09/09/2025
Em nossa visita à 36ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo, intitulada “Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática”, reconhecemos uma curadoria que aposta em pluralidade, diversidade cultural, instalações imersivas e diálogos transdisciplinares, reforçando o papel da Bienal como espaço de experimentação e debate, afinal um dos mais importantes palcos da arte contemporânea global.
Mais uma vez, a mostra qual fomos convidadas para visitar em primeira mão se impõe como um convite indispensável à reflexão crítica e mantém sua função essencial de provocar, desestabilizar e abrir espaço para novas perspectivas.
E lá fomos nós, traçar um olhar Phoética sobre os tantos olhares que estavam ali expostos e dispostos. Confissão: ficamos em um estado de deriva entre salas e discursos, sentindo um desencontro não naturalizado entre núcleos expositivos, apesar da relevância das temáticas, algo que infelizmente pareceu diluir a potência de algumas propostas.