23/11/2019
Quando eu larguei a vida CLT para viver de fotografia eu queria fazer o que eu amava e ter uma vida com mais propósito, mas eu ainda não imaginava a proporção enorme que isso poderia ter. Eu não lembro de quando eu fui batizada pela minha madrinha, que é minha segunda mãe, e provavelmente a Laura que hoje tem 1 aninho também não se lembrará desse momento no futuro, mas a fotografia congelou esse dia pra ela saber como foi quando crescer, o exato momento em que a sua madrinha assume "oficialmente" esse papel. Já foram mais de 170 famílias fotografadas por mim, e eu sigo me emocionando e me envolvendo com a história de cada uma delas. Nunca será apenas sobre trabalhar com fotografia. É amor, é vida, são histórias únicas e famílias especiais.