15/05/2026
Ontem 14/05/26, eu vivi um daqueles momentos que fazem a gente lembrar o quanto a caminhada tem sentido.
A faz parte da minha trajetória no empreendedorismo em Porto Alegre. Foi um dos espaços que abriu portas para mim quando eu ainda estava começando. E eu nunca vou esquecer disso.
Sou muito grata à e a , que lá atrás acreditou no meu trabalho, me deu oportunidades reais e sempre conduziu tudo com respeito, parceria e valorização profissional.
E depois de tanto tempo, viver esse reencontro foi especial.
Mais íntimo.
Mais verdadeiro.
Mais humano.
Poder facilitar a dinâmica dessa edição me tocou profundamente. Porque não era sobre trocar cartões, parecer perfeita ou mostrar serviço o tempo todo.
Era sobre olhar para dentro.
Reconhecer padrões.
Entender o que ainda aceitamos e o que não faz mais sentido carregar.
Ontem eu percebi, mais uma vez, o quanto falta empatia em muitos espaços. Às vezes as pessoas estão tão preocupadas em aparecer, performar e aproveitar oportunidades, que esquecem de olhar para quem está do lado.
E empreendedorismo também é isso:
saber acolher,
respeitar o momento do outro
e entender que nenhuma oportunidade vale mais do que a nossa humanidade.
Ontem eu vi mulheres sendo verdadeiras, sem máscaras e sem medo de serem quem são.
E talvez seja exatamente disso que o empreendedorismo precise mais hoje:
menos aparência
e mais humanidade