Habitar-se

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Cafés Especiais
Cozinha vegana e vegetariana

Ensaios para se amar
Com muita produção ou pouca produção
Muito hot ou suave sensualidade
Muita pele ou pouca pele à mostra
Contida ou soltinha
Este é o lugar para você habitar

Passando aqui pra postar esse ensaio que foi incrível.Todo ensaio que faço é um grande dia pra mim.Como psicanalista ten...
14/02/2023

Passando aqui pra postar esse ensaio que foi incrível.
Todo ensaio que faço é um grande dia pra mim.
Como psicanalista tenho uma certa curiosidade pelas pessoas, suas histórias, suas saídas e chegadas.
Duas resoluções.
Aprendi que incrível mesmo é a vida ordinária.
Frustrante.
Violenta.
Perigosa
Cansativa.
Nada glamourosa.
Mas de alguma maneira milagrosa a gente ama.
Talvez porque a gente nunca experimentou uma vida extraordinária e é provável que nunca vá experimentar.
Porque a vida está em todos os lugares
É ordinária.
E é única.
E é breve.
Pra todes.
Que possamos aproveita, suportar o que temos de melhor. Porque é no ordinário que bancamos o fantástico.
É no nosso melhor que gozamos e que vivemos.
Que todas as histórias incríveis que escuto eu possa honrar com meu trabalho.

Olha quem voltoooou!Como aprendi nesse tempo ausente a amar todas as mulheres que passam pela minha vida e como elas me ...
29/01/2023

Olha quem voltoooou!
Como aprendi nesse tempo ausente a amar todas as mulheres que passam pela minha vida e como elas me ensinaram que o meu valor estar em mim mesma!
Esse projeto volta a pedidos e volta também por mim.
Toda mulher que passa por mim se amando mais alimenta a minha alma!

P.s. no mês de fevereiro tá rolando promo em parceria com a
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Vem olhar como tu é gostosa Deusaa

Tão positiva que é ingênua. Tão ingênua que é chata. Positividade tóxica que chama né. Nesses tempos odeio e amo quem ac...
23/06/2021

Tão positiva que é ingênua. Tão ingênua que é chata.
Positividade tóxica que chama né.
Nesses tempos odeio e amo quem acredita.
As vezes é só o que a gente precisa; acreditar.
Acreditar cura.
Porque depois que a gente acolhe a dor, faz o quê com ela?
Acredita, porque nada como um dia após o outro e olhar a vida com olhos encantados cura a alma.
Nem sempre todo dia.
Nem sempre toda hora.
Mas acreditar faz sarar

Hoje me peguei pensando no tempo. No tempo das coisas, na sua passagem, na falta do tempo. Pensei no tempo das redes e c...
20/05/2021

Hoje me peguei pensando no tempo.
No tempo das coisas, na sua passagem, na falta do tempo.
Pensei no tempo das redes e como o tempo online é diferente.
Pensei nos nossos tempos, nos tempos atuais e na corrida contra o tempo. E pelo tempo. E pelas redes.
São tempos em que aglomerados online, corremos pelos afetos que antes distantes podem f**ar próximos e agora distantes novamente, corremos atrás do trabalho, do dinheiro, que antes presente, agora virtual.
Corremos porque temos pressa num mundo que parece estar parado, embora não. Parou pra quem mesmo?
São tempos estranhos esse.
Parados , correndo, cansados.
Entre lá e cá o tempo se esvai por entre os nossos dedos, todos por aqui tentando ser blogueiros. Procurando o freio ou o equilíbrio do (des)tempero.

