Save the Love

Save the Love 📷 registros afetuosos de ~ todas ~ as famílias 🌈
💌 idealizadora do caminho {fotografia & escrita p/ criar memórias que nos fortalecem} ❤️

No Dia Internacional da Família, e eu só consigo pensar no quanto fotografar famílias me ajudou a enxergar a beleza da m...
15/05/2025

No Dia Internacional da Família, e eu só consigo pensar no quanto fotografar famílias me ajudou a enxergar a beleza da minha família. ❤️

Cada história que passa pela minha lente reforça o que acredito: família é afeto, é diversidade, é raiz e também escolha.

Esse carrossel é uma pequena curadoria e um lembrete pra você registrar a sua família. 📷

Foi num chalé no coração da Lagoa da Conceição que Ingrid escolheu viver a chegada dos seus filhos gêmeos, um lugar que ...
13/05/2025

Foi num chalé no coração da Lagoa da Conceição que Ingrid escolheu viver a chegada dos seus filhos gêmeos, um lugar que a fez se sentir em casa. ❤️

Rodeado pela natureza e pertinho das praias que guardam signif**ados especiais (como o encontro com Bram, seu marido), ela se preparou com carinho por semanas. Das fraldinhas de pano à almofada de amamentação, cada chamada no portão trazia mais perto o momento de ter seus pequenos nos braços. E o sling foi essencial nesse momento, viu? Para acalmar o choro dos bebês, um colo quentinho já trazia o aconchego que eles precisavam.

Essa casa recebeu sua mãe e tia, amigos, a doula e tantos encontros com sua rede de apoio, para celebrar a chegada, os mesversários dos nenecos e também a despedida da Ilha. Três meses depois do nascimento de Lis e Noa, numa semana de verão intenso em Floripa, a família parte para um novo capítulo. Do cerrado brasileiro à arquitetura belga, Lis e Noa serão guiados pelas canções da mamãe e pelos sonhos que atravessam diferentes cantos do mundo, com atenção e cuidado em cada detalhe ao redor, e a comida afetiva do papai, que mistura sabores do Brasil e da Bélgica. 💌

O sonho da minha mãe era ter uma filha, me contou dona Vanilde numa conversa que tivemos sobre o dia em que eu nasci. O ...
14/05/2023

O sonho da minha mãe era ter uma filha, me contou dona Vanilde numa conversa que tivemos sobre o dia em que eu nasci. O seu pedido foi atendido, mesmo com alguns desafios no meio do caminho, pois ela não imaginava que a única filha iria criar raízes tão distante das suas asas. 💫

Ao me descobrir uma contadora de histórias, comecei a valorizar a da minha família. Com a dona Vanilde, aprendi a ser paciente, generosa e a nunca desistir. Suas palavras, mesmo chegando com mais de 600 km de distância, sempre ressoam no momento em que eu mais preciso. É ela que me escrevia cartas logo que me mudei, em 2008, ensinando receitas e truques para uma jovem estudante que nunca tinha morado sozinha. Foi dona Vanilde também que segurou minhas lágrimas quando descobri que precisaria fazer uma cirurgia importante pela primeira vez aos 30 e poucos anos. Dizem que depois que assumi meus cachos, f**amos parecidas. E eu adoro ver como ela se olha no espelho também aceitando as suas origens, que vêm de lugares tão diversos.

Podemos levar um olhar sensível para a nossa mãe e acolher a sua história de vida. Também podemos criar, no presente, memórias afetivas que mostram a nossa verdadeira essência. Para mim, resgatar a conexão com quem somos e de onde viemos é a ponte para celebrar a força das nossas histórias! As nossas raízes. E uma forma de encontrar no amor, sempre, um caminho para seguir em frente. 💌

Tia Ilda é aquela tia que sempre morou em São Paulo. Uma das minhas lembranças de infância é de recebê-la na casa da vó ...
28/04/2023

Tia Ilda é aquela tia que sempre morou em São Paulo. Uma das minhas lembranças de infância é de recebê-la na casa da vó Irene, acompanhada muitas vezes dos meus primos e de alguns mimos, como chocolates preparados pela sua filha, que se tornou uma confeiteira maravilhosa. ❤️

Ilda acredita que puxou da vó a calmaria. Lembrou com carinho das memórias de infância com os seus filhos, como levar para a escola, ajudar nas lições e vê-los jogar bola.

