Cadê EU? maxgm

Cadê EU? maxgm E hoje, nasce o CADÊ EU? – maxgm, um banco de imagens criado para você se encontrar nos eventos de ontem, de hoje e de amanhã. aqui e nos

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30/04/2026

Gostaria de agradecer aos meus mais novos seguidores! Estou muito feliz por ter vocês a bordo! Miguel Saad, Adriana De Paula Rovanhol, Edna Bueno, Marcelo Ricci, Sandra Miranda, Fernando Garrido Prandini

24/04/2026
Tem umas coisas que a gente precisa dizer antes que alguém venha com o dedo em riste, né? Então já deixo claro: não, eu ...
24/04/2026

Tem umas coisas que a gente precisa dizer antes que alguém venha com o dedo em riste, né? Então já deixo claro: não, eu não desgosto de samba. É praticamente impossível. O samba tá no ar, na memória, no jeito da cidade respirar.

O Samba no Relógio não surgiu como evento grandioso. Ele nasceu ali, por volta de 2019, na insistência de quem acredita que cultura não precisa de palco alto pra acontecer. Gente do corre, ligada a movimentos como o Samba da Opinião, ocupando a Praça XV com o que tinha de mais legítimo: roda, instrumento e vontade.

E aí aconteceu o que sempre acontece quando a coisa é verdadeira: cresceu.

Hoje, o Samba no Relógio já não é só encontro. Virou ponto de referência. Virou tradição recente com cara de antiga. Virou até atração turística — daquelas que não estão em folder, mas todo mundo sabe onde é. Você chega no centro e sente: tem algo acontecendo ali.

Não é só samba no pé.
É gente. É troca. É cidade viva.

Se eu andei sumido, foi só isso mesmo: ausência.
Porque o som continua lá, firme, marcando o tempo — ou melhor, fazendo o tempo sambar.

Então, antes de qualquer julgamento apressado:
tá tudo certo por aqui.

Viva o samba.

📸 E se você passou por lá…
vai querer saber: Cadê eu?

Procura no CADÊ EU? do Max Cronista Imagetico — porque no meio da roda, em algum frame, você tá lá… só esperando se encontrar.

E quando a noite termina, f**a o que não cabe no feed.F**a o eco das vozes, o peso leve das palavras ditas, o encontro d...
24/04/2026

E quando a noite termina, f**a o que não cabe no feed.
F**a o eco das vozes, o peso leve das palavras ditas, o encontro de quem ainda acredita que sentir é necessário.
A Casa do Poeta não faz barulho… mas atravessa.
Saio com a câmera mais cheia do que o cartão de memória.
Porque tem coisa que não é só foto — é memória em construção.
Mais um capítulo vivido.
Mais um capítulo guardado.
— Max cronista imagético

36 anos da Casa do Poeta.Trinta e seis voltas insistindo na mesma teimosia bonita: juntar gente que sente demais pra cab...
24/04/2026

36 anos da Casa do Poeta.

Trinta e seis voltas insistindo na mesma teimosia bonita: juntar gente que sente demais pra caber no silêncio.
Num mundo que corre, ali dentro alguém ainda para… escreve… lê em voz alta… e escuta.

Quantas histórias já passaram por aquelas cadeiras?
Quantos poemas nasceram meio tortos e saíram de lá prontos pra atravessar o tempo?

A Casa não é só parede.
É abrigo de palavra.
É lugar onde a pressa perde feio.

E resistir por 36 anos fazendo cultura em Ribeirão… não é detalhe, é ato.

E eu… tive a honra de estar ali.
De ver, de sentir e de registrar mais um capítulo dessa história — do jeito que sei fazer: guardando em imagem aquilo que o tempo insiste em levar.

— Max cronista imagético

Mais um tikin do Max Estudio
20/04/2026

Mais um tikin do Max Estudio

A pista virou um encontro de tribos: gente de preto da cabeça aos pés, outros ousando nos visuais mais excêntricos, maqu...
20/04/2026

A pista virou um encontro de tribos: gente de preto da cabeça aos pés, outros ousando nos visuais mais excêntricos, maquiagem carregada, couro, brilho… cada um vivendo seu próprio clipe dos anos 80.

No palco, as bandas seguraram bem a energia — não era só cover, era interpretação. Teve aquele momento em que todo mundo meio que se perde na música, fecha o olho, e volta no tempo.

E claro… cerveja escura, clima denso e aquela sensação de que por algumas horas Ribeirão saiu do presente e foi parar direto numa noite underground de 1986.

Endereço

Rua General Osório
Ribeirão Prêto, SP

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