A resiliência de quem sabe o que esperar da vida, mas sabe que pode realizar algo mais. A resistência de quem não aceita...
14/05/2021

A resiliência de quem sabe o que esperar da vida, mas sabe que pode realizar algo mais. A resistência de quem não aceita um lugar de não escolha. Super sensível, esse filme toca naquela exploração de quem é chamado família mas não.
Fala também sobre abrir mão quando não se tem muita opção, mas ainda assim aguardar.
Aguardar o que de melhor possa vir, num futuro que não é só nosso, mas vai além.
Media o ruim e o insuportável e entre um e outro saber que o melhor virá.
Aproveitar o momento com doçura e em meio a luta g***r.
G***r a vida, g***r o momento.
Porque na vida o momento é a única coisa real.

Tem umas pancadas da vida que a gente demora a entender o porquê.Tem padrões que de tão enraizados parecem parte de noss...
11/05/2021

Tem umas pancadas da vida que a gente demora a entender o porquê.
Tem padrões que de tão enraizados parecem parte de nossa essência.
Tem tristeza que é tão nossa que se sumir a gente se perde, sem saber o que fazer sem a nossa tão íntima amiga, a deprezona.
Pra entender o que dá pra desapegar e o que f**a, aquilo que é nosso mesmo, é nas sombras que estão as respostas.
No fundo do poço mesmo.
Nas lembranças destemperadas e desenterradas.
Essa série da Netflix é um pouco sobre isso.
E porque rir da própria desgraça também faz parte

Em tempos de um Plutão retrógrado tenho refletido por aqui nos renascimentos e mortes da minha vida.Sou inquieta por nat...
08/05/2021

Em tempos de um Plutão retrógrado tenho refletido por aqui nos renascimentos e mortes da minha vida.
Sou inquieta por natureza e mudanças e reviravoltas são uma marca pessoal. Multipontencial como tá na moda falar, sou mil e uma. E quem não é multipontencial? Em tempos de precariedade do trabalho ser multipontencial é mais uma necessidade do que um preenchimento de alma. Renovar é preciso. Se renovar é sobreviver.
E quando renovados, trocados a pele o que f**a de essência?
Você sabe qual a sua essência?
O que f**a e o que vai de você nesse processo de transformação e renovação?
Desmembrar e se remontar.
Se espalhar e se recompor.
E o que f**a, você sabe?
Reciclado e recriado, você sabe a matéria prima que te compõe?
Conhece a sua essência?

Sabe aquele efeito dominó, quando o primeiro cai e gera uma reação em cadeia. Uma queda em cascata. Daí quando olhamos c...
04/05/2021

Sabe aquele efeito dominó, quando o primeiro cai e gera uma reação em cadeia. Uma queda em cascata. Daí quando olhamos com uma certa distância aquela situação, todos aqueles pedaços espalhados. Todos os pedaços caídos. E a gente f**a ali, olhando todos os pedaços da nossa vida espalhados ali na nossa frente, tudo o que deu errado, tudo o que deu certo, tudo o que deu.
E f**amos apenas olhando e procurando os encaixes.
O que se encaixa em quê.
Como tudo pode se encaixar.
Pra se encaixar é necessário enxergar.
Reconhecer. Se reconhecer.
Pra renascer.
Pra reviver

Sim, essa semana foi meio conturbada... e parece que a que se segue tá cutucando.E entre covid e crises existenciais que...
27/04/2021

Sim, essa semana foi meio conturbada... e parece que a que se segue tá cutucando.
E entre covid e crises existenciais que avisam a lua cheia intensa pra aprofundar nas sombras (é wesack que chama?) Me lembrei do príncipe Arjuna lá em cima da sua montanha de sombras, quantas delas teremos que encarar para nos considerarmos vencedores? Ou talvez tenha sempre uma sombra escondida em algum lugar pra encarar né... seguindo o curso da vida, evoluindo quando dá...
E enquanto vejo programa de casa container pra acalmar a alma (cada um com sua loucura) Plutão passou pra me lembrar que vai retrogradar, só assim de leve, pra lembrar que a crise ainda tá lá. Distrair faz parte mas em algum momento temos que acordar.

