26/02/2026
Posso dizer que esse é o meu retrato favorito.
Ele carrega tudo o que eu acredito.
A verdade no olhar.
A essência da mulher retratada.
A força silenciosa das cores.
A arte sendo ela mesma, sem esforço.
Percebi hoje que nunca tinha compartilhado essa imagem por aqui.
Por algum motivo, a mantive guardada no meu precioso “baú de tesouros”.
E talvez seja exatamente isso que você esteja fazendo agora:
guardando o que tem de melhor.
Escondendo aquilo que faz com verdade.
O motivo?
Medo.
Um ego disfarçado de perfeccionismo.
Ou a sensação silenciosa de que ainda não é tudo isso.
Mas e se for?
Eu te convido, através desse retrato, a dar um passo fora do seu padrão automático.
A expor o que você tem de mais autêntico, mesmo que pareça vulnerável.
Mesmo que não seja perfeito.
O sublime nunca esteve na validação.
Sempre esteve em você.