Celebrar as nossas raízes é honrar as relações que são (ou foram) importantes na nossa vida. Para mim, além da minha mãe, vem sempre na minha mente suas irmãs e a minha avó, que também influenciaram durante toda a minha infância e na mulher que me tornei. Tia Ilda é uma delas! Quem por aí te aproxima das suas origens? 💌

 

Quando penso na tia Lurdes, várias memórias afetivas vêm à mente, seja das minhas lembranças de infância ou das que fora...
25/04/2023

Quando penso na tia Lurdes, várias memórias afetivas vêm à mente, seja das minhas lembranças de infância ou das que foram contadas pela minha mãe. 💌

Dona Maria de Lurdes é irmã da minha mãe. A tia que cuidou de mim quando era uma bebê e morava numa fazenda e também a tia que cuidou de mim aos 32 anos, quando fiz uma cirurgia importante e precisei f**ar de repouso. Ao longo da vida, tia Lurdes cuidou da sua mãe, das suas irmãs e de sobrinhos. Representa uma figura materna importante, além do afeto, cuidado e as raízes da família Pereira da Silva. Uma mulher que admiro pela força que encontrou para cuidar de si e dos outros.

📷 Ela não gosta muito de tirar fotos, mas topou fazer um retrato com as meninas que cuida e são parte da sua rotina diária: a Ana Vitória e a Amanda. Acolhidas pela tia, sempre com um lanchinho no café da tarde, elas amam a sua comida (e o seu abraço). Tia Lurdes, espero que essa foto a lembre do quanto a senhora é amada por nós.

A primeira vez que tirei uma foto da minha mãe foi testando a queridinha lente 50mm. Era uma foto sem cor, sem foco, sem...
17/04/2023

A primeira vez que tirei uma foto da minha mãe foi testando a queridinha lente 50mm. Era uma foto sem cor, sem foco, sem intenção. Quase lembra o jeito automático que muitas vezes pegamos o celular para tirar várias fotos de algo que acontece na nossa frente, mas não buscamos o melhor ângulo, nem o motivo que nos leva a querer aquela memória em imagem ou vídeo. 📷

Quando eu comecei a fotografar, há 8 anos, gostava de contar histórias, mas ainda não olhava com profundidade para a minha. Quando descobri mais sobre as minhas raízes, de onde eu vim, de onde vem a minha família, me conectei com as memórias que me tornaram a mulher que eu sou, que hoje valoriza a mulher que a minha mãe é e me inspirou em tantos capítulos da vida!

💌 Podemos olhar para a nossa mãe com afeto, acolhendo a sua história. Também é possível criar memórias com signif**ado com a nossa mãe e os nossos filhos. A intenção de registrar minha mãe e tias foi a de celebrar a força das nossas histórias: as origens, o cuidado, os vínculos! As memórias afetivas que nos aproximam verdadeiramente da nossa essência. E essa foi uma das primeiras fotos que tirei nessa viagem. Obrigada, mãe! ❤️

🎵Chove chuva, chove sem parar! E nesse clima vale uma sonequinha com o gatinho no sofá? 😍Essa sequência da Juju é daquel...
18/10/2022

🎵Chove chuva, chove sem parar! E nesse clima vale uma sonequinha com o gatinho no sofá? 😍

Essa sequência da Juju é daquela que enxergamos . Afinal, os animais que vivem ao nosso redor são super companheirinhos né? Quem aí ama ter o seu por perto, manda um ❤️

Rogério e Greg escolheram estar juntos desde o início da relação. E registrá-los, no vaivém de uma conversa leve, com as...
19/02/2022

Rogério e Greg escolheram estar juntos desde o início da relação. E registrá-los, no vaivém de uma conversa leve, com as comidas preferidas, num encontro em que ambos riram muito e também fizeram o outro sorrir, foi muito especial. 🥰

Do pedido de namoro, feito no equinócio da Primavera até morarem juntos, no meio de uma pandemia. Agora, mais uma vez, eles escolheram viver um novo capítulo, juntos, nessa m***anha russa que é dividir a vida com alguém. ❤️

Vocês me inspiram (e me ensinam) um caminho bonito do que dizem ser o amor. Que as memórias desse dia sempre os lembrem de quem são e como se sentem quando estão juntos.

