02/04/2026
Tem encontros que revelam mais do que imagens — revelam a gente de volta pra gente.
O batian da minha querida amiga .tsuchiya foi um desses momentos. Entre tecidos, luz e afeto, ela se redescobriu. Redescobriu a própria vaidade, não como algo superficial, mas como um gesto de amor: se produzir, se olhar com carinho, se permitir existir com presença. Porque quando a gente se vê, de verdade, algo dentro também desperta.
Fotografar a Eliza foi testemunhar essa força suave que ela carrega — doce, mas firme. Daquelas pessoas que sustentam a família com alegria, que unem, que acolhem. E agora, além de tudo isso que já é, ela também se enxerga.
O resultado são imagens belas, são memórias vivas. Memórias que fortalecem, que atravessam o tempo e permanecem como um abraço guardado. Para ela, para quem ama, e para sempre lembrar: existe poder em se ver, e ainda mais em se reconhecer.