Max Nogueira Fotografia

Max Nogueira Fotografia "A fotografia sempre me espanta, com um espanto que dura e se renova, inesgotavelmente." Roland Barthes

Conheci a fotografia aos 14 anos, quando fui trabalhar com a fotografa Glória Flügel especializada em retratos empresarias, políticos e publicitários. Durante os 12 anos que trabalhei ao seu lado tive a oportunidade de aprender, estudar e aprimorar meu "olhar" e me apaixonei pela arte de fotografar pessoas. Desde 2011 me dedico a fotografar pessoas trabalhando nas áreas de ensaio fotografico, eventos sociais e shows.

algumas pessoas entram na nossa vida através de um trabalhoe sem perceber, já estamos acompanhando capítulos inteiros da...
25/05/2026

algumas pessoas entram na nossa vida através de um trabalho

e sem perceber, já estamos acompanhando capítulos inteiros da história delas

conheci a em 2021, quando ela estava saindo da CLT para abrir sua própria empresa, na época fotografamos sua primeira sessão de posicionamento

pensando exatamente em comunicar aquela nova fase

a coragem
as dúvidas
o recomeço
a mulher que ela estava se tornando

depois vieram outros ensaios
eventos
conversas sobre trabalho
família
medos
planos

até que chegou a Olivia ❤️

e é impossível não perceber como a fotografia ganha outro signif**ado quando atravessa o tempo

porque hoje eu não vejo apenas uma mãe segurando sua filha, eu vejo uma mulher que acompanhei se transformando ao longo dos anos

e talvez seja isso que mais me emocione no que faço

perceber que a fotografia não serve apenas para lembrar como éramos, mas para mostrar tudo aquilo que vivemos até chegar aqui.

um dia a Olivia vai olhar essas imagens
e enxergar não apenas o rosto da mãe dela

mas o amor
a construção
a história inteira que existia antes mesmo dela nascer

e acho que existe algo muito bonito nisso:
ter alguém registrando as fases da sua vida enquanto elas acontecem, porque o tempo passa rápido demais para confiar apenas na memória.

me conta…

você também tem alguém que já acompanhou diferentes fases da sua vida?

O preto e branco sempre teve um efeito muito profundo em mimtalvez porque ele silencie tudo aquilo que sobra
e deixe ape...
20/05/2026

O preto e branco sempre teve um efeito muito profundo em mim
talvez porque ele silencie tudo aquilo que sobra

e deixe apenas o que realmente importa

o toque que acontece sem perceber
o abraço apertado no meio da risada

o olhar de uma mãe tentando guardar um instante
antes que ele mude outra vez

nessa sessão não existe cenário tentando chamar atenção

não existe excesso
existe você
seu filho
e a forma como vocês se encontram

e talvez seja justamente isso
que torne essas imagens tão íntimas

porque no fim…

a fotografia nunca foi sobre produzir uma imagem bonita
foi sobre sentir algo
mesmo muitos anos depois

abrimos uma data extra para a sessão ENTRE
neste sábado dia 23.05.

se você sentir que esse momento também merece ser guardado,
comenta “quero” que eu envio nossa proposta 🤍

tem momentos que não pedem palavrassó presençaum gesto mais lentoum olhar que se fechaum abraço que acolhee, por alguns ...
05/05/2026

tem momentos que não pedem palavras

só presença

um gesto mais lento
um olhar que se fecha
um abraço que acolhe

e, por alguns segundos,
o mundo parece parar

talvez seja isso que a gente busca sem perceber

não a foto perfeita
mas a sensação de estar ali
inteiro

essas sessões têm sido assim
silenciosas, profundas, verdadeiras

e por isso eu decidi abrir duas últimas datas

dias 08 e 09 de maio no estúdio.

