07/10/2025
Este ensaio não é sobre poses, mas sobre o valor do pertencimento.
Pode parecer clichê, mas segurar um recém-nascido é realmente sentir que o tempo para. E nesse post quero compartilhar com vocês um pouquinho dessa sensação.
Registrar as primeiras conexões reais dessa família, a mãozinha que se fecha no dedo do pai, o toque suave da mãe, a luz delicada que realça o aconchego. Pra mim, a verdadeira fotografia de família é atemporal porque foca no que nunca muda: o amor e o vínculo. É isso eu busco registrar através do meu olhar.
Pensar que estas fotos, serão o primeiro tesouro de memória da Marina. Um álbum que, daqui a 10, 20 anos, vai contar a história de um amor que começou assim, no abraço aconchegante e na suavidade dos primeiros dias. Uma herança visual, sabe?
Se você também acredita na beleza dos momentos verdadeiros, me conta aqui: Qual é a sua primeira grande memória afetiva de quando seu filho era recém-nascido? Vou amar ler as histórias de vocês! ✨