Com os olhos no céu da boca

Com os olhos no céu da boca Movimento idealizado pela fotógrafa e artista visual Sheila Oliveira, que tem o objetivo de fomentar a produção artística brasileira com foco em alimentação.

(perfil administrado por Cintia Oliveira)

3Sandra Bacchi é uma artista visual brasileira-americana baseada em Pittsburgh, EUA, que trabalha com fotografia, vídeo ...
23/05/2024

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Sandra Bacchi é uma artista visual brasileira-americana baseada em Pittsburgh, EUA, que trabalha com fotografia, vídeo e vidro. Sandra combina fotografia documental e conceitual para contar suas histórias, tecendo ficção com verdades para proporcionar a construção de um espaço criativo para múltiplas interpretações. O foco do trabalho artístico de Sandra é explorar como os seres humanos interagem entre si e como podemos encontrar semelhanças entre nós.

Depois de se formar em fotografia pela Escola Panamericana de Artes em 1997, Sandra trabalhou na indústria cinematográf**a brasileira. Em 2012, mudou-se para os EUA e voltou seu foco para a carreira artística. Desde então, Sandra vem expondo seu trabalho internacionalmente, incluindo no The Center for Photography de Woodstock, no Griffin Museum of Photography e no Centro Cultural Correios. Em 2020, Sandra co-fundou o Programa Transforme Seu Olhar com vivências online que utiliza princípios da inteligência emocional e da fotografia para ampliar o repertório criativo dos participantes.

Em 2022, sua série Watermelons Are Not Strawberries foi publicada como um fotolivro pela Yoffy Press, com ensaio de Sarah Kennel, e exibida como exposição individual na Concept Gallery em Pittsburgh, EUA.
Sandra é membro da Associated Artists of Pittsburgh, membro do conselho do Pittsburgh Glass Center e foi artista residente no Programa de residência em destilaria 2022-2023 na Brew House Association em Pittsburgh.
Em 2025 Sandra entregará sua primeira obra pública e permanente ao novo prédio do Pittsburgh Glass Center, fundindo fotografias e vidro. Também estreiará como diretora, produtora e editora do curta-metragem Be the Best Tree, sobre como a arte performática para crianças e adolecentes pode contrubuir para o desenvolvimento de habilidades.

Siga a artista:

www.sandrabacchi.com

O ensaio fotográfico de Sandra Bacchi “Watermelons Are Not Strawberries”, cujo livro leva o mesmo título, apresenta muit...
23/05/2024

O ensaio fotográfico de Sandra Bacchi “Watermelons Are Not Strawberries”, cujo livro leva o mesmo título, apresenta muitas imagens que retratam diversos momentos cotidianos relacionados a alimentação. A artista enfrenta desafios alimentares e emocionais quando suas filhas são diagnosticadas celíacas.
Na 8a.Feira de Fotografia, do Festival de Fotografia de São Paulo, apresentamos o livro de Sandra Bacchi, lançado em 2022.
Siga a artista e saiba mais sobre esta e muitas outras séries em www.sandrabacchi.com .

3Paulo Rossi, paulistano radicado em João Pessoa, PB, é fotógrafo e professor universitário. É mestre em Sociologia pela...
10/05/2024

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Paulo Rossi, paulistano radicado em João Pessoa, PB, é fotógrafo e professor universitário. É mestre em Sociologia pela USP cuja dissertação discutiu a vida e a obra do fotógrafo August Sander. Formado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de SP, e em Estudos Sociais pela Université Catholique de Lyon, França. Atualmente é professor nos cursos de Arquitetura e Urbanismo, de Design de Interiores e de Design Gráfico no UNIESP Centro Universitário, João Pessoa, PB. Lecionou no curso de Pós-graduação em Fotografia: práticas poéticas e culturais da FAAP, em São Paulo, e no curso de Bacharelado em Fotografia do SENAC-SP.

Saiba mais em:


www.urutau.fot.br

Destaque para as imagens de Paulo Rossi, um dos artistas que participaram na Feira de Fotografia do Festival de Fotograf...
10/05/2024

Destaque para as imagens de Paulo Rossi, um dos artistas que participaram na Feira de Fotografia do Festival de Fotografia de São Paulo.
Paulo Rossi é paulistano, mas vive em João Pessoa há 15 anos. Com mais de três décadas de experiência em fotografia, ele atua tanto com trabalhos comerciais quanto autorais. Além disso, é professor universitário nos cursos de Arquitetura e Urbanismo, bem como nos cursos de Design de Interiores e Design Gráfico na Paraíba. Seu histórico de ensino também inclui o curso de Bacharelado em Fotografia no Senac e pós-graduação na FAAP.
Recentemente, Paulo tem se dedicado ao tema da poética do lar. Ele explora o espaço da moradia e suas nuances, incluindo aspectos como a cozinha, o ato de comer e as reuniões ao redor da comida. Essa linha de trabalho ganhou força durante a pandemia, quando ele começou a recolher material já existente e a criar novas produções, embora de forma não muito sistemática.
Os ensaios fotográficos de Paulo Rossi mostram a beleza dos detalhes cotidianos, ressaltando a importância do lar como um espaço de afeto, encontros e tradições. No entanto, ele também explora outros temas em seu trabalho autoral, como a poética da cidade e a poética das cores.

