15/10/2024
Ando refletindo sobre o amor.
Parece que nem sempre seremos amados como queríamos/achamos que deveríamos.
Somos ensinados a amar, ensinados a ser amados… mas quem nos ensina a não ser amados? A entender que o amor pode vir em formas e frequências diferentes e as vezes não vir.
Viver o amor sempre será uma batalha dolorida dentro de mim, mas entender o desamor…. Hoje nao, mas em breve.
Quando penso em tudo, me sinto dentro de um poço, laaaaaa no fundo, gritando… calma, deixa eu melhorar GRITAAAAAAaaaaaaaaa a a a n n n d O o O o… pegou?
O desamor me encontrou lá em Goiânia em 201* onde perdi uma pessoa me afogando em desamor servido de bandeja. Mal sabia eu que aquele seria o desamor menos dolorido da vida!
Hoje danço com o desamor que menos queria de parceiro, mas danço! E com ele vou carregando minhas energias, carregando minha coragem, desaguando em um oceano de amores não sanguíneos mas reais.
Hoje não, mas futuramente me despedirei desse sentimento em busca de novos sentimentos, e não posso negar que lá no fundo mantenho uma esperança que a saudade seja um pequeno incomodo, como aquele que vem quando você percebe que o ar que sai do nosso nariz quando respiramos sai quente!
Viva o incômodo, viva o amor, viva a falta dele, que a gente saiba sair de lugares onde não nos oferece essa troca, simples, natural e tão importante.
Sigo… aprendendo… vivendo… entendendo?
Ainda hoje não, mas em breve.