Cromossomo do amor

Cromossomo do amor Projeto realizado com pessoas com síndrome de down, visando desmistificar a Síndrome de Down, venc

Fiz o pré-natal e tudo estava perfeito, até o dia que a Giovanna nasceu. Quando o médico disse que ela tinha Síndrome de...
17/04/2021

Fiz o pré-natal e tudo estava perfeito, até o dia que a Giovanna nasceu. Quando o médico disse que ela tinha Síndrome de Down, para mim foi uma grande surpresa, pois eu não entendia muito sobre o assunto. Mas com o tempo fui superando e hoje para mim não é nenhum desafio. Ela é uma criança perfeita e com fé nós superamos tudo.
Reação? Fiquei anestesiada, não falei nada. Passei o dia calada, não aceitava nada... olhava para minha filha e, para mim, ela não tinha absolutamente nada de Síndrome de Down.
Fase do luto? Sim. Não queria falar nem ver ninguém, tanto que só falei para a família 8 meses depois, com a maior preocupação sobre o preconceito que minha filha viria a sofrer no futuro com a rejeição, na escola e em outros ambientes.
Filhos são uma benção, e se assim como eu você descobriu a pouco que seu filho tem SD, você não tem que se preocupar com isso, pois não é um bicho de sete cabeças. No começo ficamos em choque, mas com fé vamos superando!
Evaneusa de Souza, 46 anos - Mãe da Giovanna Souza Brito, 03 anos

Oi pessoal, sou a Giovanna e tenho 3 aninhos. Hoje será a minha vez. Não perca o texto que minha mamãe escreveu com todo...
17/04/2021

Oi pessoal, sou a Giovanna e tenho 3 aninhos. Hoje será a minha vez. Não perca o texto que minha mamãe escreveu com todo carinho pra vocês! #

Depois de 10 anos de casada resolvemos ampliar a família e após exatamente um ano engravidei. Ficamos super felizes, tiv...
16/04/2021

Depois de 10 anos de casada resolvemos ampliar a família e após exatamente um ano engravidei. Ficamos super felizes, tive uma gestação supertranquila.
Em um domingo, eu estava com 8 meses, assisti a uma reportagem sobre Síndrome de Down, mas não dei muita importância.
Na mesma noite passei mal, sentindo muita azia, mas foi só. De manhã, a caminho do trabalho, ia passar para buscar um ultrassom, porque na mesma semana eu teria consulta com a ginecologista. Quando fui descer do ônibus, senti como se estivesse fazendo xixi. Era a bolsa que tinha acabado de estourar. Avisei meu esposo, que tinha descido um pouco antes (estávamos no mesmo ônibus), e caminhei até o Hospital, que ficava perto de onde eu estava.
Encontrei meu esposo no hospital, onde me encaminharam para uma cesariana, porque o bebê estava sentado e com um mês de antecedência. Assim que ele nasceu informaram o pai que o nosso bebê tinha todos os traços de uma criança especial, mas meu esposo não me contou.
Eu estava sozinha no quarto, ainda anestesiada, quando me trouxeram ele. Mas como não conhecia a SD, não desconfiei de nada.
Meu esposo chegou com minha sogra e, de repente, uma equipe médica entra no quarto, totalmente desorientada, para dar uma notícia dessas. Começaram a falar sobre a síndrome, sobre cardiopatia e eu sem entender nada! Olhei para o meu esposo e ele apenas me pediu calma.
Naquele momento descobri o que era a Síndrome de Down e a partir daí foi uma onda de emoções e descobertas. Quatro dias depois tivemos alta e quando ele estava com 26 dias de nascido tivemos que voltar com ele. Ali pensei que ia perder meu filho, que já passou por uma cirurgia tão pequeno. Mas Deus é tão bom que nos deu este presente maravilhoso chamado Matheus, hoje com quatro aninhos.
Não vou falar que foi fácil, porque todos os dias é uma nova conquista.
Andréia novak 34 anos - Mãe do Matheus, 5 anos

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Sou o Matheus, 5 aninhos. Hoje minha mamãe vai contar pra vocês um pouquinho do meu nascimento. Você não vai perder, vai...
16/04/2021

Sou o Matheus, 5 aninhos. Hoje minha mamãe vai contar pra vocês um pouquinho do meu nascimento. Você não vai perder, vai?