para quem ainda sente que esse momento precisa existir

se fez sentido pra você
me chama

ENTRE
o agora e o que um dia vai fazer falta

tem histórias que eu não fotografo uma vezeu acompanho, eu já fotografei tantos momentos na vida da Ana…o começoa espera...
02/05/2026

tem histórias que eu não fotografo uma vez

eu acompanho, eu já fotografei tantos momentos na vida da Ana…

o começo
a espera
a transformação

e agora, ver o Vini crescendo assim…
solto
rindo
ocupando o mundo

me lembra de uma coisa muito simples
e muito importante

o tempo não pede permissão

ele só acontece

e, no meio disso, existem momentos assim
leves
espontâneos
quase despretensiosos

mas que um dia…
vão ser exatamente o que mais importa

talvez a gente não fotografe no momento perfeito

mas no momento que existe

ENTRE
o agora e o que um dia vai fazer falta.

tem momentos que passam tão rápido…que a gente nem percebe que já viraram memóriauma risada no meio do diaum abraço sem ...
30/04/2026

tem momentos que passam tão rápido…
que a gente nem percebe que já viraram memória

uma risada no meio do dia
um abraço sem motivo
aquele jeito só de vocês

e, quando a gente vê…
mudou
cresceu

ficou no tempo
talvez fotografar não seja sobre guardar o que é bonito

mas sobre não esquecer
o que foi vivido
ENTRE o agora
e o que um dia vai fazer falta

Tem uma fase da maternidade que não avisa quando vai passar.Ela acontece nos dias comuns.
No colo apressado.
No cabelo a...
23/04/2026

Tem uma fase da maternidade que não avisa quando vai passar.

Ela acontece nos dias comuns.
No colo apressado.
No cabelo arrumado com pressa.
No abraço que vira rotina.

E talvez seja justamente por isso,
que quase não existem fotos dela.

Existem muitas fotos dos filhos.
Mas poucas onde a mãe também está.
Presente. Inteira. Dentro da cena.

Eu venho pensando muito sobre isso.
E foi desse incômodo silencioso que nasceu esse projeto.

ENTRE
o que f**a quando o tempo passa

Retratos em preto e branco, simples e íntimos.

Pensados para guardar o que normalmente passa despercebido:
o vínculo.

As sessões acontecem em datas específ**as:
26 de abril
01 e 02 de maio

Serão apenas 15 famílias.

Se isso tocou você de alguma forma, comenta com um EU QUERO.

Eu te explico com calma.

Eu lembro da Rita me dizendo que tinha vontade de usar um vestido estampado, mas ficou insegura.Porque quando a gente ab...
20/04/2026

Eu lembro da Rita me dizendo que tinha vontade de usar um vestido estampado, mas ficou insegura.

Porque quando a gente abre o Pinterest ou o Google,
parece que existe um padrão invisível.

Grávidas de branco.
Vestidos leves, neutros, quase etéreos.
Tudo muito bonito.

Mas, às vezes… distante.

E então a Rita chegou assim.
Colorida.
Viva.
Cheia de forma.
Um vestido que não tentava suavizar quem ela é,
mas que afirmava.

E é impossível não perceber: aquela imagem não poderia ser de mais ninguém.

Porque a roupa também é personalidade.

Ela fala sobre o seu jeito,
sobre o seu momento,
sobre quem você é agora.

E talvez o erro esteja em tentar se encaixar
em uma estética que não te pertence.

Porque a fotografia não é sobre caber em uma referência.

É sobre se reconhecer nela.
Porque daqui 10, 15 ou 20 anos…
não vai ser sobre o que era tendência.

Vai ser sobre verdade.

Sobre olhar pra essa imagem
e saber que era você.
Inteira.

Mesmo que, com o tempo, o seu estilo mude.
Porque cada escolha também marca uma fase.
E essa fase merece ser lembrada com honestidade.

Não é sobre ter a foto perfeita.
É sobre não esquecer como era.

Porque o tempo não avisa quando vai mudar tudo.
E, na maioria das vezes…
muda em silêncio.

Quando você olha suas fotos elas se parecem com você ou uma ideia que alguém te falou?

Eu fiquei pensando nas respostas de vocês, nos stories.E tem algo que não sai da minha cabeça.Nenhuma mãe falou de grand...
19/04/2026

Eu fiquei pensando nas respostas de vocês, nos stories.
E tem algo que não sai da minha cabeça.
Nenhuma mãe falou de grandes momentos.

Ninguém falou de viagens incríveis.
De festas.
De datas importantes.