As vezes parece que o tempo parou. A gente sente uma sensação de estagnação que angustia, que entristece, que desespera....
22/04/2021

As vezes parece que o tempo parou. A gente sente uma sensação de estagnação que angustia, que entristece, que desespera.
Hoje tive o diagnóstico de covid confirmado. Me senti assim. Pendurada. De cabeça pra baixo.
Isolada do mundo.
E agora isolada da casa.
Sem minha filha junto de mim, chorei.
Mas amar também é se afastar para proteger. Saber que as pessoas não nos pertencem. E ceder quando necessário. Fácil não é. Mas amor tem dessas coisas. Amor não é apego. Apego é apego.
E quando estamos de cabeça pra baixo, tudo que estava nos bolsos cai.
Trabalhos para finalizar, contas pra pagar, filha pra cuidar...
Desapego é o que a vida pendurada desde o ano passado nos ensina.
Podia estar exalando ódio por quem tá em festa. Mas não tô.
Aceito que nem tudo parece justo de primeira. Algo de injusto pode ensinar.
Dei meus vacilos.
Não sou perfeita.
E agora pendurada, ao invés de olhar o que me cai dos bolsos, tô preferindo mudar o ângulo do olhar. Sorrir pro destino e deixar o espaço aberto e o olhar atento para os caminhos que irão se mostrar.

Ultimamente tenho poucas referências masculinas. Por diversos motivos, que não cabem agora. Mas esses dois últimos que s...
20/04/2021

Ultimamente tenho poucas referências masculinas. Por diversos motivos, que não cabem agora. Mas esses dois últimos que se seguem são figuras que pra mim são simbólicas e me inspiram demais. Gandhi e Mandela, transitam em minha opinião entre os arquétipos do justo e do rebelde me mostrando ora um ora outro. Sendo Mandela retratado em vários filmes, deixo livre a referência, porque o homem fala pelo arquétipo.
Li em algum lugar que não me lembro (faz muito tempo) que periodicamente o carcereiro de Mandela era substituído em seu período de prisão, pois era comum eles se afeiçoarem à Mandela e virse e versa. Essa foi uma informação que me tocou bastante porque nos nossos piores momentos são aqueles mais difíceis de manter a presença de espírito e deixar crescer o afeto, inclusive num provável inimigo. Pra mim isso não signif**a mansidão, pois não acredito que ele era um homem manso. Pra mim é grandeza de espírito mesmo. Aceitar o seu destino e as consequências das suas escolhas ( por mais injustas que sejam ou pareçam aos seus olhos), tirar as lições necessárias e seguir em frente, muito provavelmente fortalecido. E sobretudo deixar espaço para o afeto. Deve ser esse o signif**ado de endurecer sem perder a ternura...

Taí uma figura que gosto de ler sobre, de entender, saber...Esse filme tem longas três horas de duração que pra mim são ...
16/04/2021

Taí uma figura que gosto de ler sobre, de entender, saber...
Esse filme tem longas três horas de duração que pra mim são apenas 15 minutos, tamanha a grandiosidade deste ser humano e também o talento dos envolvidos neste trabalho.
Algo que me marca neste filme é uma cena, perto do final, em que a guerra civil estava a pino e um homem de origem hindu, assim como Gandhi, lhe confessou ter deixado uma criança mulçumana órfã e perguntou como se redimir.
Gandhi respondeu: crie o filho deles, como seu filho, com o mesmo amor, dentro da doutrina e leis mulçumana.
Pra mim, essa frase tem um tamanho que quase não cabe na sociedade hoje.
Mas afirmação tão necessária.
Entender que o que nos diferencia nos torna iguais em nossa humanidade.
Que somos todos apenas uma pequena projeção de um imenso e único fio que liga toda a matéria que somos.
Uma pequena projeção daquilo que nos é possível enxergar, nas circunstâncias em que estamos no momento.
Mas sempre há a escolha de olhar.
Olhar o outro.
Olhar então, para si.

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