06/07/2026
Tenho lido muitas mentiras acerca desse projeto, provavelmente por bolsominions e filhotes do bostossauro. Por isso, elaborei uma análise detalhada desse gigantesco projeto de nosso Presidente Luiz Inácio LULA da Silva.
Leiam abaixo e compartilhem!
A transposição do Rio São Francisco — oficialmente chamada de Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) — é uma das maiores obras de infraestrutura hídrica da história do Brasil.
Sua finalidade é levar água do "Velho Chico" para regiões do semiárido de quatro estados: Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.
Quando foi iniciada?
As obras começaram oficialmente em 2007, durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O projeto, porém, vinha sendo discutido desde o século XIX, ainda no período do Império.
Quando foi concluída e inaugurada?
Essa pergunta tem uma resposta um pouco mais complexa, porque a obra foi entregue por etapas.
2017 – Entrou em operação o Eixo Leste, permitindo que as primeiras águas chegassem à Paraíba.
2019 a 2022 – Diversos trechos do Eixo Norte foram sendo concluídos e inaugurados.
2022 – O projeto original, composto pelos Eixos Norte e Leste, foi considerado concluído e operacional, embora ainda restassem obras complementares e ramais associados.
Qual é a situação atual?
Hoje, os dois eixos principais estão em operação, levando água a centenas de municípios do Nordeste.
Entretanto, o sistema continua sendo ampliado com novos ramais, adutoras e sistemas de distribuição, para que a água alcance todas as localidades previstas no projeto.
Entre essas obras estão os ramais do Apodi, do Salgado e outros sistemas complementares.
Os números mais frequentemente divulgados pelo governo são:
cerca de 477 km de canais principais;
atendimento potencial a 390 municípios; benefício para aproximadamente 12 milhões de pessoas.
Um aspecto importante é que a transposição continua sendo objeto de intenso debate político.
Diferentes governos participaram de fases distintas do empreendimento: a concepção moderna e o início das obras ocorreram no governo Lula; houve continuidade nos governos seguintes, incluindo Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro; e, atualmente, o governo Lula executa a expansão por meio dos ramais complementares.