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Descobri a Síndrome de Down assim que ele nasceu. Os olhinhos puxados não poderiam desmentir a suspeita do médico quando...
15/04/2021

Descobri a Síndrome de Down assim que ele nasceu. Os olhinhos puxados não poderiam desmentir a suspeita do médico quando fez o Ecofetal e viu a cardiopatia... foi realmente um susto para todos nós, por conta da nossa falta de informação sobre a síndrome e pela cardiopatia congênita.
Ficamos assustados no início, pensando sobre como iríamos conduzir a nossa vida e a dele e está sendo de uma sutileza sem fim. Tenho certeza de que ele veio para nos resgatar e para unir ainda mais nossa família. Eu sempre falo que Deus escreve certo por linhas tortas e ele é o certo que veio corrigir as minhas linhas, é o grande amor de nossas vidas!
A maior dificuldade que sinto na criação dele é não deixar mimá-lo demais. Pedro é o xodozinho da família e temos que limitar os mimos e tentar educá-lo da melhor forma possível.
Gibele Cristina Rodrigues, 40 anos – Mãe do Pedro, 4 anos
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Sou o Pedro, 4 anos e também faço parte do Cromossomo do amor! Hoje minha mamãe vai falar um pouquinho de mim, para você...
15/04/2021

Sou o Pedro, 4 anos e também faço parte do Cromossomo do amor! Hoje minha mamãe vai falar um pouquinho de mim, para vocês, não perca

Descobri minha gravidez assim que retornei da lua de mel, quando também soube que minha gravidez seria de alto risco: 36...
14/04/2021

Descobri minha gravidez assim que retornei da lua de mel, quando também soube que minha gravidez seria de alto risco: 36 anos diabética, hipertensa e asmática. No hospital, me disseram que eu era louca e poderia morrer se continuasse com a gravidez.
Fiquei internada 4 meses para ajustar a medicação. Acredito que os médicos sabiam que minha bebê seria especial, mas não me contaram. E até hoje não entendo o porquê.
Sou professora, tenho experiência com as crianças especiais e lá no fundo, eu sentia que minha filha seria especial com Down, mas também não sei explicar essa relação.
Fiz tudo o que os médicos me orientaram
Andyoara nasceu chorona e bem pequena. Com catarata congênita, mas com muita personalidade. Guerreira, minha indiazinha.
Com 1 mês de vida fez uma cirurgia de catarata, tinha asma, vários tratamentos.
Tive depressão pós-parto, fiz acompanhamento psiquiátrico e fiquei 7 meses sem dormir.
Existia uma certa discriminação por parte da minha família, por não saber como lidar com crianças com síndrome de Down. Mas com meu conhecimento todo mundo ficou envolvido e hoje ela é a flor mais amada da família
Sofreu rejeição pela professora e pelos alunos aos 5 anos de idade, na escola particular.
Retirei minha filha daquele estabelecimento. A matriculei em outra escola, onde fui muito querida até aos 6 anos.
Hoje ela cursa o 1 ano do fundamental em outra escola e é amada por todos. Fiquei surpresa, porque nessa escola as crianças não têm preconceito, todos cuidam e amam a Andyoara.
Agradeço muito a Deus, por minha filha ter sempre esses anjos que iluminam a sua vida alegre.
Ivone Brito, 45 anos - Mãe da Andyoara, 8 anos
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Oi pessoal, sou a Andyoara e daqui a pouco a mamãe vai falar pra vocês um pouquinho sobre mim. não peca!        #
14/04/2021

Oi pessoal, sou a Andyoara e daqui a pouco a mamãe vai falar pra vocês um pouquinho sobre mim. não peca! #

A Síndrome de Down não mudou em nada os nossos sonhos para desenvolver com ela. Esse “detalhe” só nos fez ver a vida com...
13/04/2021

