27/08/2026
Durante muito tempo, eu achei que o meu trabalho terminava em um bom retrato.
Hoje eu entendo que não.
Depois de anos fotografando médicos e empresários, ficou muito claro pra mim que existe uma distância entre o valor que um profissional realmente entrega e o valor que a presença dele consegue comunicar antes que alguém tenha a oportunidade de conhecê-lo.
E muitas vezes, são justamente os profissionais mais competentes que menos se preocupam com essa distância. Porque confiam, com razão, na qualidade do que entregam.
O problema é que a percepção vem antes da experiência.
Foi observando isso, ensaio após ensaio, que a fotografia deixou de ser o centro do meu trabalho e passou a ser uma ferramenta dentro de algo maior: posicionamento, percepção e presença.
É sobre o raciocínio por trás disso que eu quero falar mais por aqui.
Essa é a virada que vamos carregar daqui pra frente.