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Ferrovia Sul Desde 2004 mostrando o progresso do Brasil sobre os trilhos

05/10/2026

Esta é uma vista aérea diferenciada do cruzamento de 2 trens da Rumo, na cidade de Inácio Martins, no Paraná.

01/10/2026

Trem sucateiro da VLI, comandado por uma locomotiva U20-C, registrado na rota do calcário, interior de Barra Mansa, RJ, no mês de outubro de 2024.

28/09/2026

Trem da Rumo carregado com cimento, passando pelo interior de Irati, no Paraná

23/09/2026

Deve ser IA. Isto não existe no Brasil. Isto não é real. É o tipo de comentário que surge quando é postado um vídeo com características tão distintas. Devem ser os mesmos que diziam a pouco tempo que é “montagi”. Olha aquela subida ali, o trem não aguenta subir tudo isto ! Isto não é real.

Olacyr de Moraes f**aria muito decepcionado em ver a sua obra-prima, a Ferronorte, ser taxada como algo que não existe. A região de Chapadão do Sul, no Mato Grosso do Sul, permite realizar os registros fotográficos impressionantes até mesmo aos olhos do fotógrafo. Este efeito que parece uma subidona, nada mais é que um efeito fotográfico gerado pelo zoom de 10x. Esta impressão se chama compressão de planos, e a percepção é de uma grande subida, mas a olho nú, não passa de 1% de inclinação. E não é IA, não é montagem. É apenas efeito das lentes de câmeras que existem desde quando elas foram inventadas.

A Rumo conserva a Ferronorte como um tapete, e assim os trens chegam facilmente aos 80 km/h nesta região. Até parece aqueles vídeos gravados nos Estados Unidos. Nós temos ferrovias de primeiro mundo, mas elas estão bem longe dos nossos olhos. Neste caso, a Ferronorte está a mais de 1000 km de distância. Investi meu tempo, meu dinheiro nestas viagens, em ter sempre o melhor equipamento possível para fotografia e filmagem, mas o veredito final é: Isto é IA.

Este vídeo foi gravado em outubro de 2023, e vemos um trem da Rumo, em tração distribuída, carregado de fertilizantes, com uma dupla de AC44i no comando, e outra AC44i como locomotiva remota.

20/09/2026

Este é o batedor de um dos menores trens de passageiros do Brasil, que segue em frente da composição composta por uma Dash-9, um vagão gerador, e um único vagão de passageiros. Este trem faz a rota diária entre Itabira, em Minas Gerais, até Nova Era, onde ocorre a conexão com o trem que faz a rota Belo Horizonte, até Vitória, no Espirito Santo. O trem é tão pequeno, que o vídeo do mesmo é insuficiente para contar a história dele mesmo. Então vamos acrescentar outros trens de minério circulando na cidade de Itabira.

16/09/2026

Para quem está acostumado com os grandiosos trens de mais de 300 vagões da Vale, na Estrada de Ferro Carajás, f**a em um dilema quando surge um trem tão pequeno como este, com pouco mais de 100 vagões. Conversando com um maquinista de lá, ele explicou que este “frete”, não é da Vale, mas sim da VLi, mesmo não tendo nenhuma locomotiva e vagões da Vli.

O trem pequeno serve para entrega localizada, no caso, para as indústrias siderúrgicas de Açailândia, no Maranhão, no meio do caminho para o porto. Entende-se quem são trens da Vale, somente os trens carregados de minério de ferro com sentido ao porto. Todos os outros trens, são da VLi.

13/09/2026

Este é o “V-0809”, o viaduto mais extenso dos mais de 100 viadutos e pontes da Ferrovia do Aço. Localizado na Vila da Fumaça, em Resende, no Rio de Janeiro, o imponente viaduto f**a escondido em um vale, entre o famoso Viaduto da Fumaça, e a Cachoeira da Fumaça.

A construtora ECR Ltda (Atual CERNE Engenharia), afirma que o viaduto é o mais extenso da ferrovia do aço, com 668 metros de comprimento, com vãos de 31 metros e pilares que chegam a 78 metros de altura. A mesma construtora foi responsável pela construção de outros 3 viadutos na região.

