Como se fosse hoje

Como se fosse hoje Projeto de autoria do fotógrafo mineiro Rommel Bicas com o intuito de reproduzir fotografias antigas de lugares conhecidos em posts comparativos.

19?? – Lembro como se fosse hoje do Museu de Arte da Pampulha...Primeira obra do Conjunto Arquitetônico da Pampulha a se...
17/06/2016

19?? – Lembro como se fosse hoje do Museu de Arte da Pampulha...

Primeira obra do Conjunto Arquitetônico da Pampulha a ser entregue, o prédio do Museu de Arte da Pampulha foi inaugurado em 1943 e originalmente funcionava como um cassino. Porém, em 1946, com a proibição do jogo em todo o território nacional pelo então presidente Gaspar Dutra, o cassino foi desativado e somente em 1957 passou a funcionar como o Museu de Arte que é hoje.

Assim como os outros itens do Conjunto, o projeto do edifício é assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sob encomenda do então prefeito de BH, Juscelino Kubitschek, que desejava desenvolver uma área ao norte da cidade com nome de Pampulha. Os jardins que circulam o museu são assinados pelo paisagista Roberto Burle Marx.

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Fontes:

Fotografia
- Arquivo Público Mineiro

Texto
- belohorizonte.mg.gov.br

1930 – Lembro como se fosse hoje da inauguração do Monumento à Civilização Mineira...A convite do então governador minei...
02/06/2016

1930 – Lembro como se fosse hoje da inauguração do Monumento à Civilização Mineira...

A convite do então governador mineiro Antonio Carlos, a obra foi concebida pelo escultor italiano Giulio Starace (1887-1952) e se localiza em frente ao Museu de Artes e Ofícios na Praça Rui Barbosa, conhecida como Praça da Estação. Nascido em Nápoles e radicado brasileiro em São Paulo, o escultor construiu vários mausoléus para famílias ricas da época.

Esculpido em granito e bronze e pesando cerca de 500 toneladas, o monumento representa o domínio do território pelos bandeirantes e a conquista da liberdade pelos mártires mineiros. A obra é composta por uma figura alegórica de Minas e por quatro relevos encravados no bloco central. Na parte da frente, há a representação de Bruzza Spinosa. Na face lateral direita, figura o martírio de Tiradentes. Na face lateral esquerda, é representado o martírio de Felipe dos Santos e, na face posterior, o “Caçador de Esmeraldas”, Fernão Dias Paes. No alto, a figura de um homem nu inspirada em Apolo, com uma bandeira em punho, representa o heroísmo do cidadão mineiro. Abaixo de uma das placas encontra-se a inscrição em latim Montani Semper Liberti (Montanhas são sempre livres) numa alusão ao típico relevo mineiro.

Uma curiosidade sobre a escultura é que, ainda no papel, a obra foi alterada para que se prolongasse a bandeira levantada pela figura masculina para cobrir os órgãos genitais que, no projeto original estavam à mostra.

Esse post é dedicado a Charles Tôrres, Ligia Tôrres, Rafael Sanzio e todos os outros grandes mestres da Escola Metrópole de Fotografia, a quem eu tenho a honra de chamar de colegas. Com a ajuda de vocês, sigo fotografando o passado.

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Fontes:

Fotografia
- Arquivo Público Mineiro

Texto
- bhnostalgia.blogspot.com.br
- belohorizonte.mg.gov.br

1980 – Lembro como se fosse hoje do Edifício Chagas Dória...Projetado pelo arquiteto Alfredo Carneiro Santiago e inaugur...
25/05/2016

1980 – Lembro como se fosse hoje do Edifício Chagas Dória...

Projetado pelo arquiteto Alfredo Carneiro Santiago e inaugurado em 1934, o Edifício Chagas Dória se localiza à Rua Sapucaí, 571, esquina com a Avenida Assis Chateaubriand, no Bairro Floresta. Sob a égide das linhas geométricas do estilo Art-Déco, o imóvel tem sua história intimamente ligada à das composições ferroviárias que transitavam em Belo Horizonte e em Minas Gerais. O prédio foi batizado com o nome de Francisco Manoel Chagas Dória, notório diretor da Estrada de Ferro Oeste de Minas (EFOM) que teve ativa participação no desenvolvimento da malha ferroviária mineira no início do século XX.

