Célio Maciel Fotografia

Célio Maciel Fotografia Fotografia

“Sou grata pela vida e as oportunidades que tive de me reinventar como filha, mãe e avó. De tentar buscar me enxergar co...
19/05/2026

“Sou grata pela vida e as oportunidades que tive de me reinventar como filha, mãe e avó. De tentar buscar me enxergar com a crítica dos meus próprios olhos. A gente quase não faz isso, né? Sempre é o olhar do outro que molda a gente, que nos diz como estamos, como deveríamos estar, e a gente acaba achando pelo olhar do outro que é o melhor pra gente. E o nosso olhar sobre nós mesmos? Como a gente se enxerga? Me revelar dessa forma para os meus olhos foi ainda mais transformador, foi um exercício mental desafiador.

À princípio bate aquele pudor, mas depois quando vem na sua cabeça que é pra você e por você, a história é outra! Quando você se releva para o autoconhecimento, os limites ultrapassam o senso comum da sua vida! Agora é outro patamar de escolhas e decisões. Suas inseguranças, seus medos , suas angústias vão diminuindo ao ponto da vida f**ar ainda mais leve e livre!

LIBERDADE, é isso que to sentindo...”

“entre um olhar carinhoso e generoso me espreguiço e o sentir vai além... uma bolha se abre no espaço tempo... ultrapass...
14/05/2026

“entre um olhar carinhoso e generoso me espreguiço e o sentir vai além... uma bolha se abre no espaço tempo... ultrapassa as barreiras que me separam do não ser... me sinto viva, como planta, mineral, ser pulsante em um existir pleno! Um aroma de café, de um chá atemporal, o instante da foto, o eterno aqui e agora”

“Me ver diante desse ensaio é uma mistura de emoções: medo, brilho, serenidade, vergonha, culpa, prazer, sensualidade, g...
11/05/2026

“Me ver diante desse ensaio é uma mistura de emoções: medo, brilho, serenidade, vergonha, culpa, prazer, sensualidade, gozo, alegria, confiança, elegância, doçura, libertação.
Como pode tantas sensações tão distintas diante de uma única ação?

Ver minhas cicatrizes no rosto me trazem memórias nada agradáveis de uma fase de batalhas. Batalhas de um longo período na qual eu me perdi por completo de mim mesma. Estruturas básicas foram partidas e destruídas de dentro pra fora, sem nenhuma chance de reparação. Tentar se reconstruir naquela época era apenas mais uma ilusão. Pelo contrário, o trabalho era escavar o entulho e limpar tudo que poderia ter f**ado no subsolo para aí sim enfim conseguir curar.

A cura e libertação da linha ancestral é longa e dolorosa, pois passa por cada dor de cada um dos que vieram antes e só termina quando todas as dores de cada um deles for curada e integrada. A unhada no ombro foi feita pela minha jaguar interna. Depois de um longo período de combate foi preciso com violência ela fincar a bandeira branca e ordenar pela paz.

Eu sei que minha eu do passado ainda vive em mim. Ela se manifesta pelos cravos e espinhas em cada ciclo menstrual e na impaciência recorrente dos lapsos de ira e luxúria.

Será que algum dia vamos aprender realmente a viver em paz? Ou será que a verdadeira paz é aceitar que somos uma e buscar maneiras saudáveis e éticas de externalizar a nossa força interna?

O que sobra, o que f**a é um ensaio sobre se enxergar por inteira e entender que muitas vezes só traindo a tradição para conseguirmos seguir em frente sem dor, vergonha e culpa.”

“Qual era o desejo? Registrar e eternizar a fase da vida em que estou mais em paz com o meu corpo. Agora, com 36 anos, q...
08/05/2026

“Qual era o desejo? Registrar e eternizar a fase da vida em que estou mais em paz com o meu corpo. Agora, com 36 anos, quase 37.

O meu corpo é o que me permite vivenciar todas as experiências que minha alma precisa e busca nessa existência. Só ele me acompanha o tempo todo, a casa onde viverei até o último suspiro.

O meu corpo não é SÓ um corpo. É O corpo que eu escolhi e que abriga todo o universo que sou. Ele é minha memória, minha história e merece que eu mesma tenha um olhar cada vez amoroso e cuidadoso para tudo o que ele guarda e é.

Cada linha, cada forma, cada parte - os caminhos e os encontros são perfeitos, mesmo quando divergem do que é considerado “padrão ideal”. Pelas lentes do Célio pude ver a alegria e o amor que o meu corpo pode transmitir e transbordar.

Deixar-me conduzir pelos movimentos do próprio corpo: um estado de paz e felicidade me alcançou e me marcou. Foi meditativo. F**a uma marca duradoura e que desejarei acessar quando os ciclos futuros da vida me demandarem mais vitalidade e energia.”

“A intenção? Reencontro, ser presenteada comigo mesmo. O que f**a, o que sobra. E se no final não tiver sobrado nada? O ...
28/02/2026

“A intenção? Reencontro, ser presenteada comigo mesmo. O que f**a, o que sobra. E se no final não tiver sobrado nada? O que eu farei se isso acontecer? Ledo engano. Foi uma imersão, profusão de sentimentos e sim, me reencontrei, mas mais do que isso, conheci uma parte linda que estava escondida e estava só esperando um espaço para existir. Ela agora pode existir em paz.”

“Esse sorrir com a barriga que esteve contido por décadas, um passo à frente,  um passo à trás,  faz necessário a constr...
27/01/2026

“Esse sorrir com a barriga que esteve contido por décadas, um passo à frente, um passo à trás, faz necessário a construção da aceitação e presença de si.
Eu posso! Este corpo não tem memórias só de dor. Meu corpo é meu templo, que também sente prazer, desejos, que se movimenta com suavidade e leveza.
2026, vai ter sorrisos e gargalhadas.
Obrigada Célio por essa condução de despertar todos estes sentimentos.”

27/03/2018

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Brasília, DF

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