27/11/2025
Os textos escolhidos neste livro, por nosso professor de português : Sr SAITO Roberto, foram extraídos para fazer a prova de português no Baccalaureat. (ENEM no Brasil só que la é uma prova nacional francesa que se faz também em todos os ,- Lycées Français - no mundo além da França). Têm alguns professores das matérias fundamentais que são nomeadas pelo próprio ministério da educação francesa porque já é financiado pelo próprio governo francês (são professores já concursados na França).
A França escolheu dominar o mundo pela sua cultura, e é uma forma deste jeito também de imperialismo do dominador pela economia.
O idioma francês é aquele da Diplomacia porque dentre destes estabelecimentos, EM TEMPO INTEGRAL (pelo menos desde do CP - curso preparatório fundamental - até o final do encino médio como na França no sistema Público francês), existem todos tipos de nacionalidades porque é um dos únicos moldes escolares que é representado internacionalmente no mundo inteiro e dentro, os alunos, têm a obrigação de falar e escrever em francês, língua dispensada nas aulas.
Algumas crianças brasileiras de alto padrão foram acompanhar o processo de aprendizagem do idioma desde do jardim de criança, o que não foi meu caso, cheguei lá no último ano do ensino médio.
Estas estruturas são práticas para que uma criança acompanhe uma escolaridade normal acompanhando os pais nas suas migrações de EXPATRIAÇÃO.
Com o objetivo final de ingressar uma faculdade na França porque este estabelecimentos francês no mundo são conectados pelas próprias homologações do diploma de Baccalaureat com as universidades francesas.
No meu ano, na especificidade da minha trajetória, vindo de um estabelecimento de subúrbio da periferia de Toulouse (o que me deu todos os direitos a ingressar o estabelecimento não por questões econômicas mas por questões de direitos como criança francesa não mais está vez pela responsabilidade da Mãe mas agora neste momento na responsabilidade do pai).
Já treinado e mais próximo da realidade dos programas educacionais franceses, foi eu que tive a responsabilidade este ano para preparar a prova do português para o resto dos alunos da sala porque eu era recentemente chegado no Brasil e além da preparação do - Baccalaureat - eu participava de um curso de português PARTICULAR no meu bairro de moradia (Higienópolis) para me ameliorar para a prova.
E sobre tudo, foi um teste para o estabelecimento como "criança piloto" já como migrante Brasileiro na França criança, voltado pela primeira vez perto da minha família paterna para operacionar o nível escolar geral da sessão do BAC de 1991 no liceu.
Eu tirei a nota 10/20 no português e além de critérios comportamentais nas outras disciplinas, eu ganhei a classificação de 12 sobre 47 alunos cadastrado na prova do Baccalaureat do ano de 1991 do Lycée Français Pasteur de São Paulo.
Eu não apareci na foto da Turma do ano 1991, só ganhei o diploma no final como aluno na sessão " Série A1, A2, B " porque eles escolheram o único dia do ano que eu faltei para fazer a foto da sala (mais ou menos 24 alunos na minha seria e o restante na séria C e D os científicos e os biológos).
Uma segunda-feira por ter voltado do Rio de Janeiro este fim de semana com Alain Georges no carro e terminei de não ir para aula este dia porque cheguei atrasado em São Paulo.
Meu apelido era - Cabeção -.
Mas eu nunca fui " cu de ferro ", aquele que tinha este estilo era DROUET Alban.
Fabienne FAKHOURI, que saiu como Major de promoção, mereceu seu lugar. Ela era uma menina além de bonita, era sorridente com tudo mundo e além de estar acima da média em literatura (porque o que eu gostava dela é que ela falava português as vezes comigo o que me dava ainda mais respeito de ela aceitar me falar em português com um recente chegado da França que tinha esquecido sua língua natal), também ela já tinha grandes habilidades nas artes.