Claudine Reinehr Fotografia

Claudine Reinehr  Fotografia A nossa fotografia representa um pouco daquilo que sentimos, pensamos e fazemos. Adoramos viajar e j

Minha memória fotográf**a não falha.Eu ainda me lembro da Manu bebê.E talvez seja esse um dos maiores presentes da minha...
01/06/2026

Minha memória fotográf**a não falha.

Eu ainda me lembro da Manu bebê.

E talvez seja esse um dos maiores presentes da minha profissão: guardar tantas versões de alguém dentro de mim e, anos depois, ter o privilégio de reencontrá-las.

Hoje, vejo a Manu florescer nos seus 15 anos.

E não poderia existir cenário mais perfeito para esse encontro do que um dia leve, ensolarado, cercado por flores. Mas a verdade é que a beleza não estava apenas ao redor dela… estava nela.

Entre risadas, caminhadas e um fim de tarde daqueles que a gente gostaria de guardar para sempre, vivemos uma sessão cheia de movimento, verdade e naturalidade — exatamente como acreditamos que os 15 anos devem ser.

E talvez seja por isso que eu goste tanto de fotografar essa fase.

Porque ela não fala apenas sobre vestidos ou festas. Ela fala sobre transformação, sobre descobertas e sobre tudo aquilo que floresce dentro de uma menina antes mesmo de florescer no mundo!

Algumas mulheres chegam até nós buscando uma sessão profissional.Mas, no meio da conversa, das trocas, dos silêncios e d...
26/05/2026

Algumas mulheres chegam até nós buscando uma sessão profissional.
Mas, no meio da conversa, das trocas, dos silêncios e dos sorrisos sinceros… a gente encontra muito mais do que isso.

Com a Ju foi exatamente assim.

Ela chegou trazendo toda a força da mulher profissional que já conhecemos pelas mãos talentosas, pelo olhar delicado, pela maquiagem sutil e elegante que valoriza sem esconder quem existe ali.

Mas durante a sessão, outra mulher foi aparecendo. Mais leve. Mais espontânea. Mais dela. Tão autêntica - e essa característica dela é a sua marca no mundo.

E talvez essa seja a parte mais bonita do que temos vivido aqui nas sessões femininas: perceber que profissionalismo e essência não caminham separados. Eles andam lado a lado.

Existe direção, claro, mas ela é sutil.
Porque antes de posar, eu gosto que cada mulher se sinta livre para existir dentro da fotografia. Livre para rir, conversar, se movimentar e se reconhecer.

E foi um presente enxergar a Juliana dessa forma.

Me senti honrada em poder valorizar uma beleza tão única… mas, principalmente, em fazer com que ela pudesse se enxergar através dela também!

Tem gente que passa pela vida tentando se encaixar.A Mariana não.E talvez seja justamente isso que torne ela tão inesque...
22/05/2026

Tem gente que passa pela vida tentando se encaixar.
A Mariana não.

E talvez seja justamente isso que torne ela tão inesquecível.

Ela tem um jeito dela de existir no mundo.
Leve.
Espontâneo.
Cheio de verdade.
Daqueles sorrisos que chegam antes dela entrar em qualquer lugar.

A Mariana não parece viver preocupada em caber em padrões — e isso faz dela uma dessas pessoas raras que deixam marca sem esforço.
Porque ela cuida.
Observa.
Se importa.
Com os detalhes, com as pessoas, com o que sente.

E foi exatamente assim que os 15 dela aconteceram:
diferentes.
verdadeiros.
intensos do jeito mais bonito possível.

A dança com o pai, com a mãe, a forma como ela olhava pra família…
foi impossível não sentir.

No fim, acho que o mais bonito da Mariana não está no vestido, na festa ou nas fotos.
Está nesse jeito tão dela de tocar o mundo sem precisar ser igual a ninguém. 🧡

Desde 2018, eu acompanho essa família.E antes mesmo da câmera entrar na história, eu já tinha um carinho enorme pela Cam...
15/05/2026

Desde 2018, eu acompanho essa família.
E antes mesmo da câmera entrar na história, eu já tinha um carinho enorme pela Camila. A vida me deu a oportunidade de conhecer ela profissionalmente… e depois ser abraçada pela família dela de tantas outras formas — tão genuínas quanto essa de hoje estar dentro da casa deles, registrando a vida acontecendo.

E essa primeira foto, pra mim, parece comercial de margarina.
Não porque a vida seja perfeita. Porque a gente sabe que não é.
Toda família tem seus jeitos, suas fases, suas manias, seus desafios e suas particularidades.

Mas acho que o que sustenta uma família são justamente esses encontros.
Esses momentos em que a correria f**a de lado e eles simplesmente se encontram um no outro.

E quando isso acontece… o resultado é esse sorriso leve.
Porque um basta pro outro.

Poder enxergar isso através da minha lente, ver essa família nascer, crescer e cultivar valores tão bonitos é um presente imenso pra mim.
Eu admiro profundamente a Camila como mãe.
E vejo ela cultivando as meninas, Rafa e Lara, como quem rega flores com amor todos os dias.

E o Luís… sendo esse abraço, esse encontro, esse lugar seguro da família inteira.

Obrigada por todos os encontros!

Apesar de no início, meus primeiros passos terem sido no singular, eu aprendi que grandes travessias devem ser acompanha...
01/05/2026

Apesar de no início, meus primeiros passos terem sido no singular, eu aprendi que grandes travessias devem ser acompanhadas.

Os passos foram se dando um de cada vez. Em muitos momentos, com medo mesmo… em outros, com astúcia e coragem.
Sempre tem uma frase ressoando aqui dentro: “caminha, que o caminho se abre”.

