11/05/2026
Minha filha, Giulia, é uma leitora ávida.
Este ano, pedi que ela me indicasse alguns livros que tivesse gostado e que, de alguma forma, também pudesse me tocar.
Mas ela foi além…
Não apenas indicou… criou uma carteirinha para sua própria biblioteca.
E, junto com ela, vieram regras claras sobre o cuidado com os livros.
Comecei pelo livro, “A biblioteca dos sonhos secretos”
E foi emocionante.
A cada capítulo, eu não lia apenas uma história, eu me aproximava da minha filha.
Como se cada página fosse mais um diálogo silencioso entre nós.
Algumas frases ficaram:
“Embora eu diga ‘um dia’, talvez tudo acabe sendo apenas um sonho.”
— “Um sonho não pode acabar enquanto você ainda diz ‘um dia’...
mesmo que não se concretize, ele continua sendo um lindo sonho.
E talvez isso também seja uma forma de viver.”
“Continuamos a agir como se puxássemos fios invisíveis
que, em algum momento, se ligaram um ao outro.”
“Um dia se torna amanhã.”
“As palavras que, de maneira irrefletida, eu dissera quando minha filha era pequena foram interpretadas por ela com cuidado e se tornaram parte dela. Eu me emocionei ao constatar como ela havia crescido.”
Obrigado filha, que venham os próximos!