Vocês falaram do cheiro.
Das primeiras palavras.
Do jeito desengonçado de correr.

De assistir desenho juntos.
De dar comida.
De coisas tão simples… que quase passam despercebidas.

E talvez seja exatamente esse o ponto.

A vida que você vai sentir saudade
não é a extraordinária.

É a comum.

Aquela que acontece todos os dias.
Sem aviso.
Sem importância aparente.

Mas que, com o tempo,
se transforma em tudo.

Porque muda.
O cheiro muda.
A voz muda.
O jeito de te procurar muda.

E aquilo que era rotina,
vira memória.

E me chama atenção uma outra coisa.
Muitas mães vivem tudo isso intensamente,
mas quase não existem nas imagens que f**am.

Estão em cada detalhe.
Em cada cuidado.
Em cada gesto.

Mas não se veem depois.

E um dia… isso pesa.

Porque não é só sobre lembrar do seu filho pequeno.
É sobre lembrar de você com ele.

Da forma como ele te via.
Da forma como você existia naquele tempo.

Talvez registrar não seja sobre guardar momentos.
Mas sobre não desaparecer deles.

O que hoje parece comum na sua rotina, mas você sabe que um dia vai ser exatamente o que mais vai sentir saudade?

Em todas essas memórias… você está.Mas será que você aparece?No meio de tudo,você estava lá.Em cada risada.Em cada desco...
18/04/2026

Em todas essas memórias… você está.
Mas será que você aparece?

No meio de tudo,
você estava lá.

Em cada risada.
Em cada descoberta.
Em cada momento que parecia pequeno demais pra ser guardado.

Você esteve em tudo.

Mas me diz… quando for reviver estas memórias.

Onde você vai estar?

Porque muitas mães vivem intensamente cada fase.

Sentem.
Cuidam.
Se entregam por inteiro.

Mas, quando o tempo passa,
percebem que quase não existem
nas fotos que f**aram.

É como se tivessem sido parte de tudo,
mas não pudessem voltar para ver.

E talvez essa seja uma das ausências mais silenciosas da maternidade.

Não a falta de momentos.
Mas a falta de si mesma dentro deles.

Porque um dia, não é só ele que vai querer lembrar.

Você também vai.

E não basta saber que viveu.

Você vai querer se enxergar ali.
No abraço.
No olhar.
Na forma como ele te via naquele tempo.

Talvez registrar não seja só sobre guardar o crescimento dele.

Mas sobre garantir que você também exista nessa história.

Agora me conta, quando você olhar pra trás.
vai conseguir se ver… ou só sentir que esteve lá?

A gente acha que vai lembrar.Lembrar de como era dormir com ele ali do lado.
Do jeito que um graveto virava espada…
e, d...
17/04/2026

A gente acha que vai lembrar.
Lembrar de como era dormir com ele ali do lado.

Do jeito que um graveto virava espada…
e, de repente, você estava congelado no meio do quintal, vencido por uma magia que só ele entendia.

A gente acha que vai lembrar da primeira pedalada sozinho.
Da coragem misturada com medo.

Daquele segundo em que você solta,
e percebe que ele foi.

A gente acha que vai lembrar das coisas grandes.

Mas, no fim…
são as pequenas que f**am.

O pé sujo de tinta no quintal.
A mangueira aberta num dia quente.
As bolinhas de sabão estourando no ar.

O cheiro do mato no fim da tarde.
O choro de dengo quando o mundo não saía do jeito que ele queria.

Tudo isso parecia comum.
Até deixar de ser.

Porque muda.
Sem aviso.

Um dia ele já senta direito.
No outro, já não precisa da sua ajuda pra dormir.

E quando você percebe,
aquele cotidiano virou memória.

Talvez por isso, pra mim, nunca tenha sido sobre cenário perfeito.
Nem sobre roupa alinhada.

É sobre isso aqui.
É sobre o agora.
É sobre aquele instante.

Sobre aquilo que acontece no meio.
Sem direção.
Sem roteiro.
Sem esforço.

Porque é ali que a vida realmente está.

Quantos desses momentos você já viveu… e qual deles você queria ter uma foto para reviver?

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