Quase ninguém sabe, mas já pensei em desistir da fotografia…
Porém, Deus sempre colocou no meu caminho pessoas que seguraram minha mão e se propuseram a sonhar grande comigo.

Trabalhamos de segunda a segunda. Os feriados são dias úteis. Madrugamos. Vivemos grandes eventos em datas especiais…
E, nos dias mais simples, vivemos a alegria de trabalhar com o que se ama.
Recebemos o carinho de clientes que reforçam diariamente o nosso compromisso com suas histórias — e entregamos tudo o que podemos às famílias que passam por aqui, como se fosse pra nossa.

Hoje é dia do trabalhador — e estamos aqui, trabalhando.
Mas não só por isso.
Estamos aqui porque escolhemos dançar a música no nosso ritmo, com sorriso no rosto.
Porque, além de uma entrega bonita, o bastidor também é feito de verdade, de cuidado e de presença.

Nós nos cansamos, nos questionamos, abrimos mão de muita coisa…
Mas entendemos que isso também é combustível para realizar os nossos sonhos, com quem amamos — e os sonhos de quem confia na gente.
E que coisa bonita poder viver daquilo que amamos fazer!

Cada cliente que entra no estúdio nos reconecta com o nosso propósito.
Cada história que passa pela nossa câmera deixa marcas no nosso coração.

A gente não entrega imagem…
E talvez nem caiba em palavras definir o que entregamos — porque isso pertence a quem vive.

Estamos aqui porque amamos pessoas.
Amamos criar conexões.
Amamos ver as crianças crescendo, as famílias se transformando, a vida acontecendo diante dos nossos olhos.

E estamos aqui, também, porque nos encontramos umas nas outras.
Com delicadeza e obstinação, nos tornamos uma família.
Somos várias em uma — ou uma em várias.
Mais do que trabalhar, entendemos que o que construímos aqui não é só uma profissão… é um lugar de pertencimento, de encontro e de memória viva!

Obrigada, gurias, por sonharem comigo!

Antes mesmo do sol nascer, o mundo já parecia diferente.Naquele domingo de manhã, enquanto o céu ainda guardava a noite,...
19/04/2026

Antes mesmo do sol nascer, o mundo já parecia diferente.

Naquele domingo de manhã, enquanto o céu ainda guardava a noite, uma lua linda iluminava o caminho de quem já esperava por ele. Benjamin não chegou só. Ele já era anunciado no olhar atento da Paola, na presença firme do Gabriel, e no coração de uma família inteira que aguardava, com amor, o seu primeiro encontro.

Não era só uma equipe pronta. Era amor em forma de espera.

E existem coisas que a gente até tenta registrar… mas que pertencem mais à memória do que a qualquer imagem. Ainda assim, eu insisto — porque acredito que os pequenos detalhes também merecem ser lembrados. Mas, acima de tudo, o que me move é outra coisa.

É a força.

A força que nasce quando uma mulher traz um filho ao mundo.
A força que se revela quando um pai pega seu filho no colo pela primeira vez.

É isso que me transforma cada vez que estou ali.

E talvez seja por isso que voltar para essa família tenha um signif**ado ainda mais profundo pra mim. Em 2022, eu vi a Joana nascer… e agora, testemunhar a chegada do Benjamin é como assistir o amor deles crescer diante dos meus olhos, tomando novas formas, ganhando novos braços, novos laços.

É sobre continuidade.
Sobre confiança.
Sobre fazer parte da história de uma família — de verdade.

Hoje, mais do que nunca, eu entendo que o meu trabalho não é só fotografar.
É guardar começos.

E, com poucas datas disponíveis para acompanhamentos de nascimento ao longo do ano, sigo escolhendo viver de perto histórias que carregam esse tipo de verdade — aquelas que merecem ser lembradas para sempre!

Se você espera por poses estáticas, saiba que aqui a fotografia mais bonita é feita com vida, tem som, movimento e por i...
10/04/2026

Se você espera por poses estáticas, saiba que aqui a fotografia mais bonita é feita com vida, tem som, movimento e por isso já é perfeita!
Por aqui, famílias cheias de vida, histórias reais, gente feliz… o nosso estúdio é um lugar de encontro com essência!

Augusto está sendo esperado por um bocado de colo quentinho, afagos intensos de uma irmã mais velha e por pessoas que entendem que o amor se multiplica.
Vejo uma mãe ainda mais completa e que transborda alegria, uma vó que conta histórias onde é possível se tele transportar e uma irmã que vai descobrir que ter um irmão é o melhor presente que os pais podem nos dar!

A caminho do nosso destino, dentro do carro mesmo, conversávamos sobre as transformações da vida quando se está esperand...
24/03/2026

A caminho do nosso destino, dentro do carro mesmo, conversávamos sobre as transformações da vida quando se está esperando.
Logo de início, pensei na ciclicidade da vida. Entendi, mais uma vez através das palavras de uma mãe, que gestar é atravessar as quatro estações em um só tempo.

No outono, a gente aprende a deixar ir - desapega de antigas versões, de ritmos conhecidos, para abrir espaço ao que está por vir.

No inverno, há recolhimento.
Um voltar pra dentro, quase instintivo, onde o amor começa a ser nutrido em silêncio, feito raiz que se fortalece longe dos olhos.

Então chega a primavera e tudo floresce.
O corpo fala, o olhar muda, e a vida começa a se revelar em pequenos sinais.

Até que, enfim, o verão.
Expansão, luz, intensidade.
O encontro. O nascimento.
A vida transbordando em forma de outro.
Gerar um filho é também um movimento de voltar pra si,de se despir do excesso, de se encontrar no essencial.
Porque, no fim, trazer um filho ao mundo é oferecer ao mundo um pedaço vivo daquilo que somos.

Obrigada Marina e Yuri, pelo coração aberto. Antonela, estamos te esperando!

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