No vídeo gravado em setembro de 2026, vemos uma composição da MRS passando sobre o viaduto, com duas locomotivas AC44i, com 136 vagões gôndolas carregados com minério de ferro.

09/09/2026

Quantos vagões uma locomotiva consegue carregar ? Talvez esta seja uma das principais perguntas que rolam em meios aos comentários dos vídeos. E a resposta é: DEPENDE.

Para tentar explicar as dificuldade técnicas de relevo de cada trecho de ferrovia, vou trazer dois videos como exemplo. Para facilitar, os dois trens deste vídeo estão com a mesma configuração de locomotivas: Uma ES43BBI na cabeça do trem, e outra ES43BBI na cauda, que é comandada via locotrol. A diferença está na quantidade de vagões que cada uma carrega.

O primeiro trem faz o trajeto de Morretes a Curitiba com 35 vagões carregados (33 tanques e 2 madrinhas), tendo 80 toneladas em média cada vagão. Este trem tem que realizar toda a subida da serra do mar. O segundo trem faz o trajeto de Apucarana até Curitiba, e está com 113 vagões carregados, um misto de vagões FHD, HFD com até 80 toneladas no total, e vagões HFE com até 100 toneladas. Realiza todo um trajeto do norte do estado do Paraná até Curitiba, passando por as mais diversas variações de relevo. Não precisamos fazer contas muito complexas para perceber que o segundo trem do vídeo é muito mais pesado.

A diferença entre os dois trechos, que faz com que um trem tenha tamanho e peso muito maior que o outro, é a porcentagem máxima de inclinação das rampas dos trechos da ferrovia. De acordo com documentos da RFFSA, a inclinação máxima de rampa do trecho Morretes a Curitiba, sentido Curitiba (ou sentido importação), é de 3,5% entre a estação Eng Lange e Veu de Noiva, enquanto no trecho Apucarana a Curitiba, a rampa máxima é de 1,52% entre Marilândia do Sul e Mauá da Serra, também no sentido Curitiba (sentido exportação).

Pesquisando sobre esta matemática de "quantos metros" o trem sobe, temos um número aproximado, pois a formula é muito mais complexa, a nível de engenharia. A rampa de 3,5% é um número próximo de 3,5 metros de elevação a cada 100 metros de ferrovia, enquanto a rampa de 1,52% equivale a 1,5 metros de elevação a cada 100 metros. Aí temos uma notável diferença do quanto de esforço que os trens carregados devem fazer para vencer estas rampas.

06/09/2026

Com o passar dos meses, Canguera, na região da rota do vinho de São Roque/SP, se tornou um dos meus locais favoritos para a prática do hobby da fotografia e filmagem de trens. Além de uma confortável infraestrutura para passar um dia, podemos ver os trens apanhando para vencer a rampa da região.

Alguns quilômetros atrás, todos os trens param para anexar locomotivas Helper na cauda, para auxílio nesta íngreme subida. Podemos notar o esforço necessário comparando a velocidade do trem no início e no fim do registro do mesmo. A cauda do trem passa se arrastando. E ouvir os motores no ponto 8 de aceleração, e o trem apanhar na subida, é uma sensação única para o Railfan. É tentar imaginar o quanto de potência é utilizada, e deslumbrar este grande invento do homem, os motores diesel e motores elétricos trabalhando em conjunto. É arrepiante.

Neste trem gravado no ano de 2022, temos 4 locomotivas AC44i, sendo duas no comando, uma no meio, outra na cauda, e ainda mais uma locomotiva C30-7 e outra AC44i como helpers, puxando e empurrando mais de 120 vagões carregados com grãos.

Trens carregados de minério de ferro da MRS, estacionados na Praia do Sahy, em Mangaratiba/RJ, aguardando autorização pa...
05/09/2026

Trens carregados de minério de ferro da MRS, estacionados na Praia do Sahy, em Mangaratiba/RJ, aguardando autorização para a travessia do mar até o Terminal Ilha Guaiba, onde será feito o transbordo para navios. Registro de 05/09/2026.

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