RLarroyd Fotografia

RLarroyd Fotografia Fotógrafa Renata Larroyd. Retratos, Fotografia Documental e Lifestyle.

Maitê & Bruno 🤍Quando o  e a  fecharam a data, eu já não tinha mais disponibilidade na agenda. Mesmo assim, decidiram se...
07/06/2026

Maitê & Bruno 🤍

Quando o e a fecharam a data, eu já não tinha mais disponibilidade na agenda. Mesmo assim, decidiram seguir com a gente e confiar os registros desse dia à nossa equipe. E isso para mim, sempre diz muito sobre o que estamos construindo.

Quem fotografou esse casamento foi o Wally e a Nath. O Wally acompanhou o Bruno durante o making of, ao lado da família, enquanto a Nath esteve com a Maitê, na cerimônia e na festa. Em breve, vou encontrar os dois pessoalmente para fazermos o ensaio deles. Foi a forma mais prática e bonita… que encontramos de eu também fazer parte dessa história.

Antes do casamento, fizemos uma chamada de vídeo daquelas que passam voando. Conversamos sobre a vida, descobrimos afinidades e entendemos o que fazia sentido para eles naquele momento. Afinal, mesmo já construindo uma vida juntos, escolheram celebrar esse rito de passagem cercados pelas pessoas que amam.

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O que existe além do retrato corporativoCris & André 🤍Esse ensaio foi um exercício de algo que eu amo na fotografia: os ...
06/06/2026

O que existe além do retrato corporativo
Cris & André 🤍

Esse ensaio foi um exercício de algo que eu amo na fotografia: os retratos ambientais. Aquelas imagens que mostram as pessoas não apenas como elas são, mas também dentro dos espaços que constroem, habitam e trabalham todos os dias.

A e o me procuraram inicialmente para produzir algumas imagens do negócio deles. Mas, durante a conversa, ficou claro que a necessidade era mais profunda do que simplesmente registrar um ambiente ou criar alguns retratos profissionais. Havia uma história, uma intenção e uma forma muito particular de trabalhar que mereciam ser traduzidas visualmente.

Quem esteve à frente desse trabalho foi o Wally, que conduziu o encontro com muita sensibilidade. Antes de fotografar, ele ouviu. Procurou entender os desafios, as motivações e o que realmente fazia sentido comunicar. E foi justamente dessa escuta que nasceu a ideia de ampliar o projeto, construindo não apenas imagens, mas também uma narrativa com vídeos capaz de conectar propósito, pessoas e trabalho.

As fotografias seguiram uma linguagem que eu adoro explorar: trazer a pessoa para dentro do seu próprio universo. Mostrar detalhes do espaço, elementos da rotina, objetos, texturas e contextos que ajudam a contar quem ela é e como faz o que faz.

No fim, o que mais me chamou atenção foi perceber como os processos criativos se fortalecem quando existe abertura para a colaboração. Quando fotógrafo e cliente deixam de ocupar lados opostos da mesa e passam a construir algo juntos.

Sua história, seu espaço e seu processo também fazem parte da sua marca. 📸

Somos todos feitos delas.

O aniversário do Massimo 🤍Esse foi um daqueles encontros que ficam na memória pelos detalhes. A decoração foi feita pela...
03/06/2026

O aniversário do Massimo 🤍

Esse foi um daqueles encontros que ficam na memória pelos detalhes. A decoração foi feita pela própria mãe dele, a e tinha muito da personalidade da família ali: leve, acolhedora, cheia de significado. Eu já tinha fotografado o batizado dele no ano passado, então foi muito especial perceber como ele cresceu. Deixou de ser aquele bebê pequenininho e agora já tem jeito de menino: curioso, expressivo… impossível de ficar parado.

A Pietra me contou antes da festa que queria lembrar justamente disso: do olhar sapeca dele, das descobertas, das pequenas interações, dos detalhes que passam rápido demais nessa fase. E foi exatamente isso que eu tentei buscar durante o dia.

Teve também um detalhe que me emocionou pela história que carregava. A naninha que inspirou parte da decoração e das lembranças da festa era a mesma que acompanhou a Pietra quando ela era criança e que anos depois, passou a fazer parte da infância do Massimo. Para tornar tudo ainda mais especial, ela presenteou os amiguinhos com suas próprias naninhas, cada uma bordada com o nome da criança 🤍 como não amar?

O Massimo aproveitou cada segundo. Fez bagunça com a avó, dava risada quando ela falava italiano com ele, interagiu com todo mundo, brincando com as babás e com os coleguinhas, circulou pela festa inteira como quem queria viver tudo ao mesmo tempo.

