30/07/2025
Na força dessa Oyá que habita minha casa, guerreira e senhora dos ventos e dos eguns — aprendi que ver é muito mais do que olhar.
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Com ela, entendi que a imagem também pode ser flecha.
Que o clique carrega silêncio e ancestralidade.
Que fotografar o sagrado é, também, atravessar portais.
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Ela, que dança com os espíritos, que segura a espada com firmeza e dignidade, me guia a captar o instante entre mundos.
A Oyá que carrega o Oxé, carrega também o poder de transformar o tempo.
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E me ensina, todos os dias, que fotografar é permitir que o invisível se revele com respeito.
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Que minha lente continue sendo caminho, oferenda e reverência.
Como Oyabá: firme, ancestral e cheia de axé.
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