O GIF é um grupo de estudos coordenado por Paulo Marcos de Mendonça Lima que apresenta a cada aula uma fotografia icônica (seu autor e suas histórias), contextualizando-a histórica e artisticamente. Email: [email protected]
Partindo de fotos icônicas analisamos, além das imagens em si, a obra do autor, contextualizando-os histórica e artisticamente. Movimentos fotográficos e as suas interseçõe
s com outras artes também são abordados, tão como a fotografia como campo de investigação e registro e como a sua relação com o real visível se modificou com o tempo. Vemos como a fotografia, por vezes, se afastou do conceito de espelho da realidade e produziu parâmetros visuais das questões centrais do ser humano. Apesar de serem aulas no sentido clássico da palavra, são também um encontro e um debate. Na segunda metade do século XIX, avanços técnicos na fotografia possibilitaram o registro do outro e de alhures. Desde então a imagem fotográfica vem sendo utilizada para os mais diversos fins: da arte e expressão pessoal à documentação.
>>> As aulas acontecem na Rua do Russel 300, na Glória, Rio de Janeiro e on-line. Para mais informações: [email protected]
992-784-548. São blocos de 04 aulas e o grupo é permanente, mas os alunos podem sair a cada bloco. O pagamento é feito a cada novo bloco. Cada turma tem no máximo 12 alunos. Alguns dos autores/assuntos abordados:
1. O impressionismo e a fotografia. Como uma imagem técnica ajudou as artes plásticas a mudarem para sempre e desaguarem em todos os movimentos, correntes e tendências artísticas dos últimos 150 anos.
2. Fotografia Icônica. Ícones da fotografia mundial e a história por trás delas. Dissecando fotos icônicas e seus autores, de Niépce a Gursky. Todos os detalhes de como estas imagens determinantes da história da fotografia e do mundo foram realizadas e em que contextos artístico e histórico estão inseridas.
3. Novas Topografias, Paisagem e Natureza. A exposição “Novas Topografias“ de 1975, mudou a fotografia de paisagem e natureza de forma definitiva e permanece influenciando a produção fotográfica contemporânea.
4. Stieglitz, Strand e Steichen. A fotografia modernista americana.
5. Helmut Newton. Feminilidade e sexualidade na fotografia de moda.
6. Cartier-Bresson. O olho do século.
7. Ernst Haas. A revolução da fotografia colorida na década de 70 nos EUA.
8. A história da fotografia de moda.
9. Irmãos Bisson e a fotografia de natureza do século XIX.
10. Fotografia de confiltos: da Criméia de 1854 à Criméia de 2014.
11. Andres Gursky: o porquê da fotografia mais cara da história.
12. Natureza, paissagem e as novas topografias.
13. O Genesis de Sebastião Salgado.
14. Horst e a elegância total na fotografia de moda.
15. André Kertész e a poesia da rua.
16. Tina Modotti e Edward Weston: Fotografia, revolução e amor.
17. Larry Clark: uma geração americana anestesiada e à deriva.
18. James Dean: o mito superlativo.
19. Marylin Monroe: um epitáfio em imagens fotográficas. Os bastidores e as implicações do seu ultimo ensaio fotográfico.
20. Niépce, inventando a fotografia em 1827
21. Robert Lebeck: marco zero do Continente Negro.
22. Sebastião Salgado: Apocalípse no óleo e na lama.
23. Sandy Skoglund. A fotografia onírica inventada e cenografada.
24. Nick Ut.: Vietman sem limites. A fotografia ajuda a mudra a opinião pública.
25. Duane Michals: a sequência fotográfica como narrativa.
26. Sarah Bernardht e Nadar. O encontro da futura diva com a diva da fotografia parisiense do século XIX
27. Martin Chambi: poesia imagética e fotografia antropológica no interior do Peru.
28. Vivian Maier: O documentarismo íntimo e a maior mudança da Hiístoria da fotografia.
29. Gary Winogrand. A fotografia compulsiva legitima a existência.
30. Toulouse-Lautrec e Maurice Guibert. O artista e seu fotógrafo.
31. Lewis Hine. Corrigindo injustiças. A fotografia como instrumento de mudanças socias e legais.
32. August Sander. Taxinomia humana.
33. Man Ray. Fotografia e surrealismo. (“Despreocupado, porém atento.”)
34. O fotojornlismo na contemporâneidade.
35. Diane Arbus. Vida íntima
36. Richard Avedon, o humanizador de ícones.
37. O retrato fotográfico. De Daguerre à internet.
38. Che Guevara. Momentos míticos no gabinete do ministro, por René Burri.
39. Bettina Rheims. Fotografia construída de sonhos despertos.
40. Karl Bloosfeldt. A natureza como abstração .
41. O nascimento da fotografia de nu. Delacroix e Durieu.
42. Robert Doisneau. O beijo do Hotel de Ville e o surgimento de uma nova Europa em 1950.
43. Fotografia encenada. As conexões dos trabalhos de Jeff Wall, Gregory Crewdson, Sandy Skoglund, Vik Muniz, Cindy Sherman, Joel Witkin Peter