📷 Uma sequência que eu amo, com fotos feitas no quintal de casa. Deixe um emoji pra enviar amor pra esse casal.

A chegada da Isis tem sido emocionante pra Thati, Rodrigo e Eduarda. Desde o chá revelação, quando descobriram que era u...
13/02/2022

A chegada da Isis tem sido emocionante pra Thati, Rodrigo e Eduarda. Desde o chá revelação, quando descobriram que era uma menina - tão esperada por todos, principalmente para a Eduarda, que está se tornando a irmã mais velha que sempre quis. ❤️

A família ama a conexão com o mar e tudo que o pé na areia e água salgada traz. Ver o nascer do sol juntos foi bem especial, não só pela beleza de mais um dia começando com aqueles raios alaranjados, mas também por ser um momento de ~pausa em família ~ Afinal, a chegada de um bebê muda toda a rotina né?!

Que a Isis e a Eduarda se sintam amadas quando olharem para essas fotos. É o pedido da mamãe que está feliz em olhar para a história da família e ver o quanto já conquistaram juntos.

📷 Essa guardiã do amor também f**a feliz em se conectar com a Natureza, registrando mais um capítulo importante da vida de vocês. Quem aí curte o nascer/pôr do sol? Me conta qual foto você mais gostou nos comentários.

A cada três dias, meu pai faz a barba. Na sua gaveta da penteadeira, pega uma bolsinha velha e suja, toda descascada e ...
02/06/2021

A cada três dias, meu pai faz a barba. Na sua gaveta da penteadeira, pega uma bolsinha velha e suja, toda descascada e leva para o fundo de casa. No meio do caminho, para em frente ao armário atolado de roupas da minha mãe, tira um espelho de tamanho médio para se ver, com moldura laranja e segue para o seu ritual.

Enquanto segura delicadamente a navalha bege em seu rosto, o reflexo do espelho aponta para o pé de uva atrás dele e para a bolsa com seus acessórios aberta. Ali, em cima de um balde vazio, ele m***a seu balcão. Tem a tesoura prata para aparar os cantos do seu ralo cabelo branco, as lâminas novas ainda em suas caixinhas amarelas e a espuma de barbear. A pequena bolsa, que parece uma carteira, f**a paradinha e ninguém pode mexer. Mas o que descobri nos dias em que eu fui registrá-lo em seus momentos cotidianos, é que na verdade eu não podia mexer nos sentimentos que aquela borda descascasda de metal guardava. 💌

É que assim como o tempo que me levou a amadurecer para olhar e acolher a história do meu pai, também revela memórias doloridas. Aquela pequena bolsa não era um simples pertence, mas uma das peças usadas pelo primeiro amor do meu pai, Alaíde. Ela não guardava apenas a navalha antiga, mas as lembranças da jovem mulher de cabelos longos escuros que o deixou há 40 anos. Aquela surrada bolsa também o recorda do motivo que a levou: a temida doença que ele não gosta de falar o nome, mas que surgiu de repente na sua vida, aos 83 anos.

Se a dona Alaíde estivesse aqui, eu não teria nascido. Não poderíamos chamar a atenção do senhor que bebe sua cervejinha como remédio todos os dias. Porém, sua história nunca será esquecida. Se depender desta guardiã do amor, aquela pequena bolsa um dia irá para a parede ao lado da carta escrita à mão que autorizava meu pai, aos 17 anos, a sair da Bahia. Foi antes dele a conhecer. O afeto pela mulher que virou sua primeira esposa sempre será sentido, porque meu pai o carrega pela casa toda semana. Mais uma forma de tê-la por perto enquanto ele enfrenta mais uma batalha. ❤️

Texto escrito durante a oficina da a partir dos registros de 2016 📷 @ Santo Antônio da Platina

Memórias afetivas em palavras e fotografias. Em outro post, contei a minha relação com essa agenda de capa rosa, minha p...
02/06/2021

Memórias afetivas em palavras e fotografias. Em outro post, contei a minha relação com essa agenda de capa rosa, minha preferida quando tinha 15 anos. Ali nascia a minha escrita. 💌

