Fotógrafos do Brasil

Fotógrafos do Brasil Paixão pela fotografia brasileira, pela musica e poesia. Homenagem a famosos e novos fotógrafos.

25/05/2025

Sebastiao Salgado e o seu legado natural, ele realmente completou o seu ciclo.
O Instituto Terra é uma ONG fundada em 1998 por Sebastião Salgado e Lélia Wanick Salgado em Aimorés (MG), com o objetivo de restaurar a Mata Atlântica na bacia do rio Doce. Eles recuperaram cerca de 710 hectares de floresta e mais de 2 mil nascentes, por meio do plantio de árvores nativas e educação ambiental. A instituição também apoia agricultores na adoção de práticas sustentáveis e é reconhecida internacionalmente como um modelo de recuperação ecológica.

24/05/2025

Obrigada, Sebastião Salgado, pela sua arte e maestria; pela sensibilidade com que fotografa a alma dos mais necessitados; pela defesa incansável da natureza e pelo exemplo de honradez que nos deixa como homem.
Obrigada por ter trazido ao mundo um pouco mais de luz e de cor, tão essenciais para a nossa evolução.
Que Deus o abençoe, o receba em Sua glória e conforte o coração de sua amada família.

Magnífica exposição da Floresta Amazônica do renomado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado em Barcelona, Espanha, que ...
12/12/2024

Magnífica exposição da Floresta Amazônica do renomado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado em Barcelona, Espanha, que ficará aberta ao público até abril de 2024. Após nove anos de trabalho, ele nos presenteia com uma coleção que captura a essência da Amazônia, explorando suas belezas por meio de imagens capturadas desde terra, ar e mar.

Mais do que uma simples exibição, esta experiência é uma imersão em um ambiente mágico e de extraordinária riqueza natural.

Magnífica exposição da Floresta Amazônica do renomado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado em Barcelona, Espanha, que ...
12/12/2024

Magnífica exposição da Floresta Amazônica do renomado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado em Barcelona, Espanha, que ficará aberta ao público até abril de 2024. Após nove anos de trabalho, ele nos presenteia com uma coleção que captura a essência da Amazônia, explorando suas belezas por meio de imagens capruradas desde terra, ar e mar.

Mais do que uma simples exibição, esta experiência é uma imersão em um ambiente mágico e de extraordinária riqueza natural.

Maíra Erlich é uma fotógrafa documental de Recife, Pernambuco, com interesse especial em questões sociais, direitos huma...
19/09/2024

Maíra Erlich é uma fotógrafa documental de Recife, Pernambuco, com interesse especial em questões sociais, direitos humanos, família e cultura. Por 8 anos se dedicou à fotografia de casamentos, onde conquistou mais de 50 prêmios e ocupou o ranking de melhores fotógrafes do mundo nos diretórios Fearless Photographers e ISPWP. Em 2018 venceu a segunda temporada do reality show Arte Na Fotografia, do canal Arte1.

Atualmente trabalha de forma independente, colaborando com veículos e organizações internacionais como Bloomberg, The Wall Street Journal, El País, The Nature Conservancy, Conservation International, The New York Times, Habitat para Humanidade, Red Bull Media House, Rotary International, Wellcome Trust, AirBnb.

Em 2023, Maíra foi premiada com uma bolsa National Geographic Explorer e selecionada para o programa de mentoria Vital Impacts.

Membro da Women Photograph, Diversify Photo e The Everyday Projects.

Oferece mentorias, consultorias, leituras de portfólio, edição e curadoria.

Amazing work! The daily life through the window.
03/08/2022

Amazing work! The daily life through the window.

Edited with iMovieSong by Gary Jules

03/08/2022

Mais um clique belíssimo do Maurício Nahas.

Fotografia Joāo UrbanUma casinha de taipaCom os pés fincados no chãoAs telhas desembeiçadasLá fora, majericãoNo terreiro...
02/08/2022

Fotografia Joāo Urban

Uma casinha de taipa
Com os pés fincados no chão
As telhas desembeiçadas
Lá fora, majericão
No terreiro dois banquinhos
Tamboretes no salão
As redes sempre armadas
Café com pão no fogão.
Onde está essa casinha
Que guardo com emoção?
Será que ainda vejo
Essa casa do sertão?
Mãe Mina fazendo renda
Diva fiando algodão
Seu Mané vindo da roça
Zeca com os pés no chão
Tixixa moendo milho
Dinha fazendo feijão
Água no pote friinha
E os canecos de latão
Zefinha lá no terreiro
Correndo atrás de um capão
Chiquim indo buscar lenha
No jumento de Antão
No terreiro a cajarana
Se espalhando pelo chão
E nos galhos escondidos
A zuada do cancão
Espantado com o ritmo
De Maria no pilão
Na cerca se espalhavam
As vaquinhas de melão
Era assim essa casinha
Do chão batido de terra
Que ficava lá na serra
Onde está meu coração.

