Rafael Karelisky Fotografia

Rafael Karelisky Fotografia Fotografia de Casamento, Famílias e todos momentos felizes da vida :)

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 Porque autenticidade não é parecer diferente.É parar de negociar quem você é.O Thommy parece simplesmente ter parado de...
02/06/2026



Porque autenticidade não é parecer diferente.
É parar de negociar quem você é.

O Thommy parece simplesmente ter parado de pedir autorização.

O cabelo completamente indomável, a barba já misturando tempos diferentes, o moletom sem preocupação em parecer sofisticado, e ao mesmo tempo um olhar muito consciente de si.

A foto tem uma tensão bonita entre caos e controle.

O cabelo vai para todos os lados.
O olhar não.

O rosto está inclinado.
O olhar está firme.

A aparência parece rebelde.
A expressão tranquila.

São justamente essas contradições é quem dão força ao retrato.

📍no ateliê — 2026

 Nada do que está nessa foto começou sendo aquilo que é hoje. Nem a obra. Nem o artista. Nem o fotógrafo.O trabalho do A...
01/06/2026



Nada do que está nessa foto começou sendo aquilo que é hoje. Nem a obra. Nem o artista. Nem o fotógrafo.

O trabalho do André nasce de um gesto lindo que é olhar para algo (no caso dele, algo que já foi descartado) e encontrar nele uma nova possibilidade de existência. Um processo que é meio que parecido com o de um retrato.

Transformar matéria é difícil.
Mas, transformar signif**ado é muito mais.

O encontro e o papo foram lindos. Porque não falamos sobre arte. Falamos sobre reinvenção. Sobre identidade.

Sobre aquilo que permanece quando tudo muda.

O André vive um desses momentos raros em que a vida parece encontrar a própria linguagem. E quando isso acontece, a obra deixa de ser apenas algo que você faz. Ela passa a ser algo que você é.

📍Recife no — 2026

 Ela tem uma qualidade rara, algo não se compra, não se copia e não se aprende num tutorial: ela é confortável sendo ela...
29/05/2026



Ela tem uma qualidade rara, algo não se compra, não se copia e não se aprende num tutorial: ela é confortável sendo ela mesma.

Ela não parece estar tentando ser interessante. E justamente por isso é tão magnética. Sendo ela mesma.

Algumas pessoas têm estilo.
Outras têm identidade.

A diferença é que estilo pode mudar de uma roupa para outra. Identidade permanece.

Fotografo a Clara há muitos anos.
Tempo suficiente para ver fases mudarem, trabalhos crescerem e a vida seguir seu curso.

E existe uma coisa que sempre esteve lá.

Uma leveza difícil de explicar.

Ela entra no estúdio sem precisar provar nada. Sem construir personagem.

E é por isso essas fotos funcionam.

Porque cada imagem parece mostrar uma pessoa diferente. Mas todas mostram exatamente a mesma mulher.

A da presença tranquila.
Do olhar seguro.
Do humor rápido.
Da elegância que não depende de esforço.

A beleza chama atenção primeiro.
Mas o que permanece é outra coisa.

É a sensação de estar diante de alguém que já entendeu quem é.

E isso sempre fotografa bem.

Make .maquiadora

📍no ateliê — 2026

27/05/2026

Bastidores dos retratos do em Recife no o resultado final esta no feed

 Tem gente que permanece mesmo quando quase tudo ao redor tenta empurrar pro silêncio.O Canibal é um desses caras.Mais d...
27/05/2026



Tem gente que permanece mesmo quando quase tudo ao redor tenta empurrar pro silêncio.

O Canibal é um desses caras.

Mais de 30 anos sustentando o underground no grito, no corpo e na insistência. Fazendo barulho onde quase nunca existe estrutura, dinheiro ou reconhecimento proporcional ao impacto cultural que isso gera. Porque o hardcore brasileiro é mais do que música. É sobrevivência. Contracultura. Comunidade. Resistência cotidiana.

Os dreads ocupam o quadro. Raízes. Chicotes contra a neutralidade do mundo. Tudo gira ao redor enquanto ele permanece firme no centro.

Existe uma beleza e dignidade muito forte em insistir e continuar.
Continuar criando.
Continuar tocando.
Continuar ocupando espaço.
Continuar acreditando que música ainda move alguma coisa dentro das pessoas.

📍Recife — 2026

 Toda vez que alguém inventa uma nova extensão para um instrumento, no fundo está tentando expandir outra coisa também.O...
15/05/2026



Toda vez que alguém inventa uma nova extensão para um instrumento, no fundo está tentando expandir outra coisa também.

O alcance.
Não só o físico.
O sonoro.
O emocional.
O imaginativo.

O Michel vive nesse território.

Mais cordas, mais graves, mais possibilidades, mais espaço para explorar frequências que antes não existiam naquele corpo.

Mas o mais interessante nunca é a técnica em si. É o que alguém faz com ela. A guitarra como uma continuação do corpo. Não como ferramenta de virtuosismo vazio, mas como território de pesquisa. De curiosidade. De expansão.

Talvez seja isso que mais me interessa em músicos assim: gente que continua empurrando os próprios limites, mesmo quando já poderia simplesmente repetir fórmulas.

No fim, alcance estendido talvez seja sobre isso.
Sobre se recusar a caber só no que já existe.

📍no ateliê — 2026

O  é um desses caras mais surpreendentes que temos na cena do Heavy Metal. Tem uma coisa curiosa no metal. Pra quem olha...
07/05/2026

O é um desses caras mais surpreendentes que temos na cena do Heavy Metal.

