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Leanach | cottage house. século 18Construção em pedra, turfa e palha.Resistência ao tempo, história, gerações, guerra.
26/11/2022

Leanach | cottage house. século 18
Construção em pedra, turfa e palha.
Resistência ao tempo, história, gerações, guerra.

Destiladores de cobreMuir of Ord | Escócia - Ano 1850A origem de   Aprecie com moderação Não compartilhe com menores de ...
18/11/2022

Destiladores de cobre
Muir of Ord | Escócia - Ano 1850
A origem de


Aprecie com moderação
Não compartilhe com menores de 18 anos.

Espaços que ocupamos que, com o passar do tempo, seguem ocupando um lugar bonito na nossa memória e nos nossos sentiment...
11/11/2022

Espaços que ocupamos que, com o passar do tempo, seguem ocupando um lugar bonito na nossa memória e nos nossos sentimentos.
Voltar a Zuoz mais de duas décadas depois, foi revistar a minha história e olhar com carinho para o Victor de 11 anos que saia de Maceió e chegava até aqui, se virando pelo mundo ao lado do meu irmão Fernando e ao meu primo Sergio que me ensinaram muito nessa jornada.
Há 23 anos eu abria essa porta sem saber ao certo o que era o mundo. Talvez ainda nem saiba - isso não importa, mas foi passando por essa porta que a jornada da vida me permitiu enxergar o mundo mais curioso e atento.

Veneza, 1957. Olivetti | Carlo Scarpa
11/11/2022

Veneza, 1957. Olivetti | Carlo Scarpa

Servizio Gondole | Veneza, Italia
09/11/2022

Servizio Gondole | Veneza, Italia

Veneza, 8:46am
09/11/2022

Veneza, 8:46am

“May it be a light to you in dark places, when all other lights go out”. Scarpa, Carlo.iluminação, epifania, inspiração,...
07/11/2022

“May it be a light to you in dark places, when all other lights go out”. Scarpa, Carlo.

iluminação, epifania, inspiração, intuição, visão, percepção… revelação através de seus olhos.

diário de bordo | socotra . iêmen • dia 4
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Era chegado o grande dia para qualquer viajante que vai a Socotra: a ida ao ...
27/10/2022

diário de bordo | socotra . iêmen • dia 4
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Era chegado o grande dia para qualquer viajante que vai a Socotra: a ida ao Platô de Diksam, o berço das dragon blood trees.
Nas três horas de estrada rumo ao coração da ilha, no alto das montanhas, paramos para ver as primeiras e majestosas árvores sangue-de-dragão, com mais de 500 anos de idade.
Chegar, parar, olhar, estranhar, observar. Ver essas árvores de perto me deu a sensação de estar em um mundo de ponta-cabeça, com as raízes para cima e talvez, quem sabe, a copa debaixo da terra. Estranhei a perfeição da natureza ao observar cada detalhe oferecido. Para deixar tudo ainda mais enigmático, elas sangram uma seiva vermelha, da mesma cor do nosso sangue.
Um momento memorável foi desfrutar de um piquenique à sombra de uma das copas das inúmeras árvores que nos cercavam.
Seguimos rumo à floresta e à maior concentração de dragon blood trees. A cada quilômetro, a paisagem ia sendo preenchida pelas curiosas árvores, até alcançarmos mais uma trilha. Mais uma subida, mais uma impactante recompensa. Ao final do caminho, o olhar perde o foco na imensidão de um vale abraçado por montanhas. Foi de tirar o fôlego. 
Isso tudo banhado com a luz dourada de um pôr do sol que iluminava a copa das árvores, fazendo parecer um imenso tapete de texturas arredondadas, como “cogumelos verdes”. É realmente surpreendente.
Foi difícil ir embora e, na hora que descemos, mal dava para enxergar a trilha. Ainda assim, consegui o retrato mais bonito que fiz em Socotra: o sorriso do menino Abdullah.

diário de bordo | socotra . iêmen • dia 4
Nosso próximo destino seria a Praia de Shoab, que tem acesso apenas por mar e ...
26/10/2022

diário de bordo | socotra . iêmen • dia 4
Nosso próximo destino seria a Praia de Shoab, que tem acesso apenas por mar e f**a no extremo oeste da ilha. Chegamos às 8h na Praia de Qualansiyah e os pescadores já voltavam da pescaria. A compra e venda de peixes é na areia, logo no desembarque. A praticidade também é ter o pescado limpo ali mesmo ‒ vale lembrar que energia elétrica é escassa e a preservação de alimentos é complicada.
Embarcamos em um dos tradicionais barcos de madeira e fibra e seguimos viagem. As nuvens impediam que o sol iluminasse e revelasse a verdadeira cor da água.
Enquanto isso, fomos presenteados por um cardume imenso de golfinhos, que nos acompanhou por parte da navegação.
Minutos depois, os raios de sol se abriram e evidenciaram um azul-claro, forte e iluminado, que me lembrou o tom de uma turmalina paraíba. De tão saturada, cristalina e limpa, parecia que os olhos eram incapazes de processar a cor. Após 40 minutos de navegação, chegamos a Shoab.
O vilarejo é povoado por pouco mais de três famílias, que vivem isoladas no extremo da ilha e se mantêm com a pesca. A praia é sinônimo de paraíso, da arte de não fazer nada, de sentir o lugar sem ver o tempo passar, e mergulhar na água mais límpida que já vi de perto.
A matéria completa está nas páginas e no site da

