19/06/2021
As várias versões de mim.
Talvez eu possua várias versões de mim e em cada uma delas, provavelmente um existir, talvez em cada uma delas, janelas de um ser feliz,
acho que minhas versões são assim.
Quem sabe uma romântica, outra que se amarre em física quântica, talvez uma de palavrões e barracos, que não conte até três para descer do salto.
Quem sabe uma linda sereia que na lua cheia deixa o mar para passear ou uma exotérica que ama e se move guiada pelas estrelas e pelo luar.
Quem sabe uma que ame a natureza, que não se liga em padrão de beleza, talvez uma que curta música e poesia, que se amarre em séries da Netflix e filosofia.
Talvez eu possua várias versões de mim, a recatada, a arretada, a acanhada, uma louca, uma tímida, uma extrovertida, mas certamente todas as versões de mim...
Amam o viver e a vida.
Poeta André Mantena
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