Paulo Rossi nos conta sobre a série “Comensalidade”apresentada na Feira:

“Três das fotografias apresentadas foram tomadas num processo de experimentação estética e de culinária. As do mangará, por exemplo, coincidiu com a descoberta do coração de bananeira como alimento cuja preparação implica em um processo de eliminação de camadas, de suas casacas, propiciando muitas formas plásticas. Assim foi com outros produtos fotografados na mesma ocasião, a ideia é explorar fotograf**amente coisas que dizem respeito à comensalidade.”

Paulo Rossi
Série Comensalidade 01, 2021
Fotografia impressa com pigmento mineral sobre papel de algodão
148 x 148mm Ed. não numerada
Outros tamanhos sob consulta



Quando estava vasculhando os arquivos das “Fotografias Órfãs” do projeto “Acho Arquivo - Coleções de Histórias Ordinária...
03/03/2022

Quando estava vasculhando os arquivos das “Fotografias Órfãs” do projeto “Acho Arquivo - Coleções de Histórias Ordinárias”, do Ateliê CASA Campinas, que reúne fotografias vernaculares que a princípio seriam descartadas, a artista visual Olivia Niemeyer Santos se deparou com uma série de fotos de uma festa de aniversário de criança que, provavelmente, havia ocorrido muitos anos antes. “Me encantei pelo colorido das imagens, pelo bolo e a garrafa de Fanta sobre a mesa”, lembra ela. A partir daí, Olivia começou um processo de ressignif**ar aquelas imagens que, outrora, haviam preenchido gavetas repletas de memórias familiares. “Tantas lembranças jogadas fora. O que causou tudo isso? Todo esse desprendimento? A pulsação de morte, como comenta Jacques Derrida em “Mal de Arquivo”? A necessidade de esquecer o passado para ir em frente, para poder se renovar e guardar outras lembranças?”. A partir daí, Olivia (re)fotografou as imagens, rasgou-as, reconfigurou-as, transferiu-as para madeira e criou diversas intervenções artísticas nas imagens. O resultado está nas obras que compõem a série “Parte da Vida”, que ainda tem uma continuação: uma série de imagens de vasinhos de flores no Cemitério da Saudade, em Campinas (SP). “Essa série tem os dois lados: o da celebração da vida e o da perda”, define Olivia.





No período em que estava produzindo a série fotográf**a À Margem, onde retrata a vida das comunidades ribeirinhas do Mar...
02/03/2021

No período em que estava produzindo a série fotográf**a À Margem, onde retrata a vida das comunidades ribeirinhas do Marajó (PA), a fotógrafa paulista Gisele Martins já havia vislumbrado uma narrativa que ia além de seu trabalho original, em que predominam as imagens em preto e branco. Ela aproveitou o período de quarentena para se debruçar sobre esse material - e de outras imagens captadas em suas incursões pelo sertão nordestino - em busca do colorido das casas que teve a chance de visitar. “Fiquei encantada pelas cores vibrantes e pelos detalhes que encontrei nas casas. Diante da falta de recursos financeiros, a improvisação se faz presente nesses ambientes domésticos, mas sem negligenciar a busca por beleza e aconchego. Algo que pode ser visto nas panelas cuidadosamente areadas, nos utensílios, nas imagens de santo penduradas nas paredes e até nos crochês que recobrem os botões do fogão”, explica Gisele. A partir do resgate dessas imagens, surgiu a série Interiores, que conquistou o 2° lugar na categoria Ensaios Finalistas do Paraty em Foco - Festival Internacional de Fotografia, no ano passado.



Estamos de volta! Depois de uma pausa mais do que necessária, é hora de retomar as nossas atividades. O nosso objetivo é...
27/01/2021

Estamos de volta! Depois de uma pausa mais do que necessária, é hora de retomar as nossas atividades. O nosso objetivo é promover, a partir de imagens gastronômicas, uma reflexão sobre o alimento, o consumo e os hábitos alimentares contemporâneos. Além de trazer mostras virtuais, nós queremos que esse espaço se transforme em um ambiente colaborativo, aberto para todas as manifestações artísticas dedicadas ao tema. Vamos juntos? Escreva aqui nos comentários, o que você gostaria de ver em nosso feed!