diário de bordo | socotra . iêmen • dia 3 
Partimos rumo à próxima parada: a Laguna de Deetwah. No caminho, paramos para...
26/10/2022

diário de bordo | socotra . iêmen • dia 3

Partimos rumo à próxima parada: a Laguna de Deetwah. No caminho, paramos para conhecer o Socotra Folk Museum, único museu da ilha, com materiais de pesca, formas ancestrais de preservação de alimentos, adornos de prata e o artesanato local. Tudo apresentado de forma bem simples e com o chão de areia.
Os deslocamentos constantes me fizeram perceber o quão impressionante é a mudança da fotografia em poucos quilômetros percorridos. Em Socotra, é possível ter a vivência de um clima desértico, planícies verdes e férteis, montanhas rochosas, cachoeiras e praias paradisíacas em um só dia.
Em uma dessas mudanças, o relógio marcava 12:48h quando avistamos a imensa lagoa azul à beira-mar pela primeira vez, de cima da colina que separa Deetwah de Qualansiyah.
A hora do almoço nos levou ao encontro de Elia, também conhecido como Abdullah. Ele vive entre Hadibo, Qualansiyah e sua caverna, com vista para o mar. A formação dos imensos bancos de areia permite que a praia tenha uma lagoa de água salgada entre as ondas e as formações rochosas do continente. Elia conta que foi buscar abrigo na caverna para se proteger dos últimos ciclones que atingiram o arquipélago. Ele é, sem dúvida, um dos personagens mais emblemáticos de Socotra. Grande conhecedor de cada canto da vida marinha que o cerca, além da vida como ela é, ele sobrevive da pesca e apenas com o necessário. Tudo isso ao lado de seu filho de pouco mais de 10 anos.
O cardápio de Elia foi uma das melhores refeições na ilha. Peixe na brasa, sépia, mexilhões cozidos e um dos melhores caranguejos que já provei, acompanhados de arroz servido em conchas de vieiras gigantes. 
Após o chá e com a maré mais baixa, Elia nos guiou por seu quintal marítimo. No caminho, uma infinidade de frutos do mar: ouriços em diferentes cores, sépias que brilhavam, ostras, vieiras em conchas triangulares, abalones, polvos, arraias, estrelas-do-mar, baiacus, algas multicoloridas. A lista é imensa, mas o que mais me marcou foi a relação de Elia com o polvo. O molusco não se desgrudava de suas longas pernas de pele queimada do sol.

diário de bordo | socotra . iêmen • dia 3 Acordamos às 6h para o café da manhã e seguir caminho até Homhil, onde já foi ...
15/10/2022

diário de bordo | socotra . iêmen • dia 3
Acordamos às 6h para o café da manhã e seguir caminho até Homhil, onde já foi possível enxergar as primeiras Dragon Blood Trees de pouca idade. Na base da montanha, encontramos com um guia local
para nos mostrar o caminho. Uma trilha de 1 hora nos presenteou um caminho recheado de imensas Rosas do Deserto e a recompensa de mergulhar no que eles chamam de piscina de borda infinita.
Antes do mergulho, Wagdi, chefe da excursão, sugeriu que subíssemos um pouco mais seguindo ocaminho das águas, para avistar as primeiras árvores de Sangue do Dragão.
Subimos ainda mais para ver a vegetação rochosa ser trocada pela planície verde, e chegar na casa do guia local. Conhecemos seu pai e irmão e fomos convidados para um chá... que deveria ter mais açúcar do que chá preto na mistura. Entre algumas risadas e sem uma língua em comum, foi aqui que tivemos o primeiro contato com Franquincenso, resina de árvore de mesmo nome, típica da região, que libera um cheiro agradável quando queimada em brasa, e a resina vermelha das Dragon Blood Trees.
Fora do plano, uma experiência verdadeira de conhecer a forma genuína de vida, a arquitetura o interior das casas com paredes simples, janelas pequenas, esteiras coloridas no chão e nada mais. A cozinha f**a na área externa, abraçada por uma mureta de pedras que protege da aproximação de cabras e o gado da região. Em Socotra, a vida é para fora.
A tarde, seguimos para ver o por do sol na junção dos dois mares, o Oceano índico e o Mar da Arábia. Nessa região da ilha, o vento toma ainda mais força e muda a fotografia do mar com mais ondas e novas espécies de vida marina.
No caminho de volta, já depois do por do sol, paramos em uma praia ali perto com a maior formação de casas de caranguejo na ilha. Nunca tinha visto nada parecido.... uma imensidão de "cones" na areia e, ao chegar perto da água para o banho no fim de tarde, vi que não estava sozinho. Os "habitantes" também estavam tomando banho no subir e baixar das ondas... busquei uma brecha e entrei.
De volta ao acampamento, jantamos sob a lua laranja saindo do mar… agora imagine a lua chia em uma imensidão de areia branca...

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São Paulo, SP

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