Claude - Flor da Serra Verde

Fotografia Joāo Urban"É diante do fogo que a poesia aparece melhor. Não admira que Neruda tivesse dito que a substância ...
02/08/2022

Fotografia Joāo Urban

"É diante do fogo que a poesia aparece melhor. Não admira que Neruda tivesse dito que a substância dos poetas são o fogo e a fumaça.

O fogão de lenha é lugar de saudade. Porque os fogões de lenha, eles mesmos, são fantasmas de um mundo que não mais existe."

Rubem Alves

No livro " A Grande Arte de Ser Feliz"

Fotografia Joāo UrbanA arte de lavar roupa (Luis Adriano Correia)Quem lava roupaPensa na vida!Quem lava roupa sente a vi...
02/08/2022

Fotografia Joāo Urban

A arte de lavar roupa (Luis Adriano Correia)

Quem lava roupa
Pensa na vida!

Quem lava roupa sente a vida passar diante da roupa lavada
Sente a história das roupas
Sente as mãos frias de sonhos.

Quem lava roupa não lava somente a roupa
Lava o orgulho e a soberba
E sente cheiro do novo.

Hoje lavando a roupa
Senti um cheiro de história
Da vida passada e de anos levados embora
O cheiro que exalava das roupas ainda molhadas
Trazia presente o jasmim de “Seu Abel”
Onde minha mãe e outras mulheres lavavam roupas
Quando faltava água em nossas casas.
E vinha a lembrança dos pinotes que eu dava às vezes só
Às vezes com outros meninos
E minha mãe gritando: “Tá sujando a água menino!”
Lembrei do caminho que nos levava até lá
Estrada de barro batido, e uma estreita trilha pra chegar
Do alto alguém gritava
Pra saber se tinha gente embaixo
Talvez tomando banho
Ou lavando os seus próprios pratos.
E quando não tinha ninguém
Lá íamos nós...
Sentir o cheiro do sabão bruto nas roupas
Dos cajás que caíam na água
Do seu doce sabor azedo
E da brincadeira que só cessava
Quando o sol já quase sumindo.
E com a bacia cheia de roupas cheirosas
Iam embora minha mãe e nossas vizinhas.
Os filhos delas e eu.
Hoje depois de homem feito lavei roupa
Senti-me criança de novo!

Lavei roupa!
Com a vida passada no cheiro do sabão...

Lavei Roupa!
Com a vida agora vivida esfregada pelas minhas mãos...

Lavei roupa!
Com a vida que há porvir evaporando com gosto e cheiro de sabão.

Fotografia João UrbanNasceu em Curitiba, em 1943, onde ainda reside. Começou a fotografar profissionalmente na década de...
02/08/2022

Fotografia João Urban

Nasceu em Curitiba, em 1943, onde ainda reside. Começou a fotografar profissionalmente na década de 1960, dividindo-se entre a fotografia publicitária e a fotografia documental de caráter autoral centrada sobre as atividades agrícolas do Paraná. Realizou numerosas exposições, tendo sido um dos primeiros fotógrafos contemporâneos a obter reconhecimento no exterior, em importantes eventos como os dois primeiros Colóquios Latino-Americanos de Fotografia (realizados na cidade do México em 1978 e 1981); e Veneza 79: La Fotografia (Itália, 1979). Participou de duas edições da Bienal Internacional de São Paulo, a 14ª e a 15ª (em 1977 e 1979), tendo sido premiado na primeira. Participou igualmente da 5ª Bienal de Havana, em 1994.

É autor dos livros Bóias-frias (Edições Dia, Suíça, 1984, e, depois, no Brasil, com a Fundação Cultural de Curitiba, em 1988); e Tropeiros (Editoração Publicações e Comunicações, 1992); Aparecidas (Tempo d’Imagem, 2002) em colaboração com Suzana Barreto Ribeiro; Tu i Tam: Memórias da imigração polonesa (Edições Mirabilia, 2004); João Urban (Coleção Senac, 2005); Rios por onde passo (Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais, 2007); Mar e Mata: a serra, a floresta e a baía. Seus homens e suas mulheres (Edições Água Forte, 2009).

Premiações e Bolsas

· 1978: Prêmio Banco do Brasil, 35º Salão Paranaense de Artes Plásticas, Sala de Exposições do Teatro Guaíra, , Curitiba PR, 1978 [2]

· 1978: Prêmio Bienal de São Paulo, XIV Bienal de São Paulo [Evento 14 Bienal de São Paulo http://arquivo.bienal.org.br/pawtucket/index.php/Detail/evento/1563 ], 1978, pelo trabalho Equipe Bóias-Frias com Margaret Lisette Born, Renato Ladislau Mazânek, Jamil Snege e João Urban.[3]

· 1999: 1999 – Prêmio Ensaio Banco J. P. Morgan – São Paulo, [4]

· 2000: Bolsa Vitae de Artes, 2000

· 2012: XII Prêmio Funarte Marc Ferrez, da Fundação Nacional de Artes (Funarte)

- 2017: VIII Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, Belém,

Fonte ArtePlural Galeria Por Pedro Vasquez
Wikipédia

Contatos https://www.facebook.com/joaourbanfotografias http://www.joaourban.com.br/
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Endereço

Pirituba, SP

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