09/06/2026
Sei que não é , mas hoje senti de trazer um pouco disso aqui, como forma de deixar registrado nesse meu feed essa vivência aqui (muito low profile ela rsrs)
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Na verdade hoje foi o dia todo de refletir sobre condutas e posturas (o que não faz uma prova de ciência política da faculdade, né?). E aí algo de outubro que ainda reverbera aqui me fez querer deixar pra vocês essa reflexão.
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Antes dessa Cami fotógrafa de partos tem uma Cami que além de viver o gestar/parir/nutrir, estudou e ainda estuda muito pra entender não só o que ela viveu, mas principalmente para saber como contribuir para esse cenário. Cursos, seminários, congressos, grupos de debates...
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Muitas pessoas talvez enxerguem apenas a câmera. Mas, para mim, os partos vão muito além da lente. O SIAPARTO é um exemplo disso, onde tive a oportunidade de aprofundar ainda mais meus conhecimentos na área, mas principalmente ampliar a ótica para o que de fato impacta nesse cenário do nascer. Como diz a máxima, “o buraco é mais embaixo”. E claro, conhecer gente que respira e luta por dignidade e respeito. Essas pessoas inspiram demais.
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Acredito que tudo isso reflita diretamente no meu trabalho. Essa é uma das intenções desse envolvimento. Mas eu quero ir mais além. Quero ter mais voz por quem não a tem ou não pode ter. Meu compromisso não é apenas entregar imagens bonitas. É estar ali entendendo, respeitando e compactuando com práticas, mas acima disso lutando para que isso possa ser de acesso a todas. Não existe cuidado quando não há direito.
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O nascimento merece mais do que técnica. Merece consciência. E eu escolho, todos os dias, honrar esse chamado.
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Deixei algumas imagens e vídeos que resumem essa vivência incrível. Obrigada por me lembrar da caminhada tão necessária.