27/04/2026
Depois de 16 anos fotografando, eu ainda reconheço esse frio leve nas mãos, esse silêncio que antecede tudo começar, como se fosse a primeira vez. E talvez seja. Porque, quando a gente se permite voltar de verdade, nada vem igual.
Eu estive distante por um tempo. E, sem aviso, a vida me trouxe de volta exatamente para onde eu sempre fui inteira.
No meio da luz, do movimento, das histórias acontecendo sem pausa… eu me encontrei de novo.
Fotografar nunca foi só o que eu faço.
É onde eu existo por completo.
E, enquanto isso continuar vivo em mim,
eu sei que estou exatamente onde deveria estar.
Talvez agora eu esteja aprendendo a contar essas histórias de um outro jeito.