Ano passado, minha mãe apareceu com uma caixa de papelão e, dentro dela, vários itens da minha infância e adolescência. Eis que aparece o querido diário, com capa felpuda e um coração no meio. Vou abrindo as páginas, relembrando o quanto usava gírias, abreviações para palavras do dia a dia e vivia em dilemas amorosos. Quando chego no mês de setembro, me deparo com uma das notícias que marcou aquele período: a passagem da minha avó Irene, mãe da minha mãe, dias após o meu aniversário. 🥺

Dona Irene foi a avó que eu mais convivi na infância, lembrar dela me deixa com um coração quentinho. Foi na quadra ao redor da casa da vó que eu aprendi a andar de bicicleta (adoro a foto que coloquei ao lado da página, com os meus primos Bruno e Rodrigo). Foi lá também que aprendi a gostar de acerola e manga, colhendo frutas no quintal para os almoços de domingo. A casa da vó era o meu refúgio para assistir as novelas da Globo, que meu pai proibia. Adorava “posar” lá depois de ir à UPE - clube em que éramos sócios e eu passava tardes inteiras com as amigas na piscina ou jogando vôlei. Chegava na casa da vó lá pelas 16h. Às vezes preparava um chá e ficávamos vendo TV e jogando conversa fora. Ela também gostava de me pedir para ir à padaria comprar pão quentinho para o café da tarde. Sempre tinha um bolo para adoçar nossos encontros. 🥰

Coloquei algumas fotografias ao redor porque é assim que vivo hoje: entre palavras e fotografias. E também pra contar que não lembro de me ver num registro com a minha avó, mas as histórias que vivemos jamais serão esquecidas. Porque só de parar uns minutinhos pra escrever, o seu rosto aparece nítido em minha mente. ❤️

Como diz a em seu livro: “A maneira como contamos a história, como escrevemos, nos fortalece e ajuda a fortalecer o outro”.

E pra mim é uma alegria poder anfitriar uma conversa sobre a escrita como um caminho para criar memórias afetivas. É amanhã, às 19h! ✨ @ Santo Antônio da Platina

Você costuma escrever sobre as suas histórias ou da sua família? Seja uma carta, um diário ou uma mensagem de aniversári...
30/05/2021

Você costuma escrever sobre as suas histórias ou da sua família? Seja uma carta, um diário ou uma mensagem de aniversário, a escrita pode ser um jeito afetuoso de criar memórias! 💌

A escrita sempre fez parte da minha vida. Tenho a lembrança de uma agenda cor de rosa, em que anotava o que via em casa no dia a dia ou as conversas com as amigas. Ali nascia a minha escrita. E foi com a que descobri isso.

O seu livro me inspirou a continuar resgatando a força da minha história e a de outras famílias por meio das palavras. Quando descobri a escrita afetuosa, tudo fez sentido. Não precisava ser a Ana jornalista, que apenas descrevia os fatos, mas poderia me tornar a guardiã daquela história, me permitindo estar nela, sentindo a experiência, deixando tudo transbordar no texto. ❤️

Admiro muito a trajetória da Ana Holanda. Os seus livros e palestras são sempre uma fonte de inspiração para o meu trabalho. Lembro a primeira vez em que a vi contando sobre o “Minha Mãe Fazia", que começou como um projeto no Facebook e se tornou um livro de resgate das memórias afetivas relacionadas à infância e comidinhas do dia a dia. Não era sobre as receitas, mas sobre o amor, o afeto, as lembranças... A sua missão é transformar as pessoas e as relações por meio da palavra.

Fiquei muito feliz quando a Ana topou fazer essa live! Algo que temos em comum é a escrita afetuosa como um caminho de resgate para as nossas histórias. E hoje é uma forma que encontro de criar novas memórias de família. Essa conversa é um convite pra você se conectar com o tema, saindo inspirada para também escrever sobre as suas histórias ou da sua família. 📝

📷 Vamos juntas? Conta aqui uma memória afetiva que talvez você não tenha em fotos, mas gostaria de escrever sobre.

Endereço

Florianópolis, SC

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Save the Love posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Save the Love:

Compartilhar

Categoria