Inicialmente, abrigava o Instituto de Auxílios Mútuos dos Empregados da EFOM. Em 1952 foi doado à Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA) e, mais tarde, foi sede do Sindicato dos Trabalhadores das Empresas Ferroviárias de Belo Horizonte. Atualmente ocioso, ele passou por uma reforma em 1981 e foi desocupado na década de 1990.

Reza a lenda que o edifício é assombrado pelos antigos funcionários da RFFSA. Há relatos de, em seu interior, portas e janelas baterem sozinhas, sem ação nem mesmo do vento, cadeiras se arrastando para perto de janelas e espelhos refletindo vultos apressados de macacão azul, cor do uniforme típico da empresa.

Esse post é dedicado a Charles Torres, Ligia Torres, Rafael Sanzio e todos os outros grandes mestres da Escola Metrópole de Fotografia, a quem eu tenho a honra de chamar de colegas. Com a ajuda de vocês, sigo fotografando o passado.

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Fontes:

Fotografia
- Arquivo Público Mineiro

Texto
- arqbh.com.br
- galvaoconsultoria.com.br

1988 – Lembro como se fosse hoje do Automóvel Clube...Fundado em 1925 sob o nome ‘Clube Central’, sua primeira sede foi ...
18/05/2016

1988 – Lembro como se fosse hoje do Automóvel Clube...

Fundado em 1925 sob o nome ‘Clube Central’, sua primeira sede foi no Palácio Dantas, ao lado do Palácio da Liberdade, onde se instalou provisoriamente. Em 1928, já sob o nome de Automóvel Clube de Minas Gerais, iniciou-se a construção da sede definitiva em terreno doado pela prefeitura, sendo inaugurada em 1929.Em 1988 o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG) tombou o edifício sede em nível estadual e em 1994 o Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte também tombou o edifício em nível municipal.

Inicialmente com o intuito de fomentar o desenvolvimento do automobilismo no Estado, o imóvel se firmou como ponto de encontro da alta sociedade mineira, sendo até hoje um dos mais nobres salões para recepções, festas, jantares e eventos de Belo Horizonte. A arquitetura e a decoração luxuosas são uma marca registrada em suas linhas e seu interior. As suntuosas instalações do Automóvel Clube já foram palco de bailes de gala oferecidos por grandes personalidades mineiras.

O edifício projetado por Luis Signorelli, um dos mais conceituados arquitetos da capital à sua época, representa um marco na história da cidade, estando situado em uma área central da cidade, ao lado do Tribunal de Justiça do estado, em frente ao Parque Municipal e próximo ao Conservatório Mineiro de Música. O quarteirão se consolidou como um dos principais da cidade relacionados ao patrimônio cultural.

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Arquivo Público Mineiro

1988 – Lembro como se fosse hoje da Serraria Souza Pinto...Inicialmente batizada de Garcia de Paiva e Cia em 1913 pelo s...
10/05/2016

1988 – Lembro como se fosse hoje da Serraria Souza Pinto...

Inicialmente batizada de Garcia de Paiva e Cia em 1913 pelo seu fundador Antonio Garcia de Paiva, a Serraria Souza Pinto foi um dos primeiros prédios a utilizar estrutura de ferro em Belo Horizonte e produzia material para as principais edificações da capital mineira na primeira metade do século XX. Somente em 1952 a edificação recebeu o nome atual, em homenagem post mortem a Augusto de Souza Pinto, genro do fundador e então proprietário do local.

Na década de 1960 iniciou-se o declínio que culminou na década seguinte no seu fechamento. Em 1981 foi tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) e, após reforma, em 1997 foi incorporada ao patrimônio da Estado de Minas Gerais como parte integrante do conjunto arquitetônico da Praça Rui Barbosa (Praça da Estação). Em 1999 passou a ser administrada pela Fundação Clóvis Salgado.

Com 5000 metros quadrados de área, a Serraria hoje se destina a receber eventos culturais, empresariais , técnico-científicos, sociais e comerciais, comportando até 4 mil pessoas em shows ou 2500 pessoas em eventos com cadeiras.

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Arquivo Público Mineiro

Pessoal,Segue interessante matéria do jornalista Renato Fonseca sobre o projeto 'Como se fosse hoje' publicada na seção ...
08/05/2016

Pessoal,
Segue interessante matéria do jornalista Renato Fonseca sobre o projeto 'Como se fosse hoje' publicada na seção Horizontes do Jornal Hoje em Dia. Um relato super bacana sobre como surgiu a ideia, a boa repercussão que vem tendo, algumas das principais publicações.
Não deixem de curtir também na página do jornal.
Grande abraço a todos e obrigado pelas visitas! :)

1927 – Lembro como se fosse hoje do Colégio Arnaldo...Quase tão antigo quanto a própria capital mineira, o Colégio Arnal...
06/05/2016

1927 – Lembro como se fosse hoje do Colégio Arnaldo...

