16/02/2026
Eu amo a fotografia desde antes de saber que ela seria minha profissão.
Quando criança, vivia com uma câmera analógica pra cima e pra baixo.
Na adolescência, não saía sem minha cybershot.
Registrar sempre foi minha forma de existir no mundo.
Comecei a fotografar casamentos em 2011.
E desde então… nunca mais parei.
Casamentos são intensos. São cansativos. São longos.
Mas são, também, o que me move e o que me sustenta.
Toda vez que eu penso em desacelerar, em parar…
Deus fala comigo em alguma cerimônia.
Em um olhar no altar.
Em um abraço apertado.
Em uma mãe chorando baixinho.
Existe uma adrenalina e uma emoção que eu vivo — e entrego — através dos meus cliques, que me atravessam inteira.
E me fazem querer fazer isso pra sempre.
Eu sempre convivi com ausências. Físicas. Emocionais.
E talvez por isso cada evento que transborda amor pareça que Deus me entrega um pouquinho… para eu guardar comigo também.
Mas meu universo não se limita aos casamentos.
Eu também registro histórias em ensaios corporativos, gestantes, crianças, produtos — tudo que carrega identidade, propósito e verdade.
Eu não acredito que a fotografia precise ter limites de nicho.
A criatividade não tem fronteiras.
Ela pode ser vivida em qualquer lugar onde exista história.
Eu não só fotografo.
Eu sinto.
Eu vivo.
E eu me entrego.
Essa sou eu. 🤍