Há 24 anos, o fotojornalista e professor de fotografia André Douek comanda o projeto FotoJornada, no qual organiza saída...
30/11/2020

Há 24 anos, o fotojornalista e professor de fotografia André Douek comanda o projeto FotoJornada, no qual organiza saídas fotográf**as mensais em diversos pontos de São Paulo. Geralmente, a atividade, que é voltada tanto para profissionais quanto amadores, tem tema livre. Porém, com a pandemia, Douek teve que encontrar alternativas para manter o projeto vivo. E assim surgiu a FotoJornada Fique em Casa. Diferentemente da rua, que está em eterna transformação, a casa é um cenário estático. Por isso, Douek decidiu propor, a cada mês, um tema diferente. O primeiro deles, em abril, foi “Na minha janela”. Inspirado pelo lendário fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson (1908 - 2004), conhecido por explorar a geometria em suas imagens, Douek começou a registrar as paisagens que avistava das janelas do apartamento onde vive desde 1971. Seja no desenho formado pelas nuvens ou no deslocamento das sombras pelo mar de prédios que invadiu a paisagem, a geometria está muito presente nessa série de imagens (veja mais no Instagram dele: ). O fotojornalista também explora esse aspecto nas edições seguintes do projeto. No tema “Texturas”, realizado no mês passado, Douek também flerta com a alimentação nessa sequência de imagens, na qual registra fatias de um prosaico pão de forma. “Em um primeiro momento, o pão me chamou atenção pelo seu formato quadrado. Ao aproximar a lente, eu me deparei com formas orgânicas muito interessantes, que não podem ser reproduzidas com instrumentos como régua e compasso, por exemplo, e vem da natureza”, conta Douek.


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Durante a quarentena imposta pela covid-19, a fotógrafa e artista plástica Cris Bierrenbach () recebeu um convite da jor...
09/11/2020

Durante a quarentena imposta pela covid-19, a fotógrafa e artista plástica Cris Bierrenbach () recebeu um convite da jornalista Janice Kiss () para postar, ao longo de dez dias, uma série de imagens p&b sem legenda. A partir daí, Cris desenvolveu uma narrativa fotográf**a da vida diária. A fotografia selecionada para essa mostra virtual representa, para Cris, a tradição milenar das mulheres carregarem tudo na cabeça. Mulheres sobrecarregadas pelo trabalho invisível doméstico e não doméstico, que não tem o mesmo apelo glorioso da caça masculina. “Esse pensamento histórico me levou a pensar a foto como retrato étnico, antropológico e no formato carte de visite. A foto é, também, um pequeno tributo às minhas antepassadas, imigrantes européias que vieram para o trabalho nas lavouras do novo continente”, conta Cris. (Dez fotos da nossa vida diária em p&b sem legendas, 2020)

Hoje (16) é o Dia Internacional da Alimentação e aproveitamos essa data mais do que especial para anunciar que estamos i...
16/10/2020

Hoje (16) é o Dia Internacional da Alimentação e aproveitamos essa data mais do que especial para anunciar que estamos iniciando uma nova etapa do movimento Com os Olhos no Céu da Boca. Estamos realizando uma pesquisa na produção artística brasileira, com foco em alimentação, para futuros projetos. E se você é fotógrafo (a), artista, e a temática da alimentação está inserida, de alguma forma, na sua poética, f**a o nosso convite para você publicar sua imagem usando a hashtag . O nosso interesse é conhecer trabalhos autorais, que compreendam qualquer assunto dentro desse universo que é o alimento, nossa cultura alimentar, costumes, consumo, quem cozinha, quem planta e tantas outras vertentes! Se você quiser conhecer mais sobre o projeto, siga no Instagram e participe!

A partir de agora, nós vamos transformar esse espaço numa sala de exposição, com o objetivo de mostrar o que os artistas...
13/10/2020

A partir de agora, nós vamos transformar esse espaço numa sala de exposição, com o objetivo de mostrar o que os artistas têm realizado durante a quarentena imposta pela covid-19. No início da pandemia, a artista Estefania Gavina (), que esteve conosco na mostra realizada em 2019 com a instalação “Coleta de Vestígios Alimentares”, começou a fazer um diário visual. Utilizando a mão esquerda e o celular, ela fez uma série de registros que mostram o ciclo que envolve o que cozinhamos, o que nos alimenta e o que disso tudo retorna para a terra. Com o passar do tempo, Estefania se aprofundou no tema dos alimentos e medicinas não-convencionais, que a flora nos brinda. “As perguntas sem resposta em um mundo suspenso, levou meu olhar para o tempo de vida da natureza. Imaginando gestos, barreira para voltar a simplicidade, e a essência do ser, ou das coisas”, explica ela (GESTOS BARREIRA, 2020)

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