E acho bonito quando a fotografia encontra famílias que valorizam experiência, afeto e presença. A Pietra é muito esse perfil de cliente que gosta do espontâneo, das imagens que contam uma sensação e não só um acontecimento. A festa tinha esse clima meio brunch, mais íntimo, delicioso… e no fim não era só sobre comemorar um aniversário. Era sobre celebrar esse primeiro ano tão intenso da maternidade e da paternidade. Sobre olhar um para o outro e pensar: “a gente conseguiu”.

📸🫶🏻

Carol & Tarcísio 🤍O casamento da  e do Tarcísio foi daqueles encontros que começam muito antes do dia da festa. Eles me ...
01/06/2026

Carol & Tarcísio 🤍

O casamento da e do Tarcísio foi daqueles encontros que começam muito antes do dia da festa. Eles me contrataram quase um ano e meio antes, e eu lembro perfeitamente da nossa primeira ligação. A conversa fluiu, a energia bateu, parecia que a gente já se conhecia.

Acabamos nos encontrando pessoalmente só na semana do casamento. Foi também a primeira vez que fotografei no . Eles foram presenteados com um dia lindo, de sol entre nuvens… numa luz suave, gostosa, que combinava muito com a atmosfera do casamento.

A Carol e o Tarcísio se conheceram por aplicativo, e uma das coisas mais legais foi perceber como eles trouxeram elementos da própria história para dentro da celebração. No primeiro encontro, eles foram tomar milkshake. E no casamento, brindaram com milkshake também. A festa carregava referências afetivas e pequenas camadas da história que construíram juntos. 🧋🧋

Eles participaram de tudo, se envolveram com os fornecedores, cuidaram dos detalhes, fizeram questão de criar uma experiência acolhedora não só para eles, mas para todo mundo que estava ali.

Normalmente, casamento exige muito da gente: física e emocionalmente, mas esse foi um daqueles dias em que a troca devolve energia. Em que você volta para casa feliz por ter presenciado aquilo. Um casal extremamente autêntico, presente e carinhoso, que eu tenho certeza de que esse foi só o começo da nossa relação. Porque existem clientes que, em algum momento, deixam de ocupar esse lugar e passam a fazer parte da vida mesmo.

E acho que as fotos mostram exatamente isso.

Sejam muito felizes, queridos!!

29/05/2026

Por muito tempo, eu fotografei histórias que terminavam na tela de um celular ou computador. Mas para mim a fotografia sempre foi algo que merece ser tocado, folheado e guardado.
Por isso, estou muito feliz em ver a RLARROYD dando mais um passo: agora nossos álbuns fazem parte da experiência que entregamos aos clientes.
E esse vídeo tem um significado especial. Ele não foi produzido por uma agência ou equipe externa. Foi criado pela nossa própria equipe, por pessoas que acreditam no valor dessas memórias tanto quanto eu.

Ver esse cuidado, esse olhar e esse envolvimento me enche de orgulho. Porque uma empresa cresce de verdade quando as pessoas que caminham com você também passam a contar a essa história.

Os melhores momentos da sua vida merecem viver além das telas.

🎥: Mari, do .habitar

Agora que estou de volta ao Brasil, desfazendo malas e tentando organizar tudo o que vivi nas últimas semanas, percebo o...
14/05/2026

Agora que estou de volta ao Brasil, desfazendo malas e tentando organizar tudo o que vivi nas últimas semanas, percebo o quanto essa temporada em Sevilha teve algo de “película“.
Talvez pelo lugar onde eu estava morando, onde eu tinha a sensação de que tudo acontecia na porta de casa.

A Semana Santa passava por ali.
A Plaza de Toros estava a poucos passos.
A Feria de Abril que tomava conta da cidade fazia seu “botellón“ ali.
Entre uma caminhada e outra, cenas como essa simplesmente aconteciam diante dos meus olhos. E como eu fui feliz!!

Esta foi uma das últimas fotografias que fiz em Sevilha oficialmente em campo.
Era meu último dia de feria. Na manhã seguinte, eu pegaria um trem para Madrid.
Naquela noite, fui jantar na tradicional Casa Morales e quando saí, encontrei essas três mulheres vestidas com mantilhas brancas, provavelmente ainda embaladas pela atmosfera da tourada, entrando em uma pequena bodega do bairro… em algo quase atemporal, como se essa imagem pudesse ter sido feita ontem ou há cinquenta anos.
Esse visual remete à figura da manola, personagem icônica do imaginário espanhol e andaluz, associada à feminilidade, sofisticação e orgulho das tradições locais.
Talvez seja justamente isso que torna a fotografia tão poderosa: a capacidade de reconhecer, em um instante aparentemente simples, tudo aquilo que continua vivo dentro de uma cultura.

