Duda Gulman Fotografia

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Fotógrafa brasileira que gosta de regis

Mercato di Sant’Ambrogio, Florença - Itália 2025
20/04/2026

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11/01/2026
Essa aí na primeira foto sou eu. Com 27 anos, saindo da casa dos pais pela primeira vez, um dia depois de terminar um re...
06/01/2026

Essa aí na primeira foto sou eu. Com 27 anos, saindo da casa dos pais pela primeira vez, um dia depois de terminar um relacionamento de 7 anos.

Vim morar com a minha melhor amiga. Ela foi a pessoa que conseguiu me salvar de todas as formas que uma pessoa pode ser salva. E sim, parafraseei essa frase do Titanic, meu filme favorito, pra mostrar que as vezes o amor que a gente busca não está apenas no amor romântico. Muitas vezes ele está numa amizade tão singular quanto a nossa.

Mesmo levando em tom de brincadeira, ao longo desses quase 3 anos morando juntas, que somos como um casal sapatão de Pinheiros que não transa, foi sim uma história de amor.

E a história de amor não foi só com a Manô. Mas também com o apartamento, com as novas experiências, com o novo bairro, com meu auto conhecimento. Com as dores e as delícias que andam de mãos dadas com a liberdade e independência.
Quase 3 anos depois, me despeço da minha primeira casa. Onde eu chorei, sorri, fiz m***a, cresci, aprendi, errei, amadureci. Onde eu fiz de um quarto o meu universo.

Esse quarto que nunca teve cortina. Pra nunca ter a opção de fechá-la. Porque eu gostava de admirar a vista, as vezes com um olhar de esperança, muitas vezes de tristeza, um olhar perdido, distraído.
Esse quarto foi meu casulo. Fiz dele o meu Porto Seguro, quando não conseguia encontrar em mais nenhum outro lugar.

Montei ele do meu jeitinho. Na minha cabeça, a casa inteira era a minha casa, mas não era 100% só minha. Sempre dividindo com mais duas pessoas. No começo até com uma cachorra (saudades Zola). Logo, o meu quarto se fez meu lar.

Aqui tem objetos que vieram comigo, mas a sua maioria são objetos que representam também quem eu sou agora. Que eu construí ao longo desses quase 3 anos. De lugares que conheci, de pessoas que me presentearam, de conquistas que paguei com meu próprio dinheiro. E agora me despeço.
Me despeço sem saber pra onde vou. Qual será meu próximo Porto Seguro. Onde irei me reconstruir.

É aquele clichê. Nossa casa muitas vezes não é um lugar. Não estou a procura de um lugar. Nesse momento estou em busca do não lugar.

Obrigada, Pedroso. Obrigada, Manozita🤍 bora pra próxima temporada🚀

30/12/2025

o último post do ano ser sobre feira fez todo sentido aqui dentro

Feira de Trancoso, dezembro 2025

20/11/2025

“Não achas que vive a morte dentro do sol de uma cereja?”

(Pablo Neruda fritando minha cabeça como sempre)

Novo menu do  está ousado
14/11/2025

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Pratos (in)tocáveis do novo menu do
13/11/2025

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Fotos para o cardápio novo do .sp ✨
10/11/2025

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No quintal do vizinho
23/09/2025

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Esbarrei no trecho desse livro numa livraria antiga em Volterra. Era o fim dessa viagem que seria um sonho realizado. Co...
23/09/2025

Esbarrei no trecho desse livro numa livraria antiga em Volterra. Era o fim dessa viagem que seria um sonho realizado.
Como um tema presente nesse fechamento da minha década de 20, a expectativa era altíssima em conhecer a Toscana. Só que a vida aconteceu do jeito que tinha que acontecer.
Não sou mais a menina ingênua de 20 e poucos anos. Porém, ainda estou na transição. Tenho muito dela ainda e estou aprendendo a lidar com as frustrações que a vida insiste em me mostrar.
Que difícil é sair desse estado sonhador e lidar com a realidade. Que angustia é saber que a vida não é como crio na minha cabeça. Que as coisas estão fora do nosso controle e que temos que sim nos enrijecer pra continuar a caminhada.
Meu maior medo é perder esse meu lado lúdico, meu brilho no olhar, as criações lindas que minha mente insiste em produzir.
Meu processo nesse momento é esse aí: encontrar um caminho de seguir caminhando com esses fascínios, e saber lidar quando as coisas saem de outra forma. E, principalmente, achar o encanto desses movimentos.

Como disse no post anterior, porém com um pequeno ajuste. Eu observo a vida com os olhos brilhando como uma criança admira um carrossel iluminado. Porém ainda choro tal qual uma criança, quando a luz acaba.

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