44. Onze de setembro. As fotos de Thomas Hoepker e o distanciamento histórico imediato do outro lado do rio Hudson.
45. Robert Lebeck. Simbolismo imagético no continente negro.
46. A Escola de Dusseldorf. Uma revolução à partir de uma sala de aula.
47. James Nachtwey. Estética como arma de conscientização humana.
48. Annie Leibovitz: do palco ao palácio.
49. Bismarck no seu leito de morte (1898) e o começo da cultura parazzo.
50. Erwin Blumenfeld
51. Thomas Farkas. A fotografia modernista brasileira
52. Jacques Henri Lartigue
53. Mark Ferrez. Fotografia brasileira do século XIX.
54. Fotografia e Globalização. A queda do muro de Berlim e a integração do antigo bloco soviético e da China ao processo de globalização e a disseminação de mostras , feiras e festivais de fotografia, forjaram um novo mercado de arte de fotografia e fizeram com que muitos artistas trabalhassem o conceito de “aldeia global”.
55. Henrich Zille e os catadores de galhos. A semente da fotografia moderna no século XIX.
56. Alair Gomes, um nome incontornável da fotografia brasileira . O resgate do prazer do olhar.
57. Fotojornalismo em crise? Fred Ritchin: Por trás do enquadramento. Fotojornalismo, documentário, e o cidadão.
58. Eugene Smith e a “invenção” do ensaio fotográfico. A relação conflituada com a revista Life e com a agência Magnum.
59. Robert Frank. A sociedade americana se olha no espelho e não gosta do que vê. A publicação de um dos mais influentes livros de fotografia do século XX.
60. Atget. Uma Paris que se modifica nos final do século XIX. O prenúncio da fotografia “documental.”
61. Documentário Social nos EUA. Farm Security Administration,Dorothea Lange e Walker Evans.
62. A fotografia pictorialista , o Pictorialismo e a Fotossecessão. De Frank Meadow Sutcliffe e Alfred Stieglitz.a Edward Steichen e ...Alfred Stieglitz.
63. The Family of Man. Como uma exposição de fotografia consolidou a fotografia como uma “ferramenta para penetrar abaixo da superfície das coisas”. Edward Steichen.
64. A Pós Fotografia.
65. A história da foto mais impressa do mundo e como ela ajudou na criação do mito e da lenda do revolucionário sem fronteiras.
66. A exposição de fotografia mais influente e de maior público da História.
67. A Paris da virada do século XIX e antecipação da fotografia moderna.
68. Fotografia Documental nos EUA durante a Grande Depressão
69. A Fotografia Pictorialista, o Pictorialismo e a Fotossecessão. De Frank Meadow Sutcliffe e Alfred Stieglitz a Edward Steichen e ...Alfred Stieglitz.
70. Edward Steichen. A pintura com a luz.
71. Na Fronteira: O Novo Fotojornalismo à Cores numa influente exposição de 1985.
72. Alex Webb. Mestre da sombra e da cor.
73. Horace Bristol. A visão americana de Segunda Guerra Mundial e de um Japão pós-guerra.
74. James Dean
75. Che por Rene Burri
76. The Family of Man
77. Horst p. Horst
78. Martin Parr
79. Betina Rheims
80. Claudia Andujar e Maurren Bissiliat
81. William Klein
82. Retrato e auto-retratos
83. Ícone Efemêro. A comoção mundial causada por uma foto fará dela un ícone?
84. Daido Moryama. Pensamentos de um cão vadio.
85. Antoine D’Ágata. A fotografia visceral.
86. Weegee. Assassinato é o meu negócio
87. Lee Frielander. A fotografia urbana Americana. Paulo Marcos de Mendonça Lima é graduado em fotografia pelo Brooks Institute (EUA), em jornalismo pela Faculdade da Cidade e pós graduado em fotografia pelo IUPERJ/UCAM. Fotógrafo profissional desde 1980, trabalhou na Manchete, O Dia e Veja-Rio. Foi editor de fotografia dos jornais O Globo, O Dia e LANCE! e coordenador de fotografia da CGCom da TV Globo e da Veja-Rio. Coordenou o curso de cinema da Faculdade da Cidade. Lançou em 2007 o livro Kuarup Quarup com apresentação de Antônio Callado. Fez a coordenação fotográfica do livro “SAARA Rio de Janeiro“, lançado em 2010. É co-autor do livro “Rio Imperial“. Atualmente é fotógrafo independente, editor e professor. Lecionou na pós-graduação em fotografia do IUPERJ/UCAM, ministra cursos livres de fotografia e desde 2012 coordena o GIF (Grupo Interessado em Fotografia).
É coordenador de exposições e leitor de porfólios do Festival FotoRio. Desde 2015 é um dos sócios do Ateliê Oriente no Rio de Janeiro
Link para o livro “Kuarup Quarup“: http://barleu.com/cat_kuarup.html
Link para o livro “SAARA Rio de Janeiro“
http://www.travessa.com.br/SAARA_RIO_DE_JANEIRO/artigo/92a2c2d0-e550-4c01-8993-730f67789400
Link para o livro “Rio Imperial“ http://www.horaciogerpe.com.br/pagrio.html