Sim… A cena estava pronta.
E, por sorte, eu também.

A gente nunca sabe quando a imagem mais importante vai surgir.
Nem quando vai aparecer uma oportunidade de trabalho, um encontro transformador ou uma nova direção.
Aprendi que de alguma forma, precisamos estar prontos.

Prontos para reconhecer o momento.
Prontos para agir.
Prontos para confiar no próprio olhar.

Sevilha me lembrou disso… Que muitas das melhores coisas da vida acontecem sem aviso!
E que quando estamos presentes e disponíveis, elas encontram a gente.
Essa fotografia encerra um capítulo muito especial.
Um reencontro com a Renata de 15 anos atrás, que caminhava pela Andaluzia com uma câmera movida pela curiosidade.
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Ao longo dos anos, fui entendendo que o meu processo criativo tem menos a ver com aquilo que eu decido fotografar e mais...
13/05/2026

Ao longo dos anos, fui entendendo que o meu processo criativo tem menos a ver com aquilo que eu decido fotografar e mais com aquilo que eu vejo, sinto… O que eu já vivi e o que ficou guardado, mesmo sem que eu percebesse.

Recentemente, ao rever as fotografias que fiz em Sevilha e compará-las com imagens do meu intercâmbio em Cádiz, nos anos anteriores… fiquei impressionada com as semelhanças.

Muitos enquadramentos, cores, gestos e situações se repetem de forma quase inconsciente.

Como se o meu olhar estivesse, há muito tempo, tentando contar a mesma história.

Talvez seja por isso que fotografar seja também uma forma de revisitar lugares, emoções e versões de mim mesma.

As imagens que produzo hoje carregam, inevitavelmente, as marcas de tudo o que vivi até aqui.

Elas nascem da memória, da intuição e desse desejo constante de compreender o mundo e o meu lugar dentro dele.

Esta edição é um recorte desse encontro entre passado e presente.

Entre a jovem que caminhava pela Andaluzia com uma câmera recém-comprada, sem saber exatamente o que estava fazendo, e a fotógrafa que voltou anos depois para reencontrar, com mais consciência, aquilo que sempre esteve ali.

Espero que gostem!

A Feria de Abril era sem dúvida, um dos momentos que eu mais esperava dessa temporada na Andaluzia.A minha primeira expe...
11/05/2026

A Feria de Abril era sem dúvida, um dos momentos que eu mais esperava dessa temporada na Andaluzia.

A minha primeira experiência com uma feira andaluza aconteceu há 15 anos, quando eu morava em Cádiz e fui com colegas do intercâmbio para a Feria del Caballo, em Jerez de la Frontera. Ainda lembro do impacto que aquela experiência teve em mim.

A explosão de cores, os vestidos de flamenca, os cavalos, a música… e principalmente a sensação de que a cidade inteira se transformava para celebrar algo profundamente seu.
Desde então, essa memória ficou guardada comigo.
Ao longo dos anos, também fui alimentando esse imaginário através das fotografias de mestres como Pierre Verger e Cristina Garcia Rodero, além das imagens que inundam as redes sociais todos os anos e reacendem o fascínio pela moda flamenca, pelas tradições e pela estética tão particular dessa festa.

Por isso, quando a feria finalmente chegou, a expectativa era enorme.
E confesso que, no primeiro dia, foi quase avassalador.
Era a primeira onda de calor do ano. A cidade estava lotada. Eu estava com amigas queridas do Brasil. E havia tanta informação acontecendo ao mesmo tempo que, num primeiro momento, foi difícil entender exatamente o que eu estava vendo.

A Feria de Abril nasceu em meados do século XIX, como uma feira de compra e venda de gado. Com o tempo, tornou-se uma das maiores celebrações de identidade cultural do sul da Espanha.
Hoje, durante uma semana inteira… o “Real de la Feria“ se transforma em uma pequena cidade, com centenas de casetas (tendas decoradas) onde famílias, grupos de amigos e associações se reúnem para comer, beber, dançar sevillanas e celebrar.

A maioria das casetas em Sevilha é privada, e o acesso depende de convite. Mas mesmo do lado de fora, caminhar pela feira já é uma experiência em si.
As ruas ficam tomadas por pessoas impecavelmente vestidas e o que vemos e sentimos são cavalos e carruagens circulando e música por toda parte.

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Endereço

Florianópolis, SC

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