A Síndrome de Down não mudou em nada os nossos sonhos para desenvolver com ela. Esse “detalhe” só nos fez ver a vida com novos olhos, com mais atenção e amor. Alguns planos até sofreram alterações, mas seguimos sempre confiantes.
A Sara desde cedo já tem demonstrado que veio para agitar geral. Ela é dona de uma personalidade marcante, que me faz acreditar que ela será independente e feliz. Ela gosta de ir à escola, ama fazer as atividades manuais... fazemos muitos passeios e estamos sempre nos divertindo. A regra por aqui é ser feliz sempre! Desejo que ela cresça com saúde, consciente da sua realidade e sem se vitimizar.
Sonho com um casamento lindo para ela, com direito a festão e casa própria; que constitua uma família, que tenha filhos! Diferente da maioria dos pais que eu conheço, desejo sim que tenha filhos e me responsabilizarei com muita alegria por eles, porque a lei de nosso país requer assim.
Quero que estude e faça faculdade, mas se tiver dificuldades na aprendizagem terá a opção de fazer cursos de atividades manuais e esportes. Desejo que tenha muitos amigos para se divertir, que faça muitas viagens, que conheça muitos lugares. Não quero essa menina presa dentro de casa de jeito nenhum!
Tenho muitos planos futuros para ela! Não sei se esses planos serão do agrado dela, mas ela será livre para escolher o que será mais favorável e feliz para sua vida. Ela terá liberdade de escolha, será responsável pelos seus atos. E enquanto esse futuro imprevisível não chega, eu continuo aqui, me desenvolvendo e evoluindo com ela todos os dias.
Fazemos o possível para vê-la sempre bem, e deixamos o impossível para Deus, que cuida dela de maneira extraordinária!
Sheila Priscila S. S. Ferreira, 33 anos - Mãe da Sara, 5 anos
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Oi gente, tudo bem? Meu nome é Sara e vim avisar a vocês que a Tia Vanessa teve um probleminha no agendamento das postag...
13/04/2021

Oi gente, tudo bem? Meu nome é Sara e vim avisar a vocês que a Tia Vanessa teve um probleminha no agendamento das postagens, por isso não aparecemos esses dias, mas agora já está resolvido.
Daqui a pouco a minha mamãe vai passar por aqui pra falar um pouquinho de mim. Tô ansiosa e vocês?

O dia do nascimento do Lucca foi um misto de sentimentos, da alegria do parto ao susto de uma cardiopatia associada ao S...
24/03/2021

O dia do nascimento do Lucca foi um misto de sentimentos, da alegria do parto ao susto de uma cardiopatia associada ao SD. Quando o diagnóstico foi confirmado, tivemos um momento de luto, por mais difícil que seja assumir esse sentimento. Vivemos o luto por diversos motivos, como preconceito, vaidade e o medo tanto do desconhecido quanto do futuro do nosso filho.
Aí tivemos um segundo momento, onde nos descobrimos destemidos. E cada dia se tornou uma grande vitória. A pressa parou de existir, nosso filho tem um tempo diferente para se desenvolver, onde cada ato se torna mais saboroso e cada evolução uma grande conquista.
Então chegamos no terceiro momento, onde nos descobrimos mais comuns do que imaginávamos, pois a lógica é oferecer o maior número de oportunidades para o seu melhor desenvolvimento e tentar fazê-lo o mais feliz possível, como qualquer pai e mãe que amam seu filho.
Sempre nos fazemos duas perguntas:
• Ele tem bom leque de opções para se desenvolver?
• Ele é feliz?
E como resposta para as nossas perguntas são um grande "SIM", sentimos que a nossa missão está sendo cumprida.
Como o livro "O Vendedor de Sonhos", pretendo colocar muitas "vírgulas", na vida do meu filho, para sempre poder parar, pensar e continuar vivendo o seu melhor sempre.
Vanessa Azevedo e Fábio Azevedo, 43 anos - Pais do Lucca, 4 anos.

Oi gente, Sou o Lucca e hoje estou completando 4 aninhos. Vamos comemorar comigo conhecendo o depoimento lindo que meu p...
24/03/2021

Oi gente, Sou o Lucca e hoje estou completando 4 aninhos. Vamos comemorar comigo conhecendo o depoimento lindo que meu papai e minha mamãe fizeram pra mim? Daqui a pouco a tia Vanessa posta. Não perca.😉 #

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09812250

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