28/08/2025
Entre as ruas e a feira de Euclides da Cunha, uma cena ainda resiste ao tempo: os trabalhadores do carrinho de mão.
Homens que, com esforço e dignidade, levavam as compras da feira ou do supermercado até a porta das casas.
Esse ofício, que já foi indispensável, hoje se vê cada vez menos. Mas quem viveu sabe: não era apenas carregar peso. Muitas vezes, ao chegar na residência, era de costume a dona da casa, depois de pagar o frete, oferecer um copo de suco, um café ou até um prato de comida. Um gesto simples, mas cheio de humanidade.
Esses trabalhadores não transportavam apenas mercadorias. Eles carregavam histórias, tradições e também a economia de quem depende desse serviço para viver. Uma lembrança que merece ser preservada e valorizada. Pra quem conhece, era o famoso serviço de galinhota.