05/07/2017
O homem nasceu menino. O menino cresceu ancião. O adulto trouxe em si os dois: sua criança e seu velho.
Em um dado passo da jornada perdemos nossa identidade: que homem sou eu?
Sou um dos rótulos que a sociedade impôs sobre o que é realmente ser homem?
Sou a força repressora que se desuniu do feminino por medo de sentir-se menos homem?
Sou um instrumento que repete padrões, que comete os mesmos erros, que insiste na roda viva da desunião?
Me encaro de frente ao espelho, e com coragem digo que não.
Que não acredito na separação, que não apoio a repressão, que não me sinto representado pelo que dizem por aí que é SER homem de verdade.
SER homem, do menino ao ancião, do masculino ao feminino.
Em união, somos.
http://diogoramosfotografia.com.br/portfolio/ser-homem-1/
Fotografo de pessoas e das coisas que a luz toca