Tem uma coisa curiosa no metal. Pra quem olha de fora, parece agressividade o tempo inteiro. Peso. Velocidade. Violência.

Mas aí você encontra alguém como o Dirk.
Não é só o baterista do Megadeth, ou do Soilwork, Bentsea ou de muitos outros projetos

Precisão e pressão absurdas. Técnica monstruosa. Décadas de estrada. E fora da bateria, aparece quase o oposto do imaginário que muita gente cria: fala baixo, sorri fácil, escuta com atenção, pensa música (a vida e o mundo) de um jeito profundamente humano e orgânico.

No meio do papo, ele falou algo que ficou comigo. Sobre aceitar pequenas variações de tempo. Sobre música viva. Sobre não transformar tudo numa grade perfeita e sem respiração.

E foi por isso que quis fazer esses retratos assim. Uma foto abraça o estereótipo: o olhar duro, as luvas, a tensão, quase uma caricatura do thrash metal. Na outra, aparece o cara por trás do personagem. O humor. A delicadeza. O brilho de alguém que ama profundamente o que faz.

Fotografei o Dirk nos bastidores da gravação da um podcast de bateristas. Que aliás o episódio já esta no ar.

E honestamente, ainda acho muito doido viver num ponto da vida em que pessoas que fizeram parte da minha formação musical acabam parando em frente da minha câmera.

Alguns encontros a fotografia registra. Outros ela devolve pro baterista que que fui e que ainda vive aqui dentro.

Thank you so much Dirk for reminding me that precision and humanity can exist together. Even the heaviest music still needs a human pulse.

📍nos bastidores da TV BRABA — 2026

Tem retrato que te representa.
E tem retrato que te esconde.Todo retrato é um encontro.

Mas alguns encontros passam ráp...
05/05/2026

Tem retrato que te representa.
E tem retrato que te esconde.
Todo retrato é um encontro.

Mas alguns encontros passam rápido demais.
Com o Izzo foi assim.

A gente começou falando de trabalho
e, quando viu, já estava trocando 
bandas, referências, histórias…
daquelas conversas que puxam outras
e fazem o tempo desaparecer.

Porque quando existe química,
o retrato é só consequência.
E é bonito quando isso acontece.
Tem algo nele que me lembra muito o meu próprio começo.
A mesma vontade, a mesma curiosidade,
essa energia apaixonada, às vezes confusa, 
de quem ainda está descobrindo até onde pode ir.

Em várias fotos, o Izzo tem uma quietude. 
O gesto na têmpora, o olhar direto mas suave,
o yin-yang no peito…
tudo aponta pra alguém em processo.
Mas aí vem o detalhe que quebra essa leitura.
O anel.
Quase como um lembrete silencioso
de que, no meio de toda reflexão,
existe também um “eu faço do meu jeito”.

E é nesse equilíbrio que a coisa acontece.
Entre o pensar e o agir.
Entre o caos e a intenção.
No fim, não é só sobre estética.
Nunca é.
📍no ateliê — 2026

 em uma noite histórica no  O tempo tem um jeito curioso de reorganizar tudo.O que um dia foi ruptura,com o passar dos a...
27/04/2026

em uma noite histórica no

O tempo tem um jeito curioso de reorganizar tudo.

O que um dia foi ruptura,
com o passar dos anos vira memória,
depois vira história,
e, quando a gente menos espera,
vira encontro de novo.

Ontem, no Bangers Open Air,
vi isso acontecer diante dos meus olhos.

O Angra no palco.
Formações que marcaram épocas diferentes,
pessoas que ajudaram a construir um som
que atravessa a minha vida desde sempre.

Ouvir aquelas músicas ao vivo já seria forte.
Mas ver todos ali, juntos,
depois de tudo que o tempo levou e trouxe de volta…
foi diferente.

Foi emocionante de um jeito difícil de explicar.

E, no meio disso tudo,
eu estava ali com a câmera na mão.

Fazendo parte da cobertura oficial da própria banda.
Registrando um momento que, anos atrás,
eu só vivia na platéia do outro lado.

Tem coisas que a gente não romantiza.
Mas essa aqui eu faço questão.

Sou grato pela confiança, pela oportunidade e pelo lugar que venho construindo aos poucos.

Porque no fim, não é só sobre estar perto.
É sobre estar pronto quando o momento chega.

📍Bangers Open Air — 26 de abril de 2026



Vcs arrebentaram tudo!!

Foram dois dias intensos, 10 pessoas, muitos retratos e ainda mais conversas. Sempre que termino uma turma de workshop c...
12/04/2026

Foram dois dias intensos, 10 pessoas, muitos retratos e ainda mais conversas. Sempre que termino uma turma de workshop como o VÉRTICE, f**a muito claro pra mim o quanto esse tipo de encontro faz sentido.

Não é só sobre luz. Não é só sobre técnica. É sobre encontrar pessoas que estão buscando olhar com mais consciência para o que fazem.

E, pra mim, existe algo muito especial em sentar, conversar e pensar fotografia junto. Esses encontros me lembram por que comecei e por que continuo. Existe algo muito forte em reunir pessoas para olhar, pensar e construir fotografia juntas.

Obrigado a cada um que esteve aqui. Esses dias me lembram o quanto eu amo fazer isso.

As próximas turmas já estão começando a ser pensadas. Se você quer participar de uma próxima edição, me escreve na DM.

Turma 01 :









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São Paulo, SP

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