08/10/2026
Há poucos dias uma cliente me pediu para explicar o signif**ado da cobra e da coruja.
A pergunta é mais séria do que parece. Em um retrato fine art, o animal carrega uma simbologia, e ela passa a fazer parte da imagem que você vai ver de si mesma por anos.
O critério que eu sugiro é um só: o momento que você vive. Quando a escolha é feita pelo que a cliente acha bonito, a obra f**a bonita. Quando é feita pelo momento, a obra passa a dizer alguma coisa a ela.
A coruja corresponde a uma fase específ**a: aquela em que você já tem repertório para confiar no próprio discernimento e decide parar de terceirizar as suas escolhas. A cobra fala de outra fase, a da troca de pele, e merece um post só dela.
Se você quer que eu fale da cobra no próximo, curta este post.
É assim que eu trabalho a fotografia transformacional. Primeiro vem a identidade que você decidiu assumir. Depois, o arquétipo que corresponde a ela. A obra vem por último, como consequência de uma decisão de autoconhecimento que você tomou antes de chegar ao cenário.
Nada disso se sustenta com montagem ou inteligência artificial. A simbologia precisa da experiência para ter energia, e a experiência exige o animal presente, ao seu lado.
No momento, a experiência com a coruja está em lista de espera, clique no link da bio pra entrar pra nossa lista vip!
Encaminhe este post para uma mulher que você reconhece nessa descrição.