Pompidou, em Paris, no San Francisco Museum of Modern Art, no Stedelijk Museum, em Amsterdã, no Museum of Photographic Arts of San Diego e no@Metropolitan Museum of New York.

Endereço

Rua General Labatut 58, Barris [Frente A Biblioteca Central Dos Barris]
Salvador, BA
40070-100

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

Telefone

+5571983538899

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