24/05/2023
Edifício Martinelli, do luxo ao lixo.
edifício Martinelli, primeiro prédio arranha-céu do Brasil e durante muito anos foi o maior prédio da América Latina, construído no ano de 1929 com uma arquitetura clássica de encantar os olhos com o glamour e estética que ali se encontrar no triângulo na esquina da rua São Bento, São João e Líbero Badaró no centro da metrópole de São Paulo
Um prédio luxuoso que foi construídos com materiais vindo da Suíça e Itália como telefone, elevador, com a escadaria em mármore, corrimões feito de bronze laminado, e estátuas e relevos feito com pó de ouro, e compara apenas naquela época com o Theatro Municipal de São Paulo.
Na década de 1930 há 1940: prédio para moradia.
Em 1943, o governo brasileiro tomou para si o edifício, durante a Segunda guerra mundial Isto ocorreu porque o Brasil declarou guerra aos países do Eixo (o qual incluía a Itália) e confiscou os bens pertencentes à italianos residentes no Brasil.
Em 1944, o prédio foi leiloado pela União, sendo subdividido entre 103 proprietários.
Nas décadas de 1950, 1950 e 1970: já era um cenário de decadência e recuperação.
Em 1950 o edifício entrou em uma fase de degradação extrema, ocupado um número elevado com pessoas de classe média: renda baixa, teve desativado os elevadores e luzes por falta de pagamento de luz elétrica das famílias que ali se encontravam.
O prédio ainda serviu como cenário para alguns crimes famosos da época e não solucionados. Além disso, há registros de outras ocorrências, como corrupção de menores.
Em 1975, foi desapropriado pela Prefeitura de São Paulo completamente reformado pelo prefeito Olavo Setúbal. Após muitas mudanças positivas na sua aparência e estrutura, o Edifício Martinelli foi reinaugurado em 1979.
Na década de 1980 até o período atual.
Hoje o Edifício Martinelli abriga as Secretarias Municipais de Habitação e Planejamento, as empresas EMURB e COHAB-SP, a sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo, além de estabelecimentos comerciais no piso térreo do edifício.
O Edifício Martinelli realiza visitas educativas mediante de agendamento prévio, de segunda à sexta das 9h às 17h00. Com cerca de 1h de duração, a mediação desenvolvida baseia-se de histórias, que norteiam os temas centrais a serem trabalhados.
As visitas atendem a grupos de escolas e universidades privadas e públicas, cursos técnicos, projetos sociais e organizações não-governamentais, gratuitamente.
fotografia: Paulo Henrique
texto:
fonte: Edifício Martinelli - Centro Histórico Sampa