12/05/2026
Na visão Bantu, ninguém nasce sozinho, ninguém cresce sozinho.
No terreiro, maternidade é continuidade, é comunidade, é a certeza de que um corpo só floresce quando todos são cuidados.
Ser mãe de santo é alimentar vidas para além da comida: é ensinar pertencimento, sustentar afetos e lembrar, todos os dias, que família também é aquela construída no axé, na partilha e no cuidado coletivo.
Nossa casa não se ergue sobre individualismos. Ela cresce nos “nós”, como a soma das águas que formam um rio potente, correndo e fertilizando tudo por onde passa.
Como ensina a filosofia Ubuntu:
“Eu sou porque nós somos.”
Obrigada por tanto, família.
Amo cada um de vocês.