16/07/2026
Existem lugares que a gente frequenta para colecionar grandes memórias.
O ICLI é, definitivamente, um desses lugares que a gente conhece pelo nome, pelos gramados infinitos, pelo vento que chega do lago e pelo por-do-sol irreparável.
Lugar de tardes inteiras, de tereré dividido e de risada solta sem hora para acabar.
Muitos melhores momentos, de grandes histórias passam por ali. Não com um único lugar, claro — mas como mais um daqueles endereços que a gente guarda na memória afetiva sem perceber, até que um dia, o tempo passa, e o que um dia foi cotidiano, às vezes vira saudade.
Em 2017, a Thais e o Douglas me convidaram para voltar lá.
Não para repetir o passado, mas para revisitá-lo com os olhos de quem agora sabe a profundidade daquela leveza.
O dente-de-leão soprado ao vento, o tereré dividido no balanço, o abraço apertado sob a luz dourada de uma tarde que o ICLI testemunhou como só ele sempre soube fazer.
As vezes a gente não precisa inventar nada.
A memória sempre sabe o que faz sentir.
da prova viva de que alguns lugares, algumas histórias e algumas pessoas, nunca serão apenas lugares, histórias e pessoas em nossas vidas.