10/05/2026
19 dias descobrindo o que é ser mãe e sentindo um amor imenso.
Um amor que nasceu no momento em que olhei para os olhinhos dele e senti um turbilhão de sentimentos.
Mas o mais incrível para mim é o amor que cresce todos os dias: em cada sorrisinho depois da ma**da, em cada olhar fixo, em cada banho calmo e até mesmo nos choros que querem dizer alguma coisa. Me tornei a mãe que mais temia: ciumenta. Um ciúme de sentir que ele é meu todinho por alguns anos e que nunca mais estarei sozinha, mas sabendo que, depois, ele vai para o mundo construir a própria vida.
E é esse amor que mais sinto quando olho nos olhos dele, e que, no fundo, me faz chorar de alegria. Saber que vou criá-lo para o mundo. Para que ele seja um homem que faça diferença na vida de muitas pessoas, mas, acima de tudo, que faça diferença na própria vida.
É a existência de algo profundo entre mãe e filho. É espiritual, é humano, é uma conexão profunda. É estar ali desde o primeiro momento para proteger, ensinar e acolher. E assim nasce uma mãe. Ela também aprende, também quer ser protegida e acolhida.
Agora também entendo o que minha mãe sempre me falou: “Seja mãe. Que você vai entender tudo o que sempre te falei.”
Obrigada também, mãe, por todos esses anos de cuidado comigo e com o Guga. Nós amamos você.