Quase tão antigo quanto a própria capital mineira, o Colégio Arnaldo ganhou esse nome em homenagem ao Padre Arnaldo Janssen, fundador da sociedade religiosa que deu origem à instituição. Desde o início do século XX, a imponente construção habita uma das regiões mais nobres da cidade desde a sua fundação em 1912, que é o Bairro Funcionários.

Em seus primeiros 2 anos, o colégio se situava num casarão à Rua Timbiras, 1505 e somente em 1914 ocorreu a construção do edifício para expansão da instituição no local onde até hoje se encontra. Entre seus ex-alunos mais famosos estão Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, João Guimarães Rosa e Ivo Pitanguy.

Na década de 1950 surgiu a ideia de construir uma segunda unidade do Colégio, que acabou tendo como sede a antiga Chácara do Colégio Arnaldo, que se localizava à Rua Montes Claros, 848, no Bairro Anchieta. A unidade recebeu o nome de Arnaldinum São José e somente em 2009 recebeu o nome do Colégio Arnaldo.

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Arquivo Público Mineiro

1927 – Lembro como se fosse hoje da Praça Sete de Setembro...Considerada o marco zero do hipercentro de Belo Horizonte, ...
27/04/2016

1927 – Lembro como se fosse hoje da Praça Sete de Setembro...

Considerada o marco zero do hipercentro de Belo Horizonte, a Praça Sete de Setembro, comumente chamada de Praça Sete se localiza no cruzamento entre duas das maiores avenidas da capital mineira: a Amazonas com a Afonso Pena. Sua característica mais marcante é um obelisco de 7 metros de altura dado de presente pela cidade de Betim (então Capela Nova do Betim) por ocasião da comemoração, em 1922, do centenário da Independência do Brasil, daí seu nome. O monumento é conhecido como “pirulito” da Praça Sete.

No projeto original da cidade, o traçado foi desenhado com duas grandes avenidas que formariam uma cruz marcando o centro da metrópole, local este sendo a Praça Sete. No ano de 1963, para que fossem feitas as reformas na Praça Sete, o obelisco foi transferido para a Praça da Savassi, onde ficou até 1980, retornando então à Praça Sete, onde permanece até hoje. Visando melhorar a circulação de pedestres, em 1971, a praça foi fechada nos quatro quarteirões adjacentes das ruas Rio de Janeiro e Carijós.

Nos arredores da praça encontram-se alguns dos endereços mais tradicionais de Belo Horizonte, como o Café Nice, fundado em 1939 e, por décadas, ponto de encontro de jornalistas e personalidades influentes e o Cine Theatro Brasil, construído em 1932 como um dos precursores do concreto armado e tombado em 2000 como bem cultural pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA.

Em 2003, foi promovida uma revitalização dos arredores da praça, com o recapeamento das avenidas que nela se cruzam, a inserção de acessos para pessoas com mobilidade reduzida e no mesmo ano a Praça Sete foi tombada pelo Museu Histórico Abílio Barreto como acervo operacional da instituição.

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Fonte:
Arquivo Público Mineiro
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1931 – Lembro como se fosse hoje da Av Cristóvão Colombo...Com exatos 1000 metros de extensão, essa importante avenida, ...
21/04/2016

1931 – Lembro como se fosse hoje da Av Cristóvão Colombo...

Com exatos 1000 metros de extensão, essa importante avenida, que cruza a Savassi, uma das regiões mais nobres de BH faz parte da memória cultural da cidade. Com início na Av do Contorno e término na Praça da Liberdade, é o abrigo de uma infinidade de pontos comerciais de ramos diversos e possui uma agitada vida noturna.

Por fazer parte do principal eixo viário para quem desce a movimentada Av Senhora do Carmo e vai para a região central da cidade, a Av Cristóvão Colombo também é conhecida por seu intenso tráfego de veículos nos horário de pico, mesmo após a reestruturação do trânsito da região ocorrida em 2011.

A região da Savassi foi assim batizada graças à Padaria Savassi, de propriedade do padeiro italiano Amilcare Savassi. Após sua inauguração na década de 1930, a padaria se tornou ponto de encontro de jovens, que acabaram se tornando famosos pela balbúrdia noturna. Com a fama, o cruzamento das Av Cristóvão Colombo e Paraúna (atual Getúlio Vargas ) onde se situava a padaria se tornou conhecido como Praça da Savassi e, mais tarde, todo o entorno como Região da Savassi.

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Fonte:
Arquivo Público Mineiro
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Década de 1980 – Lembro como se fosse hoje do antigo prédio do BEMGE...Resultado do projeto do arquiteto italiano Luis O...
18/04/2016

Década de 1980 – Lembro como se fosse hoje do antigo prédio do BEMGE...

Resultado do projeto do arquiteto italiano Luis Olivieri, o edifício que hoje abriga o Posto de Serviço Integrado Urbano (PSIU) se localiza no cruzamento entre a Av Afonso Pena e Av Amazonas, a famosa Praça 7, no coração do Centro da capital mineira. O prédio foi construído em 1922 sob a égide de uma tendência arquitetônica da época, denominada ecletismo, que consistia em resgatar elementos decorativos das mais variadas épocas e culturas.

Quando da época de sua construção, era comum que as edificações mais elaboradas fossem destinadas a serviços urbanos como escritórios, bolsas de valores, bancos, teatros, sedes de governos e repartições públicas, tendo sido a arquitetura desses lugares uma maneira de demonstração de status e poder. Nesse sentido, desde a sua inauguração o edifício passou a ser a sede do Banco Hipotecário e Agrícola do Estado de Minas Gerais, tendo, em 1941, ganhado mais um pavimento, sem alteração das linhas originais.

A partir de 1967, o prédio passou a ter como ‘inquilino’ o Banco do Estado de Minas Gerais (BEMGE) até 1998, quando recebeu a incumbência de abrigar o PSIU e, em 2008 a Unidade de Atendimento Integrado (UAI), que oferece à população serviços como a retirada de documentos, Juizado de Conciliação etc.

Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) desde 1988, somente em 2009 o edifício passou por uma reforma completa, tendo sido recuperada totalmente a sua cobertura, com substituição das telhas degradadas por telhas francesas de cerâmica, unindo o reparo funcional ao resgate do aspecto original da construção.

Apesar das aproximadamente 3 décadas de diferença entre as fotos, percebe-se que a paisagem no local não sofreu grandes modificações, o que denota que, no período, o Centro de BH conseguiu manter boa parte de suas edificações principais.

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Fontes:
Arquivo Público Mineiro
Portal PBH
Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais

1931 – Lembro como se fosse hoje da Av Carandaí...Parte integrante do projeto original de Belo Horizonte e localizada na...
14/04/2016

1931 – Lembro como se fosse hoje da Av Carandaí...

Parte integrante do projeto original de Belo Horizonte e localizada na região central da capital, a Av Carandaí liga as Avenidas Afonso Pena e Contorno, atravessando a região hospitalar e o bairro Funcionários. Logo em seus primeiros metros (a partir da Av Afonso Pena) podemos encontrar 3 bens culturais tombados pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais: o Parque Américo Renné Giannetti (Parque Municipal), o Instituto de Educação de Minas Gerais, e a Igreja do Sagrado Coração de Jesus.

Em seus menos de 1,5 km de extensão, a Av Carandaí cruza uma zona nobre da cidade, sendo característico em todo o percurso a existência de um largo canteiro central e intensa arborização, o que lhe confere um ar interiorano, principalmente em dias de menor movimento de veículos. Na altura do seu número 600, em frente ao Colégio Arnaldo, realiza-se a Feira Tom Jobim, também conhecida como Feira das Flores, que ocorre toda Sexta Feira de manhã (antiguidades e plantas naturais) e Sábado à tarde (com música ao vivo, bebida e comida típica). A feira é uma tradição na região e passou a ser realizada nesse ponto da avenida após o antigo local, na Av Bernardo Monteiro, sofrer infestação de uma praga de moscas-brancas.

Como parte do projeto de implantação do MOVE, desde janeiro de 2014 o quarteirão da Av Carandaí entre as Av Afonso Pena e Alfredo Balena passou a utilizar a mão inglesa de direção, a exemplo de outros 3 pontos da capital mineira. A utilização dessa medida é polêmica na cidade, mas, ao que tudo indica, no caso da Av Carandaí, a medida foi benéfica para o transito.

Instagram:

Fonte: Arquivo Público Mineiro

Endereço

Praça Da Estação, 01
Belo Horizonte, MG
30120-010

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